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Marionetas!

por Cristina Ribeiro, em 17.02.10

Reynders reconhece que "é preciso ter em conta alguns equilíbrios" na UE, mas insiste que os postos europeus sejam preenchidos em função dos méritos próprios dos candidatos e não em resultado de acordos nebulosos impostos por alguns países. " (... ) "Será que vamos deixar instalar-se uma situação em que são alguns Estados que decidem?"

 

É evidente que na Europa se sabia do papel desastroso na gestão do Banco de Portugal, portanto Constâncio não foi escolhido pelos seus bons antecedentes: mas nesta União Europeia há países que só servem para serem os fantoches de serviço nas mãos dos grandes.

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publicado às 14:30


9 comentários

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De Anónimo a 17.02.2010 às 14:54

Cristina! É isso! É isso mesmo!

Andam por cá uns socarterdas a gabarem o prato do Constâncio...Temos que analisar o ADN de Portugal de vez...onde será que o gene...se transviou ou sofreu mutação?!
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De Cristina Ribeiro a 17.02.2010 às 22:25

Algures, Educadinha...; e eu que acabo de ler um bocado de um livro que nos mostra portugueses com verdadeira raça, de antes quebrar que torcer...

http://amonarquiadonorte.blogspot.com/2010/02/o-capitao-julio-da-costa-pinto-visto.html
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De Luísa a 17.02.2010 às 15:17

Cristina, o próprio Constâncio terá dito, em Janeiro, que a escolha seria o resultado de negociações então em curso e não do reconhecimento de qualquer espécie de mérito. Se quis apenas ser modesto, conseguiu ser muito mais do que isso: conseguiu ser verdadeiro. :-)
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De Cristina Ribeiro a 17.02.2010 às 22:27

A verdade é como o azeite, Luísa...
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De LUIS BARATA a 17.02.2010 às 15:35

A ironia suprema seria ver o vice-presidente indigitado, Vítor Constâncio, ficar no Banco Central Europeu com o pelouro da Supervisão Bancária- precisamente o grande falhanço do seu consulado no Banco de Portugal. Mas na Europa dos Acordos de Bastidores tudo é possível...
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De Cristina Ribeiro a 17.02.2010 às 22:32

Depois de ler da integridade de Homens como o capitão Júlio Costa Pinto, cair nesta realidade é mau demais, Luís.
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De António de Almeida a 17.02.2010 às 20:49

Cristina, para alguém mandar terá de mostrar o dinheiro, é um velho princípio aplicável uma vez mais. Claro que representantes de países mais pequenos vão sendo colocados aqui ou ali, a Bélgica nem tem por onde reclamar, ficou com o inútil cargo de presidente da coisa, para tal o seu primeiro-ministro abandonou a governação nacional, facto curioso, isto soa-me vagamente familiar. No cargo mais importante, estou a falar do BCE , primeiro tivemos um alemão, depois um francês, agora será novamente um alemão. Se um dia o UK entrar no Euro terão de fazer a rotatividade a 3, os outros fazem número, afinal esperavam o quê?
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De Cristina Ribeiro a 17.02.2010 às 22:36

Com efeito, António, é só uma confirmação.

Esse " soa-me vagamente familiar " arrancou-me um sorriso amarelo...
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De manuel gouveia a 18.02.2010 às 12:41

Nós somos os fantoches, né? Também com o Constâncio!...

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