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Frases que impõem respeito

por Samuel de Paiva Pires, em 20.03.10

 

(foto tirada daqui)

 

"Parlamento não é a aldeia dos macacos", diz José Lello.

 

Já eu não tenho tantas certezas. Mas, diria mais que é um circo. Um circo onde meia dúzia de palhaços actuam para muitas outras dúzias que se limitam a bater palmas.

 

A bater palmas e a brincar: "Os deputados são um bocadinho como o resto do país e passam metade do tempo no Facebook", diz ao i um deputado que preferiu não ser identificado. "Eles só fazem três coisas no computador: ver emails, brincar no Facebook e ler jornais. O verdadeiro medo é serem apanhados a fazer nenhum."

 

Para além da discussão sobre os voyeurismos dos fotógrafos, da controvérsia sobre a afirmação de Lello de que os computadores são pessoais, apesar de propriedade do Estado, aquilo que é realmente confrangedor é o facto de se ter procedido a uma dispendiosa reforma da AR (às expensas dos contribuintes, claro), para gáudio dos senhores deputados. 

 

Creio que não há semelhante nos parlamentos desta Europa fora. Mais uma vez, Portugal e o choque tecnológico na vanguarda da inutilidade. A questão que se impõe é, para quê os computadores no hemiciclo, que ainda por cima só servem para os deputados se distrairem do que devem ser os seus afazeres normais? Talvez o objectivo seja mesmo esse, distrair os deputados...

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publicado às 12:40


2 comentários

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De António de Almeida a 20.03.2010 às 13:17

Em qualquer caso não me parece correcto que fotógrafos com objectivas possam fotografar ecrãs de computador. Também não concordo que deputados passem a vida no FB ou Twitter, que são ferramentas de trabalho indispensáveis nos tempos que correm. Existe uma fronteira, ténue mas existe, se prevalecer o bom senso nada disto é necessário.
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De Anónimo a 21.03.2010 às 16:57

O Parlamento não é aldeia dos macacos?

Mas...então..eles não se copiam todos uns aos outros e não se catam no que respeita às aldrabices, juntando-se em alterações à lei...designadamente na parte penal?

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