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Dos conceitos básicos de economia

por Ana Rodrigues Bidarra, em 21.08.14

Ambrose Evans-Pritchard (via Pedro Arroja):

 

Professor Christopher Sims, a US expert on monetary policy, said EMU policy makers had not sorted out the basic design flaws in monetary union, and are driving Club Med nations into deeper trouble by imposing pro-cyclical austerity.

"If I were advising Greece, Portugal or even Spain, I would tell them to prepare contingency plans to leave the euro. There is no point being in EMU if all that happens when you are hit with a shock is that the shock gets worse," he said.

"It would be very costly to leave the euro, a form of default, but staying in the euro is also very costly for these countries. The Europeans have created a system that is worse than the Gold Standard. Countries are in the same position as Latin American states that borrowed in dollars," he said.

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publicado às 10:35

Correio de manhosos

por John Wolf, em 21.08.14

Não é necessário chegarmos à situação que se vive em Ferguson nos EUA, mas o Correio da Manhã faz a sua parte para que se caminhe nessa direcção. Não se pode admitir que nesta bela peça de jornalismo a seguinte frase tenha sido publicada a propósito dos desacatos ocorridos no centro comercial Vasco da Gama: "A PSP impediu a entrada de jovens de raça africana no estabelecimento comercial." (...). Raça africana? Se existe uma comissão de ética  dos meios de comunicação social, esta já deveria ter notificado o pasquim da manhã e sancionado o seu desvio à deontologia que se exige no exercício da profissão. Não podemos aceitar alguma forma de insinuação ou distorção racial de qualquer meio de comunicação social e em relação a qualquer grupo étnico ou racial. Neste artigo sucede de um modo flagrante e intensamente condenável. Mais grave se torna a "gaffe" se tivermos em conta o passado colonial de Portugal. Neste mundo de guerras avulso, Palestina, Gaza, Israel, Muçulmanos, Católicos e Judeus, ao menos que haja correcção nos nomes que se chamam. A não ser que se tenham outras intenções.


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publicado às 10:05

Criminosas sacanices chinesas

por Nuno Castelo-Branco, em 20.08.14

Demolição da igreja de Wenzou, China

E entretanto noutras paragens…

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publicado às 20:33

Da moderna arte de furtar

por Samuel de Paiva Pires, em 20.08.14

Depois de Gabrielha Canavilhas, coube a Jorge Barreto Xavier engendrar como extorquir descaradamente, de forma injustificada e com argumentos falsos todos os que adquiram qualquer tipo de suporte que possa servir para armazenar ou reproduzir materiais protegidos por direitos de autor, independentemente de poder ter qualquer outro uso. Estamos a falar de impressoras, telemóveis, leitores de mp3, discos rígidos, pens, cartões de memória, cds e dvds graváveis, etc. Passa-se a tratar todo e qualquer consumidor como criminoso, extorquindo-o a priori independentemente das suas reais intenções. Se atendermos ainda a que, desta feita, o projecto de lei irá a Conselho de Ministros para ser aprovado sem discussão pública (ao contrário do que aconteceu com o projecto de lei de Gabriela Canavilhas), podemos concluir que no campo da filha da putice, este Secretário de Estado da Cultura não recebe, de facto, lições de ninguém. De resto, é ler na íntegra este post de JCD.

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publicado às 19:02

A barbárie

por Pedro Quartin Graça, em 20.08.14

 

Por muitos erros que tenham sido cometidos pelos EUA e por países da União Europeia (e a verdade é que o foram!) não pode haver a mais pequena contemplação para esta gente.

