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o outro é o querer de Deus- di-lo Fernando Pessoa, quando escreve « Deus quer, o Homem sonha, e a Obra nasce ».

 

Acrescenta Raúl Brandão que « o homem é tanto melhor quanto maior quinhão de sonho lhe coube em sorte »; a partir de que momento é que os portugueses deixaram de sonhar, a ponto da Obra não nascer?

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publicado às 22:06


7 comentários

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De Daniel João Santos a 22.03.2010 às 22:55

faz tempo que esta sociedade esmagou os nosso sonhos.
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De Luísa a 22.03.2010 às 23:01

Talvez a partir do momento em que, ao cabo de cinco séculos com alguma dimensão, nos vimos e sentimos, de novo, demasiado pequenos, Cristina. Temos de voltar a consciencializar-nos de que tamanho não é documento. :-)
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De Maria da Fonte a 23.03.2010 às 02:27

Caros

Primeiro, precisamos de saber, quem são os Portugueses.

Só sabendo quem são, poderemos perceber, porque foi Dom João II, assassinado, há cerca de 500 anos, e porque foi Dom João VI assassinado há cerca de 200 anos.

Percebendo isto.
Ou seja, porquê e por quem, foram ambos mortos, compreenderemos perfeitamente o que nos aconteceu.

Nessa altura estaremos em condições de acabar com as lágrimas e atirar pela borda fóra, a mistura do paleolítico africano, que tem feito a nossa vida num Inferno!

Já não falta muito!

Maria da Fonte



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De mike a 23.03.2010 às 10:59

A bem dizer, não lhe sei responder, Cristina. Mas alinho com o comentário da Luísa.
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De António de Almeida a 23.03.2010 às 11:24

Mas os portugueses continuam a sonhar, infelizmente deixaram foi de tentar transformar os sonhos em realidade...
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De Cristina Ribeiro a 23.03.2010 às 19:21

É verdade que continuamos a sonhar,António, mas como diz a Luísa, no que é, e bem, a meu ver, secundada pelo Mike, tornámo-nos pequenos, e para tornar esses sonhos realidade não podemos, como se tem feito, com péssimos resultados, dar um passo maior que a perna - tem de ser feito com os pés no chão, sem megalomanias de quem gasta mais do que tem: poderemos então cumprir esses sonhos, Daniel, bastando que os governantes dêem o exemplo dessa consciencialização de pequenez.

A questão levantada por Maria da Fonte é pertinente, mas coisas como essas aconteceram nos outros Países, e, por ex. há ingleses que agiram da mesma forma, só que lá sabem aprender com o passado.
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De José António Abreu a 24.03.2010 às 10:28

Concordo com o António: os portugueses continuam a sonhar. Mas sonham com o impossível (riqueza garantida, já, sem esforço) e não estão dispostos a aceitar menos (riqueza incerta, no futuro, com esforço). Refira-se que vários exemplos vindos "de cima" não ajudam a mudar a mentalidade: afinal, se caciques locais ou os "boys" partidários conseguem enriquecer sem esforço, por que tem que ser diferente para os restantes?

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