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A mulher e a república sopeiral

por Nuno Castelo-Branco, em 08.03.10

 

 

Eram muito "simpáticos e libertários", estes republicanos...

 

"As mulheres na  sua maioria são  verdadeiras crianças, com caprichos   singulares,  excêntricas exigências, são histéricas, nervosas, morbidamente tímidas, deploravelmente ignorantes. Em frente desta fotografia, o que pretendem as feministas, onde quer que elas existam?
Para disfarçar a sua infantilidade, os seus caprichos, as suas exigências, envergam um trajo tanto ou quanto possível semelhante ao do homem, para proteger o nervosismo, o histerismo, e a sua timidez, usam pistola e para acabar de vez com a ignorância, uma formatura. (…) Basta que ela saiba ser mãe para o que é preciso aprender. Uma parte desta sublime missão sabe-a ela instintivamente, outra desconhece-a geralmente - a educação dos filhos.Para isto é preciso despartilha-la; despi-la de muitos preconceitos  que a perseguem e gritar-lhe bem alto ao ouvido: não sacrifiques a tua saúde ao rigor artístico dos figurinos porque ao desenhista nada custou a manejar o lápis sobre um pedaço de papel! "

 

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publicado às 14:47


1 comentário

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De Anónimo a 11.03.2010 às 13:26

Coitadas das muheres...e as negras? Para além de mulheres ainda eram e são negras? E as de outra «cor»?

De que cor é Deus? E Deus é de que sexo?

E a declaração dos revolucionários franceses e americanos, que apesar da iguladade, liberdade e fraternidade, «lá» justificavam a escravidão como excepção »a regra...a da liberdade?!
As mulheres...essas também eram «outra coisa».

Sócrates ( o antigo) tu foste o culpado, dizias que as mulheres eram aberrações, imperfeitas...está percebido porque é que se pariram tantos homens a pensar que as mulheres «são outra coisa» e ainda hoje se fala em emancipação destes seres tão «frágeis».

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