 

AVISO:

IMAGENS MUITO CHOCANTES NA VERSÃO ORIGINAL. NÃO DEVEM SER VISTAS POR PESSOAS IMPRESSIONÁVEIS

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publicado às 13:21

Síndrome de imuno-deficiência bancária

por John Wolf, em 19.08.14

Quando os políticos e os banqueiros andam enrolados o resultado nunca pode ser grande coisa. Por esta altura do campeonato, o Banco de Portugal (BdP) já deveria ser alvo de uma investigação conduzida pelo Banco Central Europeu (BCE). Se o supervisor das actividades das instituições financeiras não estava a par do que se passava no Grupo Espírito Santo (GES), algo vai mal naquela entidade. Se os sucessivos governadores do BdP viraram a cara a tropelias ilegais, então os mesmos devem ser alvo de processos-crime. E de nada serve usar a expressão: não vale a pena chorar sobre leite derramado. A auditoria que o país exige deveria elencar todas as instituições financeiras ou para-financeiras, e proceder a uma fiscalização preventiva e retroactiva das suas actividades. Quando a esmola é grande, o aforrista deve desconfiar. O presidente do Montepio Geral bem pode aparecer para acalmar os ânimos, e assegurar que o seu banco é diferente dos outros, mas não é bem assim. O sistema financeiro (doméstico ou internacional) tem um DNA complexo, repleto de fluxos e refluxos de dinheiros, fundos e mais fundos de fundos que não têm fim. Nenhuma instituição financeira nacional deve ser considerada imune ao contágio do doente principal. Para tirar tudo a limpo, todos os bancos devem ser sujeitos a um escrutínio meticuloso. Doa a quem doer.

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publicado às 21:40

Papa Francisco quer um "travão". Qual?

por Nuno Castelo-Branco, em 19.08.14

Não se trata de conversa fiada à maneira obamista, de grunhidos de lunáticos como o sr. Bush 2 ou de berreiro proveniente de dangerous & greedy thugs como a sra. Hillary. Não estamos ensurdecidos por qualquer alarido daquele imundo lixo que invariavelmente tem curiosas denominações de 7º dia, Mórmons, Últimos Dias, Meninos de qualquer coisa desde que se chamem Elder, chularia psicopata da "cientologia", etc. O apelo às armas, também não provém dos gangues de não-cozinheiros de avental que escandalosamente se locupletam bem longe de fogões. O que hoje foi dito, nem sequer veio de um dos canais de esgoto que nos anos sessenta e setenta foram protestante e capciosamente implantados pelos nossos aliados em abastadas e subversivas Missões por todo o Ultramar. 

 

Hoje, no regresso da sua viagem à Coreia, o Papa Francisco I parece ter sugerido uma Cruzada no Iraque. Pelo menos, é a mais evidente interpretação do seu apelo à necessidade de travar  a califagem que tem cometido todo o tipo de atrocidades sem resposta.

 

S.S. diz não querer a guerra, a violência, mas tão só, travar. Estamos de acordo. Ora, se é reconhecidamente impossível travar aquelas criaturas sem o recurso à força, seria então interessante um melhor esclarecimento acerca do que pretende e até onde poderá chegar o apelo papal. 

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publicado às 21:31

Criminosas sacanices francesas

por Nuno Castelo-Branco, em 19.08.14

Demolição da igreja de São José em Roubaix, França

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publicado às 20:31

Até Espanha já tem um partido decente...

por Fernando Melro dos Santos, em 19.08.14

...por cá rasgam-se as vestes por subsidios, controles, normas, chibaria, cristalização abrilesca e retorno à existência arborícola.

 

Lá, ao menos, alguém se organiza e escreve coisas acertadas.

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publicado às 10:25

Criminosas sacanices canadianas

por Nuno Castelo-Branco, em 18.08.14

Demolição da igreja de S. Vicente de Paula, Québec, Canadá.

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publicado às 20:24

Toda a vossa atenção (5)

por Nuno Castelo-Branco, em 18.08.14

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publicado às 11:29

Será Cameron sincero?

por Nuno Castelo-Branco, em 17.08.14

O Sr. Cameron veio publicamente dizer aquilo que qualquer estratega de café doutamente sentencia há semanas: é necessária uma operação de limpeza na área do pretenso e marginal "califado do Levante". No entanto, surgem desde logo algumas questões que não poderão deixar de comprometer a limpidez de uma acção que sendo antes de tudo humanitária, é também de segurança geral.

