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Hilariante!

 

Acabado de regressar ao pugilato político, antigo boxeur-ministro Morais Sarmento, declarou que quando ..."Cavaco fala sentimos um mau hálito político do lado de cá da televisão". Entre outras amabilidades que a ninguém espantam, o notável do PSD vai dizendo que o presidente  foi"cúmplice" do PS e tem-se mantido "silencioso" perante a política do governo. 

 

O sr. Sarmento já se esqueceu dos tempos em que prestou as juras da praxe diante do sr. Sampaio? Este último e bem ao contrário do sr. Cavaco, sempre foi bastante hábil em bafejar com perfume de rosas o seu próprio partido, tudo fazendo para exalar eflúvios corrosivos sobre o governo de ... Morais Sarmento!

 

O problema não reside no mau hálito de Cavaco,  nos arrotos mal postados de Sampaio, no cheiro a soufflé à Bel Canto exalado pela boca de Soares, ou na corticeira língua de Américo Tomás. O problema está na república gastadora, parcial e decadente que Portugal ainda suporta.

 

Um forte bochecho com um líquido azul e listeriniza-se logo a coisa!

 

 

«Governe-se com o Parlamento, é esse o meu maior desejo, mas para isso é necessário que ele também faça alguma coisa. É preciso obras e não palavras, bem o sabemos, está o País farto. Não quer discussões políicas das quais pouco ou nenhum bem lhe virá, o que quer é que se discuta administração, que se discutam medidas que lhe sejam úteis»

 

Carta (6.12.1906) de D. Garlos a João Franco.
(in «Cartas d?El-Rei D. Carlos I a João Franco Castello Branco, Seu Último Presidente do Conselho», Bertrand Editora, reedicção fac-similada do original de 1924, com prefácio de Rui Ramos).

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publicado às 12:08


2 comentários

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De Ega a 08.03.2010 às 20:41

«Rousseau, e atrás dele Robespierre, o bastardo de Rosseau, como disse Michelet, os Jacobinos, Danton e a Convenção, na energia do seu plebeísmo, conceberam a república como uma ditadura permanente, executada em nome da multidão pelos chefes da sua escolha. Foi assim que julgando consolidar a igualdade, fundavam apenas o pior dos despotismos, o despotismo da plebe»

Antero de Quental, «Portugal Perante a Revolução de Espanha (1868), IN «pROSAS».
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De Anónimo a 11.03.2010 às 13:16

Ele é só cáries....

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