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A Solução é a Liberdade, pt.2

por Manuel Pinto de Rezende, em 14.12.09

 

O nacionalismo e a sua vertente económica, o proteccionismo, são ideias puramente anti-monárquicas.

Todas as formas de limitação do exterior, de closura, de afastamento, renegam o carácter internacionalista das monarquias.

 

Caso a família real de Bragança restaurasse o Reino, não faria sentido que os ministros de Sua Majestade, descendente por via directa de alemães e austríacos, impedisse que estes tivessem as mesmas benesses nas alfândegas que os outros.

Ou mesmo que os seus leais súbditos se resolvessem a proibir a minoria muçulmana de construir minaretes, visto que o Rei, descendente de reis espanhóis que usavam o título de "Reis das Três Religiões", é também descendente de Maomé.

 

É claro que a política externa e interna de um país não se deve fazer tendo em conta a proximidade familiar dos Reis com as diferentes gentes do Mundo, se fosse assim as relações de Portugal com o Djibuti, por exemplo, ficariam tremendamente prejudicadas.

 

No entanto, as Monarquias são factor de estabilidade por isto mesmo. O Rei é parente de todos os Monarcas Europeus, e até Asiáticos e Africanos. E isto aproxima os povos a uma cultura de livre comércio e livre trânsito entre as nações.

 

O SomosPortugueses, um ThinkTank que é usado por muitos monárquicos conhecidos e dos mais influentes na Causa, parece discordar em parte destas premissas.

 

A palavra proibida : Proteccionismo não é, a meu ver, uma palavra a ter em conta no vocabulário monárquico.

Sequer pensar que o comércio deve ser regulado por uma Alta Entidade Mundia, "para evitar as situações de renda e organizar o mundo", parece contrariar fortemente esta ideia.

 

O IDP e o SomosPortugueses não parecem compelido a abordar o assnto de outra forma, de que é o regulacionismo que tem vindo a destruir a agricultura portuguesa e a europeia, bem como o condicionamento do Mercado .

Antes parecem ser locais que se precipitam a culpar o Mercado "desta crise", sem ouvir ou querer ouvir os muitos monárquicos liberais que negam essa ideia, sem ouvir até o movimento democrático conservador/liberal que vem dos países do Norte da Europa, das Monarquias Escandinavas e da República Federal Alemã.

Antes parecem ser locais de portuguesismo excessivo, onde se torna as mensagens de "Compre o que é nacional, porque é bom" da Casa Real por um "Compre o que é nacional, porque tem que ser".

 

Serão as contrariedades da dita "Esquerda Monárquica?"

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publicado às 22:48


21 comentários

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De António de Almeida a 15.12.2009 às 10:58

No entanto, as Monarquias são factor de estabilidade por isto mesmo. O Rei é parente de todos os Monarcas Europeus, e até Asiáticos e Africanos. E isto aproxima os povos a uma cultura de livre comércio e livre trânsito entre as nações.

A I guerra Mundial desmente totalmente esta afirmação. Sou adepto do comércio livre, totalmente contra qualquer proteccionismo, mas não vejo que esta questão tenha algo a ver com Monarquia ou República. EUA e UK alcançaram um grande desenvolvimento na década de 80 graças a Reagan e Tatcher, com regimes constitucionais diferentes.
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De Manuel Pinto de Rezende a 15.12.2009 às 11:54

António, não há regimes perfeitos.
A Iª Guerra Mundial teve muitas condicionantes.

Além de que a participação dos monarcas na política externa desses países estava já a ser suplantada pela acção nacionalista dos órgãos democráticos.

A monarquia também é passível de erosão...

Mesmo assim, não se compare os piores momentos da Iº Guerra Mundial, duelo entre monarquias tradicionalistas e repúblicas democráticas (EUA, França, a Inglaterra republicanizada) que criaram a noção de "rendição incondicional")e as guerras mais civilizadas entre a Prússia e a Áustria, ou entre a Prússia e a França, ou outros conflitos europeus à data.
ALém de que os monarcas sempre se esforçaram pela contenção dos conflitos e pelo seu fim.