 

Não valerá a pena os nossos aliados insistirem na sua não-responsabilidade pela situação de emergência que hoje o Ocidente vive naquelas paragens. Os EUA e o Reino Unido - infelizmente, pois este país deveria ser alheio às habituais suspeitas que recaem sobre o arrivismo além-atlântico - têm sido zelosos agentes da subversão na Síria e escandalosamente silenciam todas as atrocidades perpetradas pelos insurrectos - ou melhor, pelo corpo expedicionário jihadista - subvencionados pelo Qatar, Arábia Saudita e outros países formalmente próximos dos interesses norte-americanos. Tudo aquilo que temos visto quanto a massacres de cristãos e yazidis do Iraque, não passa de mera continuidade dos extensivos assassínios na Síria. 

 

É flagrante a expansão das actividades guerrilheiras em direcção a sul, dados os reveses sofridos frente ao exército de Assad. Assim sendo, a entrada da massa de terroristas no Iraque e a tomada de locais economicamente estratégicos, já indicia uma perda do controlo por parte dos aliados tácticos, paradoxalmente aqueles que mais deveriam temer o alastrar da instabilidade e violência no Médio Oriente. Bastará verificarmos o tipo de armas empunhadas pelos califais facínoras e logo concluiremos acerca do que está em causa.

 

Se os EUA e o Reino Unido decidirem uma intervenção que vise o rápido e radical extermínio da ameaça encabeçada por Baghdadi, então deverão ter em conta a realidade imposta pela necessidade da manutenção do status quo na Síria. A ser sincera a vontade de zelar pela segurança geral, aqui está um excelente salvar de face das potências ocidentais. Mais ainda, a intervenção deverá contar com a presença de outros paíises da NATO e com o beneplácito - e porque não expresso convite à cooperação, desanuviando a actual situação? - da Rússia. Outro factor a considerar, será a colaboração com os curdos, desde já antecipando-se a oposição da Turquia. Dada a situação que se vive em alguns países da Europa, há ainda que atender à necessidade de impedir o regresso de jihadistas aos "seus países" de teórica nacionalidade, nomeadamente a Inglaterra, França, Bélgica, Alemanha, etc. Há que eliminar qualquer risco, abertamente confrontando as sociedades com factos. A derrota no terreno da terra dita santa, implicará um rápido regresso dos radicais a paragens mais benignas e condescendentes para com todo o tipo de abusos a que temos assistido nas últimas décadas.  Em suma, estamos no plano das ilusões, do que deveria e infelizmente não poderá ser.

 

É desejável uma rápida e maciça intervenção, desde que esta não seja um descarado pretexto para remediar no terreno, o revés que os até agora "aliados"  do ocidente sofreram na Síria.

 

MIssão impossível. Os ocidentais encontram-se desarmados para o enfrentar deste tipo de adversidades, desarmados em todos os sentidos do termo, tanto em efectivos prontos para um combate difícil, como animicamente. Há que colocar um ponto final neste aventureirismo que culminará num desastre de proporções que todos imaginam. 

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publicado às 19:43

Odeon, um futuro centro comercial vazio

por Nuno Castelo-Branco, em 17.08.14

É esta a Lisboa de Costa, o tal que quer a sua pouco urbana e demasiadamente salgada  "exemplar gestão", transplantada para o resto do país. Enfim, uma ameaça que segue aquela outra da famosa vereação republicana dos finais da Monarquia, garantindo que república costista imposta, logo Portugal inteiro beneficiaria das delícias da émula e boa gestão camarária verde-tinto.

 

Viu-se, vê-se, ver-se-á (?)

