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Novas Tendências da nossa debilidade: as corporações

por Manuel Pinto de Rezende, em 16.05.10

Começou com o déspota iluminado, esse Marquês de má fama.

Depois, acontecimentos históricos de maior (revoluções, Guerras Civis, etc.)) ou menor (decretos, ditaduras, etc.) importância aumentaram o fenómeno.

 

Falo de Portugal Administrado.

 

Há medida que o ideal iluminista triunfava em portugal, como pela Europa, o Estado apercebeu-se que necessitava, cada vez mais, de mil olhos sobre o povo.

 

O Estado Iluminado criou o Burocrata, a Administração.

 

Quando se deram as revoluções liberais e o poder judicial local desapareceu, bem como todos os privilégios locais e o costume dos povos, o Estado liberal via-se na falta de mil orelhas, para ouvir todos os problemas da Nação.

 

O Estado Liberal criou o Polícia, a Censura.

 

Mais tarde, estando a Sociedade já bem encaixada na cama de Procrusto, surgiu o Estado Democrático.

O Estado Democrático encurtou a cama - ou alargou-a, conforme os países - e para isso necessitou mil braços.

 

O Estado Democrático criou o Regulador.

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