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é relativo, meu caro watson

por Manuel Pinto de Rezende, em 16.05.10

André Azevedo Alves postou uma coisa muito acertada no Insurgente sobre o caso da Professora da Playboy.

De facto, é salutar ver a maneira como os órgãos regionais se mexeram para que a menina (25 anos de pura estroinice educativa, se bem que graciosos) sofresse as consequências da sua falta de juizinho.

 

A dita menina, usando das suas formas voluptuosas, resolveu exercer os seus direitos de cidadã (esta liberdade que deu às mulheres o direito de serem tão irracionais como os homens) e vender as imagens do seu corpo para a famosa revista Playboy.

Acontece que a dita menina é já uma professora, trata de outros meninos e meninas como ela, que de certeza, devido à sua pueril mentalidade, fariam coisas muito parecidas com as da menina-professora caso possuissem as mesmas ferramentas.

 

O concelho de Mirandela, interessado em manter o nível da sua educação pública, vai afastar a giraça das suas escolas, como é sabido e devido.

O facto de uma mulher ser livre para se despir em frente a uma câmara não o torna apropriado para a educação de uma criança.

Segundo a experiência das coisas e os valores das gentes de Mirandela, até é muito pouco aconselhável.

 

Por muito que campeie o relativismo moral em relação às obrigações do cidadão e, neste caso, do professor, algo deve prevalecer contra esta maré do Vazio.

 

Da notícia do jornal i retiro este comentário de uma elisabete costa (sem maiúsculas), que simboliza exactamente o pensamento caviar que vem dominando este país:

 

Afinal a professora estava contratada pela sua competência ou porque se vestia como freira? e ja agora qual foi a regra ou o dever que não foi cumprido pela professora? este seu hobbie foi nas horas de trabalho? ou foi fora das horas dedicadas a sua profissão? meus senhores estamos a voltar ao pricipio do seculo passado em que as pessoas eram igualmente avaliadas para a profissão pelas suas vidas privadas e, so uma pequena curiosidade na cidade de Mirandela os novos looks femininos não circulam pelas ruas?

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publicado às 15:36







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