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há tanto tempo arraigados entre nós, como aquela falácia, que a alguns interessa permaneça como um dogma na cabeça do povo,  de que a monarquia não pode ser democrática?

Este texto constitui um precioso contributo para essa reflexão:

 

 

Desde logo a República Portuguesa funda-se em ideais pouco democráticos (...)

Ontem, como hoje, a realidade não pode ser mascarada: somos um país de abstencionistas, de indiferentes.

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publicado às 22:26


6 comentários

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De Nuno Castelo-Branco a 13.01.2010 às 23:46

As pessoas estão a acordar para isso mesmo, Cris.
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De Anónimo a 14.01.2010 às 00:04

Permitam V. Exªs a correcção...eu sou abstencionista mas não sou indiferente. Eu não sou indiferente ao meu tempo, que não perco com politiquerdas como os socretinos e outros da mesma estirpe. Estou atenta, à espera de saltar da cadeira.. não voto em burros vaidosos que se alimentam a rouba-los...

Claro está que isto tem a sua desvantagem..porque eles continuam lá...mas por isso, é que digo que a roda tem de ser outra...sem cravos, sem blindados desarmados...mas até que vou nuns saneamentos...
O abstencionismo não significa só indiferença. Significa também desprezo e atenção e pressão para que aqueles que sofrem de teimosia amaurótica se enxerguem por um minuto e digam...«acabou o nosso tempo...» Isso vai acontecer já? talvez não, mas votar PSD, PC , e não sei o quê mais, não!! Muito menos nesse besta do socretino. A quem dav uma bela biqueirada ou bengalada...conforme a disposição...

Educadinha
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De Cristina Ribeiro a 14.01.2010 às 12:59

Temos de fazer o que está ao nosso alcance para minar o sistema, Educadinha...
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De Miguel Neto a 14.01.2010 às 14:30

A implantação da república foi o que de mais parecido houve por cá com o regime dos talibãs. A natureza desses primeiros republicanos, as suas intenções, a sua "ética" foi bem evidente na sua governação durante a 1ª república (a vandalização dos símbolos nacionais, o ódio por todos os "outros", a mentira, o não olhar a meios para atingir os (seus) fins ...).

Hoje somos literalmente governados pelos seus herdeiros de sangue (fihos, netos, bisnetos) e de espírito. Com o sucesso que se tem visto.

Honra lhes seja feita, sabem-se governar.
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De manuel gouveia a 14.01.2010 às 18:01

Este país não tem um problema de regime, tem é um problema com o regime... em que nos metemos!

Uma monarquia levaria os portugueses a votarem nos seus melhores ou nos palhaços do costume?
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De António de Almeida a 14.01.2010 às 20:45

A monarquia por si só não seria uma solução nem um problema. Concordo que poderia ser discutida e referendada. Não sendo monárquico nada tenho a comemorar no 5/10 próximo, basta lembrar quem foi Afonso Costa, nem é preciso acrescentar mais nomes.

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