Sinal de que as repúblicas são muito mais violentas no que toca a conflitos é também a IIª Guerra Mundial, que faz a Iª parecer um recreio.
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De Nuno Oliveira a 15.12.2009 às 13:04

Embora seja capaz de concordar com alguns aspectos do seu post , não queria deixar passar um erro tremendo: a razão da II Grande Guerra não é fruto de uma república mas sim de uma ditadura de um déspota. Assim com a continuação dos assassinatos dos judeus pelo Estaline .
A única razão que me levaria a escolher uma monarquia seria a possibilidade de ter uma pessoa apartidária sem a sede do poder como travão para este deboche a que chamamos política nacional.
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De Manuel Pinto de Rezende a 15.12.2009 às 15:06

O IIIº Reich fazia questão de se afirmar como uma república e como uma democracia.
O seu director foi nomeado por órgãos democráticos e o nacional-socialismo alemão previa um parlamento democrático formado por partidos que não se desviassem do programa político do partido de Hitler.
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De Nuno Oliveira a 15.12.2009 às 15:31

As palavras chave são: "não se desviasse". Para mim isto é uma ditadura. E bem sabe que as eleições livres na Alemanha depois do Hitler se encontrar no poder não o eram na realidade. Não discuto que tenha chegado ao poder de uma forma democrática, mas sim que tenha mantido lá de forma democrática...
Eu também posso chamar ao amarelo de cor-de-rosa mas isso não lhe muda cor...
Faz-me lembrar a tão propalada propaganda comunista: eles acreditam que são os verdadeiros democratas!
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De Manuel Pinto de Rezende a 15.12.2009 às 16:47

mas Nuno, até deixo no ar uma perguntinha:

"em 1940, se houvesse um plebiscito na Alemanha (e esse plebiscito fosse conduzido de forma legítima, portanto, estamos a especular um gigantesco "Se") há dúvidas que Hitler ganharia sobre qualquer um dos seus possíveis adversários políticos?
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De Nuno Oliveira a 15.12.2009 às 20:02

Considerando a quantidade de judeus mortos até acredito que sim. Tenha consciência de uma coisa: havia muita gente contra as atrocidades cometidas e acredito (no que é possível hoje) que muitos não teriam voltado a votar no Hitler. Se seria o suficiente... suponho que nunca o saberemos...
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De Anónimo a 16.12.2009 às 14:27

E depois Ó D. Rezende? que nos interessa a democracia nazi do asqueroso do Hitler? Mede todos pela mesma bitola?

E os reizinhos que mandavam decapitar não sei quem? E os nobres que aplicavam os impostos nos seus dominios e a sua justiça... nem os funcionários reais lá entravam...e o regime era a monarquia.

Que me interesa a democracia do VARA e do Sócrates e cambada de deputerdas que crassam pora qui e comem robalos à minha custa sem serem convidados?

São eles que definem democracia?
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De Manuel Pinto de Rezende a 16.12.2009 às 18:50

Polti, quando os reis mandavam "decapitar não sei quem" imperava na doutrina penal a lógica ético-retributiva, que contraria, como todos sabemos, a finalidade do Direito Penal.

o que sabemos agora, infelizmente, não se sabia na altura.

No entanto, o Estado de Direito, ou pelo menos o Estado Legalidade, funcionou decentemente em Portugal, quando comparado aos outros países dessa época...

