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A crise é de todos: para Belém reflectir

por Nuno Castelo-Branco, em 04.01.10

 

 

5-10-1910, uma praça vazia.

 Ao Rei, que vivia apertado num orçamento que não sofria alteração desde 1821 ( e com o qual tinha de cobrir as despesas de conservação de palácios e do pessoal de função, das viagens de Estado ao estrangeiro e das visitas de Estado a Portugal , convinha que a questão fosse apresentada com clareza  : vivia de consciência tranquila, governando-se com uma renda equivalente a um vigésimo da dotação pessoal do Rei de Espanha, com menos largueza  do que muitos dos Marqueses. A Lista Civil era tão flagrantemente escassa que, uma década antes, o próprio Bernardino Machado  e o deputado republicano Rodrigues de Freitas haviam proposto o aumento.

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publicado às 18:11


1 comentário

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De Anónimo a 04.01.2010 às 20:54

Belém não reflecte! Belém gasta! Belém gasta o meu dinheiro! Ainda por cima, a Tia Cavaco não tem gosto e gasta o meu dinheiro numa feira qualquer de basse couture...daquela que dá para pôr a malinha no ombro da paragem do autocarro...

E pisa em terreiro high level como se fosse a festa lá da aldeia!

Belém desestabiliza, o que não tem conserto. Belém simplesmente come pastéis e atira com a canela disfarçada para cima de quem pensa que fugiu à filosofia de Platão...E sim palita dentes, e alarvemente arrota na televisão...os gases mal encolhidos.
Belém desmotiva, certamente porque quando era mais novo se não passasse de ano apanhava com o cinto « no lombo».

Belém é cego...não pode representar-me. Não sabe o caminho e nem sequer tem perfil para Pastor.
Quantos espectros à voltas...em completo desassossego, desde que se aperceberam que os plebeus took over the place...Aposto que até os Távoras já passaram por lá...
Outra vez a mesma de cima

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