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Quando a arrogante parvoíce tem um nome

por Nuno Castelo-Branco, em 23.01.10

 

http://www.paralalibertad.org/modules.php?op=modload&name=News&file=article&sid=30793

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publicado às 23:19


5 comentários

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De Nuno Resende a 24.01.2010 às 10:44

Parvoíce é nome menor para uma bestialidade dessas.
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De André a 25.01.2010 às 15:03

Vivendo na Catalunya, tenho alguma proximidade com a questão! O problema fundamental é a posição que todos têm quando se metem de um ou de outro lado da barricada. Mantém-se a lógica de "las dos Españas", que se arraiga muito na incapacidade de Espanha relacionar-se com todas as culturas ou sub-culturas que aloja no seu seio. Bilinguismo desequilibrado, líderes desequilibrados e em que o futebol do Barça se opõe ideologicamente ao do Espanyol, por exemplo, levando a eleger líderes politizados e incapazes de não interferir com os processos políticos que ocorrem na sociedade catalã. Para ser realista, eu que sou português e falo catalão, até eu fora da Catalunya me torno independentista quase. Dentro da Catalunya convive-se bem com a dualidade real, mas fora dela obrigam-te sempre a ceder à lógicas das duas Espanhas.
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De Nuno Castelo-Branco a 25.01.2010 às 21:14

O homenzinho que se dedique às vigarices futeboleiras e não chateie. Era só o que nos faltava, ter o vizinho em polvorosa. É que nós nem sequer fazemos fronteira com a Catalunha e assim, Madrid é o que nos interessa. Conhecemos bem os castelhanos, sabemos como actual e o que querem. A prova disso é que ao fim de quase 900 anos, ainda aqui estamos.
A Catalunha pense duas vezes antes de fazer asneiras, porque depende do mercado interno espanhol. Até porque aqui, têm uma fama de péssimos e arrogantes patrões. O resto são copos, praias e Seat, porque o Dali jamais se meteria em "assados" desses.
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De Nuno Castelo-Branco a 25.01.2010 às 21:15

Dizia, como actuam...
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De André a 25.01.2010 às 21:48

Na realidade este debate já existe desde sempre e só se viu atenuado durante a república porque os comunas todos não deixavam realmente que se impusessem os independentismos, visto que a visão dominante era a de União Ibérica (estilo Saramago, que intemporal o homem, que é como quem diz ultrapassado!) com Portugal. Quanto a que sejam péssimos patrões, bem isso é outra coisa, porque a verdade é que são muito trabalhadores e ainda mais exigentes, seja no que for. Têm uma maneira de ser forte, mais fechada que nós, isso certamente.

Não se preocupe porque estão tão próximos da independência como o País Basco, a Galiza ou a Andaluzia. Só são é mais e mais ricos que o resto. Verdade seja dita, armam muito espectáculo, mas assim que o governo central lhes acena com um livro de cheque... digamos que se esquecem que querem ser independentes. A retórica é a mesma que a da Madeira!

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