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O Regicídio no epitáfio desta república

por Nuno Castelo-Branco, em 01.02.10

  

 

Sugerimos que este estoriador seja urgentemente nomeado presidente da tal Comissão Nacional do Centenário. Ele tem a coragem de dizer desabridamente, tudo aquilo que o bando de percevejos oficialistas pensa em absoluta reserva mental. 

 

 'Estas mortes* foram necessárias e a prova é que imediatamente à morte, o ditador foi exonerado, foi revogado o decreto-lei que mandava para o exílio grandes vultos da República detidos como consequência da sua intervenção de 28 de janeiro, e mais tarde a República que se veio a implantar', sublinhou.


Por isso, não se incomoda que o regicídio tenha ficado à margem das comemorações oficiais dos cem anos da República.

'Não estamos nada chocados por causa das comemorações oficiais não integrarem este acontecimento histórico porque todos os historiadores ligados à investigação já provaram que foi importante esse acontecimento para a implantação da República', sustentou.

 

* O Regicídio

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publicado às 11:44


3 comentários

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De editor69 a 01.02.2010 às 12:17

Pode ser que um dia também seja necessário...ele ir desta para melhor do mesmo modo...não querendo com isso por este percevejo no mesmo patamar que o rei...enquanto figura histórica e enqunto pessoa humana!

Cobardes de merda é o que são!
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De Anónimo a 01.02.2010 às 13:57

'Estas mortes* foram necessárias »

Eu não sou monárquica, nem republicana, penso por mim (acho eu), mas não sou definitivamente adepta de clubismos politicos.
A democracia como diz D. Rezende pode ser perigosa e é-o...basta os abstencionistas como eu ( diria desprezistas com atenção) não votarem na mesma merda que se candidata sempre, como cães sem vergonha, para que a «tal» democracia mande.

Considerandos àparte, é inqualificável, que alguém venha dizer que «estas mortes foram necessárias».

Quem é o energumeno que no passado ou hoje ou no futuro, pode aquilatar da necessidade de uma morte através de um assassinato?!

Isto lembra-me os saneamentos pós 25 de Abril...tudo o que mexia e não gostava de vermelho ou rosa era saneado...ditames do povo unido. Nem se ouvia...a vingança surgia de imediato, e toca a entrar nas terras dos cidadãos...enfim era tudo «baldio» e «nosso». Uma espécie de morte premeditada...e o País cresceu desenfreadamente no lamaçal que todos sabemos, com contaminações de doentes crónicos com sangue contaminado, com uma ex-ministra a dizer que não tinha culpa de nada, com um Cavaco a defender o que não sabia, com um presidente Soares a fazer prefácios tendenciosos sobre um processo que envolveu a morte de dezenas...e são essas mesmas individualidades que continuam a mandar bostas de inteligência, de experiência, de gestão governativa.

A lançar-nos no pântano, com um Socretino a anunciar amizades a ditadores e a dizer ao que parece publicamente que há jornalistas que têm que ser solucionados...!
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De João Amorim a 01.02.2010 às 17:41

Não tarda vai ser convidado a dar conferências, aqui e ali, na Fundação Mário Soares, etc, talvez um ou outro convite para fazer carreira num orgão de comunicação social como paineleirista.

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