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O caso Mário Crespo e centenários vários

por Nuno Castelo-Branco, em 02.02.10

 

Pelo que parece, o caso Mário Crespo acabou por pegar fogo em vésperas do Entrudo. Como este blog não participa nas questiúnculas em que os poderes partidários se digladiam, apenas deixamos os links para serem seguidos AQUI,   AQUI,     AQUI  e  AQUI.      

 

 

Nota: a questão a colocar é a da legitimidade de uma escuta a alegadas conversas alheias, mesmo que em local público. Mais estranho e absurdo parece ser o conteúdo da mesma, dada a actual situação política. Mesmo num ambiente onde as libações alteram o discernimento, podemos duvidar de uma excentricidade com sérias consequências. 

 

Salvas as devidas diferenças, o exemplo do 1º de Fevereiro de 1908 ainda paira sobre o nosso país e é recomendável que tudo se faça para impedir novos eventos do estilo. O Regicídio foi preparado muito antes, com artigos nos jornais, folhetos difamatórios e a boataria generalizada a cargo de publicistas e da natural maledicência que grassa nos centros urbanos.  Nisto, jamais poderemos colaborar e a crítica ao regime cinge-se ao que é visível e indiscutível.

 

Este fim de 3ª república parece-se demasiadamente com episódios que agitaram o país nos últimos 120 anos, deixando-nos na boca um sabor a cinzas.

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publicado às 16:19


1 comentário

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De Amêijoa Fresca a 02.02.2010 às 16:55

Neste regime de calhandrices...

A coacção repetitiva
em palavras inaceitáveis
numa acção figurativa
de posturas detestáveis.

A liberdade pressionada
de uma forma intolerável
revela a razão inquinada
desta política miserável.

Epílogo

Negando a realidade
numa visão arrebatada
surge a imbecilidade
devidamente atestada.

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