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Um mundo de modas

por Samuel de Paiva Pires, em 26.01.10

 

Não hajam dúvidas, somos um mundo de modas. Modas essas que, quanto mais abruptamente se precipitam sobre nós e passam a fazer parte do quotidiano, enchendo páginas de jornais e horas de telejornais, mais rapidamente parecem também desvanecer-se. Vivemos numa constante e ilusória ânsia pela mudança, por algo novo que faça as manchetes e passe a condicionar a nossa vida. Quando não é a política, é o futebol, quando não é a educação é a saúde, quando não é a justiça é a religião, enfim, é só escolher a moda. E todas elas profeticamente antecipam um qualquer armagedão que nos vai dizimar a todos. Exageros e mais exageros, com muita irracionalidade e pouco bom senso à mistura.

 

Há tempos, escrevi aqui que "somos um povo de provincianos, na acepção pessoana, deslumbrados com o exterior e com o que vem de lá. Primeiro foi a doença das vacas loucas, de seguida a gripe das aves, depois os nitrofuranos, agora é a vez da Gripe A. Alarmistas como mais ninguém, queremos mesmo muito ter Gripe A. Tuga que é tuga quer estar na vanguarda do que se passa lá por fora". 

 

Pois bem, parece que, afinal, a Gripe A não passou de um alarmismo à escala mundial. Mais uma vez, como no caso do Climategate, distorceu-se a ciência em nome de determinados interesses e agendas. É tudo uma questão de modas, claro está.

 

P.S.- ler a Elisabete Joaquim, n'O Insurgente.

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publicado às 16:59


1 comentário

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De manuel gouveia a 27.01.2010 às 18:47

Castigue-se quem na Organização Mundial de Saúde falhou ou lucrou com isso, investigue-se o negócio dos laboratórios, mas se tendo tido a minha filha de 10 anos doente e não sendo eu médico, tomei todas as precauções que me foram recomendadas pela linha 24.

Julgo que procurar "estar" mais esclarecido do que as autoridades de saúde do país é que é uma atitude à tuga.

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