Os monarcas não perfeitos por os líderes democráticos não o serem... mas os monarcas têm muito menos oportunidade de lixar as coisas a sério do que os democráticos,.
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De Nuno Oliveira a 15.12.2009 às 16:11

De volta ao tema...
Quando não se sabe dançar diz-se que a sala está torta...
Quando vejo pessoas defenderem o proteccionismo concluo que simplesmente não têm capacidade competitiva. Em qualquer tipo de regime. Os chineses vivem em ditadura e são muito competitivos. Não por boas razões, como é óbvio, mas por razões iguais a aquelas que, até recentemente, nos faziam competitivos também. E nós vivemos em "democracia".
Eu sou um descrente da nomenclatura da política. Quando se apelida um tipo de ideologia política como sendo de esquerda ou direita, retira-se o valor fundamental da discussão: é bom ou é mau. Ao fim de contas isto é que interessa.
Acho que já é hora das pessoas perceberem que o que interessa é que temos de nos apetrechar das melhores ferramentas para podermos desenvolver o país. Não adianta trabalharmos para estatísticas falseadas. Temos que ir ao cerne da questão : uma justiça rápida e eficaz, uma educação como deve de ser, uma burocracia mínima e, acima de tudo, civismo. Quando vejo os dirigentes sindicais mais proeminentes ocuparem esses cargos por décadas pergunto-me: será que não existe ninguém capaz de os substituírem ? É isto que se quer "proteger"? Diga-se mal do Salazar pelos muitos erros que cometeu e que deixou cometer. Mas há coisas que me envergonham neste país de hoje em dia que não se pode atribuir ao Salazar: a falta de seriedade e honestidade, o excesso de egoísmo da população em geral, a falta de rigor com que se desempenham os mais nobres cargos da nação, etc., etc., etc..
Se a Monarquia resolverá estes problemas? Talvez não. Talvez sim...
Uma coisa em que poderá ajudar será no retorno dos valores da pátria que se perderam. Assim talvez se comece a dar valor ao que é de todos uma vez que não é um político escolhido por alguns e sim uma imposição do sangue que corre nas veias.
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De Manuel Pinto de Rezende a 15.12.2009 às 16:50

Se quer a minha opinião, acho que há uma ligação forte entre a defesa da Monarquia e a defesa de um Estado de Direito, do livre-comércio e das formas de Liberdade em geral.

não digo que estejam necessariamente conectadas.

Mas penso que ser Liberal é, a meu ver, o melhor caminho para se ser Monárquico.
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De Nuno Oliveira a 15.12.2009 às 20:08

Liberal já sou... quanto a monárquico... talvez deixe o meu pai convencer-me qualquer dia...
Como referi (talvez não de um modo muito claro) acredito que um rei dá às pessoas um maior sentido de patriotismo. Isso permitiria que as pessoas começassem a zelar por aquilo que é de todos. Pode ser um princípio para a mudança de mentalidade tão necessária neste pobre país...
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De Anónimo a 16.12.2009 às 14:32

Os estado - unidenses não precisaram nem precisam de rei para serem dos mais patrióticos que conheço.

Patriotismo, nacionalismo, associativismo ... vão até lá. União! Coisa que entre Portugueses não há... apenas para dar vivas á selecção e ao bimbo do Ronaldo e à canções pimba da àgata e outras do género...

Educadinha
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De Manuel Pinto de Rezende a 16.12.2009 às 18:53

o patriotismo republicano americano e o patriotismo republicano português são dois nacionalismos que eu dispenso.
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De Anónimo a 16.12.2009 às 22:41

D. Rezende,

Não dispense o que inexiste, caso do alegado patriotismo português.

Quanto ao americano, não o dispense, sabe porquê?

Porque eles são uma Nação, são unidos, coisa que por aqui inexiste... Varas, Socrates, e outros da mesma vara, acredite...já não estariam em sítio nenhum.
Aqui convida-se ex-arguidos pronunciados para Conselheiros de Estado ...

O sentimento de comunidade inexiste entre nós, por isso, Portugal é a MERDA que é...ressalvando, naturalmente, os que se preocupam e há-os....que efectivamente se preocupam com o país... mas na AR não conheço nem um e recentemente elegeu-se mais merda alegadamente pensante... Aí, o menino pode falar dos contras de democracia.

