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Só assim vale a pena.

por Cristina Ribeiro, em 02.02.10

 

 

Continuando a leitura de « D. Carlos », de Casimiro Gomes da Silva, ontem iniciada, tiro da estante o livro homónimo de Rui Ramos, para reler algumas coisas que nele me prenderam a atenção ( sempre as associações...).

A frase" Os reis de hoje são, por vezes apenas, pouco mais do que celebridades, figuras que geram mais noticiários para as colunas de sociedade e revistas cor-de-rosa do que para as páginas de análise política. D. Carlos não foi um rei desses. ", lembra-me o escarcéu que se fez quando  o Príncipe Carlos, da Grã-Bretanha, entendeu ser seu dever intervir na vida pública do seu país. Qual o espanto de o futuro Chefe de Estado sentir como sua essa obrigação?

Se um dia aos portugueses for reconhecido o direito de escolher entre Monarquia e República, e, depois de desfeitos todos os mitos e mentiras que esta alimentou, se optar por aquela, só entenderei a mudança de regime se ao Chefe da Nação forem constitucionalmente reconhecidos as funções que  o texto constitucional atribuía a D. Pedro V ou D. Carlos, e que lhes permitiu- reconhecidamente- prosseguir o Bem Público.

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publicado às 21:26


5 comentários

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De Daniel João Santos a 02.02.2010 às 22:12

a chave é essa," o bem publico".
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De Cristina Ribeiro a 02.02.2010 às 22:20

E eles sempre o tiveram como um dever, Daniel. Mas para isso têm de ter os poderes constitucionais que os permita agir em nome desse bem: basta ler as biografias para ficarmos elucidados.
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De António de Almeida a 03.02.2010 às 11:33

Se a Monarquia vier a ser restaurada, o que duvido na próxima década, dificilmente o Rei terá mais que simbólicos poderes constitucionais...
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De Luísa a 03.02.2010 às 13:38

Cristina, espera-se que na política – cujos intervenientes são sustentados por todos nós) - não haja figuras de corpo presente. :-S
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De Gi a 03.02.2010 às 13:56

Concordo, claro, Cristina. Palhaços já temos que cheguem.

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