 

Se há coisa que esta gente não tem, é imaginação. O Sr. Soares costuma papaguear as sangrentas ameaças do Guerra Junqueiro, agora Costa rumina sandices conhecidas urbi et orbi

"Um dos cinemas mais antigos de Lisboa, o devoluto Odeon perto da Avenida da Liberdade, vai ser demolido dentro das próximas semanas para dar lugar a mais um centro comercial. Por tratar-se de um exemplo único da arquitectura Art Deco, há quem tente salvá-lo através do protesto numa petição. Se concorda que o teatro deve ser reabilitado, como foi o Le Louxor de Paris, por exemplo, em vez de vir a ser mais um centro comercial, poderá assinar a petição aqui": 
http://www.gopetition.com/petitions/petição-lisboa-precisa-do-cinema-odéon1.html

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publicado às 19:08

Toda a vossa atenção (4)

por Nuno Castelo-Branco, em 17.08.14

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publicado às 11:28

Quando um presidente da república portuguesa recebe uma prenda oficial de um dignitário de outro país, recebe a mesma em nome dos portugueses - é essa a interpretação que eu faço. Que conveniente que não haja legislação que determine o modo de proceder, que o titular do cargo público em causa possa pôr e dispôr dos presentes que colecciona ao longo de um ou dois mandatos. A apropriação que Mário Soares fez dos presentes que lhe foram concedidos deve ser considerado um roubo. Não foi Mário Soares que foi presenteado com serviços de loiças e quadros de notáveis pintores - foi o povo português. O presidente é um mero representante dos cidadãos nacionais, o homem da portaria de um grande edifício nacional.  A colecção que "mirou e levou", e que se acha instalada na Fundação Mário Soares, não lhe pertenceria se o ex-presidente da república tivesse um pingo de ética, uma réstia de dignidade, o sentido de Estado que distingue a magistratura dos grandes. Sim, uma auditoria deveria ser iniciada para determinar a qualidade e o valor dos bens entregues e levados de Belém, e, sem rodeios, se apurar o que foi transferido para a Casa Museu de Soares. Para além do seu valor simbólico, político e histórico, os presentes têm uma cotação nos diversos mercados de arte da especialidade. Sim, dinheiro também é uma das dimensões da questão. Como podem constatar, os políticos são os primeiros a usar expressões como "código de conduta", mas não passa disso, morre aí. Os presentes de Belém são um tabu? Tabu uma ova Fabergé.

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publicado às 09:21

Criminosas sacanices francesas

por Nuno Castelo-Branco, em 16.08.14

Demolição da igreja de Gesté, Anjou, França. 

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publicado às 20:20

A desgraça interminável do desacordo ortográfico

por Samuel de Paiva Pires, em 16.08.14

Tempos houve em que a generalidade dos ditos liberais indígenas sabia que a língua, como escrevi há pouco mais de dois anos, «é uma das instituições humanas originada e desenvolvida espontaneamente, i.e., através da interacção de milhões de indivíduos ao longo do tempo. A língua originou-se através da natural evolução humana e é por via das interacções que se registam numa comunidade ou sociedade que se vai modificando, de forma lenta, gradual e sem coação estatal.» O mesmo é dizer que a língua não é propriedade do Estado e muito menos deve ser redesenhada por este a seu bel-prazer.

 

Porventura esta dita liberal, sempre tão lesta a denunciar intervenções do Estado onde considera que este não deve intervir, parece ter-se esquecido disto, se é que alguma vez o soube. Não lhe causará qualquer impressão, como a muitos outros que são indiferentes ou até defendem o desacordo ortográfico, portanto, que o Senado brasileiro venha agora propor uma nova reforma ortográfica, sugerindo «a extinção da letra "h" no início das palavras e a troca de todas as expressões com "ch" pelo "x".» (via Delito de Opinião)

 

Por todas as razões e mais alguma este desacordo ortográfico já deveria ter sido declarado morto e enterrado. Infelizmente, a desgraça parece ainda não ter fim à vista.

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publicado às 12:12

Toda a vossa atenção (3)

por Nuno Castelo-Branco, em 16.08.14

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publicado às 11:26

Criminosas sacanices americanas

por Nuno Castelo-Branco, em 15.08.14

Demolição da igreja lituana de St. George, PA, EUA

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publicado às 20:18

Toda a vossa atenção (2)

por Nuno Castelo-Branco, em 15.08.14

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publicado às 11:25






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