Porém, V.Mercê nem sonhe com monarquia em Portugal...Para quê, voltr ao tempo dos reguengos? Pois não acha que a imaginação politica, civilizacional, como queira chamar-lhe, deveria pensar em algo diferente?! Portugal precisa de inventar a sua Roda, e isso aqui não está a acontecer enquanto houver deputerdas que se abrigam num regime de assiduidade que é o que é, que faltam à discussão de assuntos de tomo, ou que pura e simplesmente puseram na sua agenda trabalhos a legalização das companhias gay...mude-se a sociedade, mude-se a mentalidade, mas antes disso, limpa-se o fumier.


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De P.F. a 16.12.2009 às 13:38

Caro Manuel

As monarquias não são factores de estabilidade pelo facto da descendência do soberano incluir os factores A, B, ou C. São factoes de estabilidade porque nos países onde prevalecem representam instituições onde os sobordinados se revêem, e sabem coexistir com sistems governativos eficazes. O facto de as famílias reais terem sangue de diversos povos europeus, mais de africanos e easiáticos nunca evitou conflitos militares entre esses mesmos povos e em termos religiosos nas próprias famílias as facções cristãs se digladiaram em guerras civis e internacionais devastadoras; veja o caso da Inglaterra, como um mero exemplo e de alguns principados alemães. Nunca houve uma protecção efectiva a judeus nem a muçulmanos pelo facto de os nossos reis descenderem de Maomé. De que valeu aos Judeus e Muçulmanos na expulsão encetada por D.Manuel II e D.João III o facto de este terem sangue asiático e/ou africano?
Mais do que a sua descendência, um bom rei preocupa-se com a integridade do seu espaço soberano e com as ameaças que sobre este podem pairar.
Quanto ao proteccionismo, o Manuel confunde conceitos e comete uma injustiça com o SomosPortugueses. O facto de apoiar o comércio livre não implica que apele ao consumo do produtos nacionais. Apelar à preferência pelo produto nacional e eventualmente dar-lhe algumas vantagens não constitui nenhuma política proteccionista. Uma coisa e apelar a barreiras alfandegárias e à carga fiscal sobre produtos estrangeiros, outra é criar condições favoráveis, por exemplo diminuindo a carga fiscal, a quem produz por cá.
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De Nuno Oliveira a 16.12.2009 às 15:10

Pedro,
Um dos factores de estabilidade dos países com monarquia que defendeu é precisamente um ponto importante de partida: as pessoas reverem-se em algo! Se há uma coisa que os portugueses não têm neste momento é um ponto de referência. Por melhor que seja um Presidente da República, este é temporal. Um rei é uma referência sem fim à vista que permite às pessoas sentirem algo mais para além das desgraças do seu quotidiano. Não estou a defender a monarquia como ideal, mas sim a pesar os prós e contras desta. Se há uma coisa que tenho verificado neste povinho, é a falta de valores éticos e cívicos. E para que não voltemos a colocar os nossos filhos numa "mocidade portuguesa" novamente, talvez fosse algo positivo ter uma figura que as pessoas sentissem como sendo sua...
E há algo que temos a certeza também: o rei não tem uma agenda política para além da prosperidade do seu povo (e por conseguinte a sua). Não é alvo de chantagem política como está a ser actualmente o PR pois não irá a votos. Acho que é algo que vale a pena ponderar. Nem que seja para pouparmos na reforma de vários ex-presidentes com todas as regalias que estes têm...
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De P.F. a 16.12.2009 às 15:51

Nuno

Estou completamente de acordo com aquilo que escreveu e por esses motivos também sou monárquico.
Discordo é do Manuel quando este afirma que o facto de a descendência das famílias reais não se circunscrever aos "genes" do país deve tornar as monarquias mais internacionalistas, liberais e livre-cambistas - para além de permitirem todos os minaretes, sinagogas e quejandos, por serem momnarquias "das três religiões" (!!!!). A monarquia por si só não evita conflitos religiosos e por outro lado em muitos casos consubstancia-se numa tradição religiosa e/ou teocrática.
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De Manuel Pinto de Rezende a 16.12.2009 às 19:09

Se um dos fundamentos da Monarquia é o elemento família (Família Real) e o elemento fundamental da Família é a proximidade sanguínea, não vejo em que é que os laços familiares entre os monarcas não possa colaborar para refrear as hostilidades e até criar situações de proximidade entre as diferentes nações.

