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Vacarronadas parlamentares

por Nuno Castelo-Branco, em 31.03.10

Entretanto, a putativa parisienne Inês Medeiros, já pode tranquilizar-se acerca do caso das famosas viagens à badalada casa de Paris que oficialmente se ubica em Al-Usbuna: o dr. Jaime Gama garante que os pratos ficarão limpos em público e pelo que se lê blogosfera fora, a coisa promete. É que ficamos a saber das benesses recebidas pelos representantes partidarios que além do salário, ainda contabilizam mais umas ajudas de custo. Uns parcos 69 €/dia para os que "vivem" fora da área da Grande Lisboa e nem tanto para os que têm a felicidade de permanentemente pernoitarem na capital. Enfim, tal e qual como todos os outros funcionários públicos. Como dizia o outro, choses de la vie...

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publicado às 17:30


1 comentário

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De Anónimo a 03.04.2010 às 13:51


Desta vez, não me acusaram a recepção do e-mail...deve ser porque estão a estudar a resposta que pede estudo prévio.

A dúvida que se me tem colocado é esta: se sou contribuinte pago. Pago para a satisfação das necessidades colectivas ( bem ...e das necessidades individuais da classe emergente dos robalos)..ainda assim, tenho direito a respostas: é que sou administrada pela Administração Pública...que tem um prazo para responder ao cidadão...sob pena, regra geral, de resposta tácita....

Ainda não me quis debruçar sobre a «coisa»...mas fá-lo-ei...E, claro, vou insistir na «coisa»...até ter a resposta...como fiz com a gripe «A». Falta de informação ao cidadão no que concerne à vacina...Pelo que se algo acontecer a um cidadão, o Estado que tem o dever de informar e estar informado...já sabe o que lhe acontece...depois venham falar de «perseguição ao bom nome dos governantes»...como há uns largos anos atrás...e de monstruosidades...etc...e de competências académicas e intelectuais dos acusados e pronunciados...e de se fazer parte da elite nacional....até podem ir buscar o presidente dos pneus..desculpem do Benfica...eu sempre gostei de me dar com gente de sucesso... Sou muito interesseira....o problema é que ninguém me suborna nem mesmo com robalos. Vou perseverar nisso...fica já o aviso - sou subornável e também acho que mentir é ARTE!

Ora vide as perguntas ao PM...

«Exm.º Senhor
Primeiro - Ministro,

De vez em quando leio jornais, passo por blogues e processo a informação que daqueles retiro. Os blogues são um veículo de informação, de opinião e até de recreação. São palco, por vezes, de acesa discussão nas mais variadas sedes entre os participantes.
Confesso-lhe que só de quando em vez, me atrevo a ler jornais, sendo certo que os telejornais portugueses já não integram o meu quotidiano de informação.
O jornalismo actual é de desinformação, malabarista, alarmista e fatalista.
São certamente, juízos de valor, o que não lhes retira eventual razão, que por ora não interessa sindicar; todavia, preservam-me de assistir e de me actualizar sobre o caos em que este País está, pois, assim se vê, a situação portuguesa vai de mal a pior.

Nem tudo o que se lê e ouve corresponde à verdade, porém, quando se lê e se ouvem notícias numa época de «tanga económica», a objectividade corre o risco de ficar afectada. O caos – português – que se vive, formata-me, de imediato, uma sombra – a da dúvida.
Foi isso que me aconteceu, pois julgo ter percebido da leitura que fiz de um artigo num determinado blogue, o seguinte:

1. Inês de Medeiros foi eleita pelo PS por um círculo nacional mas vive em Paris.
Inês de Medeiros está obrigada a diligências e presenças parlamentares, pelo que vem semanalmente a Lisboa.
2. Inês de Medeiros desloca-se em avião, em classe executiva, 1200 euros cada ida e volta.
3. Inês de Medeiros terá alegadamente proferido perante uma instância jornalística - «SOL» - que desconhece quem paga a deslocação em causa, mas que sabe quanto custa.
À cautela, pois que não desejo ficar associada a qualquer dolo de difamação ou outro, reafirmo que desconheço se tal informação corresponde à realidade fáctica. Todavia, sendo cidadã portuguesa, profundamente preocupada com o estado do País, com a insegurança que cresce de dia para dia, solicito a V. Ex.ª se digne informar-me quanto ao seguinte, o que faço ao abrigo do direito de informação enquanto cidadã administrada pela Administração Pública:

1. Qual é a entidade que paga as deslocações à parlamentar Inês Medeiros? É o Estado?
2. Essas deslocações são feitas em classe executiva?
3. Sendo o Estado português a pagar as despesas em causa e/ou outras, e considerando o saldo económico deficitário nacional, pergunto que medidas foram tomadas pelos representantes dos eleitores em Portugal, maxime pelo Executivo português ou qualquer outro órgão de soberania, designadamente a Assembleia da República, para evitar o despesismo desnecessário, e mais concretamente no que respeita ao transporte dos mesmos eleitos?
4. Gostaria, ainda, de saber que outras despesas dos deputados portugueses são subsidiadas pelo Estado Português e que, por isso, vinculam, o povo português.

No aguardo de uma resposta,
Com os melhores cumprimentos»,

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