Lançar exemplos de monarcas que tomaram más decisões não nega esta teoria. Procurar a perfeição na Monarquia é uma tarefa de Hércules. Mas é mais perfeita a Monarquia que a Democracia (já o diziam os antigos), e mais perfeita que a Democracia Republicana.

A ligação do Povo com o Chefe de Estado adquire laivos de parsonalismo, de contacto paternal, se assim o dissermos. Veja só o que acontece no Reino da Jordânia, ou no da Tailândia, e de um ponto de vista perfeitamente social e quase não-político, nas monarquias do Norte da Europa.

Os conflitos das Monarquias republicanizadas e democratizadas como o caso da inglesa não são o único caso de estudo, apesar de ser por aí que se pegue muitas vezes.

O carácter pessoal do Rei, numa Constituição monárquica, é importante na condução da política externa.Pelo menos,é bom se o fôr.

Quanto à análise do SomosPortugueses, eu apontei para esse ponto que tu, Pedro, falaste.
Não me parece mal o herdeiro da Coroa aconselhar as pessoas a comprarem coisas portuguesas, PORQUE SÂO BOAS!
Mas custa-me que um órgão muito próximo da Casa de Bragança preconize a criação de espaços regionais económicos que regulem a economia.

E que depois use a UE como exemplo desse tipo de espaços, quando a actual política económica contraria os objectivos de um dos seus fundadores, o monárquico e (economicamente, pelo menos) liberal, L. Einaudi.
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De P.F. a 16.12.2009 às 20:27

Manuel


Não existe antagonismo nem binómio, seja de que ponto de vista for, monarquia vs. democracia;

Os laços de consaguinidade nas famílias reais infelizmente nunca ajudaram a pacificar nada. Não sou eu que o defendo, pois até sou monárquico, são os factos da História - o exemplo inglês apenas e alemão apenas incluem a vertente religiosa e com esta muitos outros existem;

Aquilo que eu contestei e contesto foi que a monarquia não representa nenhum suporte ideológico para o livrecambismo nem para a permissividade da invasão cultural quanto a outras culturas e religiões.

Acho muito bem que se procure a perfeição desta. O Manuel evoca as suas imperfeições quando estas não caem de feição ao internacionalismo de cidadania do mundo que preconiza. A monarquia do Manuel é portanto uma monarquia virtual, mais a modos do Grande Oriente Lusitano do que da tradição cristã das monarquias ocidentais.
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De Manuel Pinto de Rezende a 17.12.2009 às 01:48

Pedro, desculpa, mas se eu é que estou a defender o valor Família como factor decisivo da Monarquia, penso que a visão cristã até será a minha.

Não há nada de mal ou anti-cristão no "internacionalismo".

Faça a sua leitura da história como quer, mas as famílias reais raramente são etnicamente iguais aos povos que reinam.

Isso é algo bom, visto que o mesmo século xxi que o Pedro renega, foi um século de um internacionalismo e troca de ideias ímpar na história.

Mais uma vez, o exemplo inglês e alemão têm de ser lidos de acordo com a época em que ocorreram. E mais uma vez, o Pedro insiste em atirar-me com um acontecimento que eu posso contrapor facilmente com outro.

Não existe binómio Mon. vs Dem., porque é na realidade um trinómio, Mon. - Dem. - e Aristocracia.
As formas clássicas de governo ainda são as mais apropriadas para usar neste tipo de discussão.
É claro que a Monarquia não implica ausência de aristocracia ou democracia, mas o factor mais relevante é a monarquia.

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