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Assim via, em 1921, « O Século Ilustrado » o povo a ser asfixiado pelo "Polvo Gigante...

 

 

 

Já editado, mas que traduz o meu pensamento de sempre:

Não há homens providenciais? Acho que há. Mas também há homens que não sabem sair do lugar onde muito fizeram, no tempo apropriado. Para mim, Salazar reúne essas duas qualidades. Quando a Primeira República tinha já deixado o País num estado reconhecidamente lastimoso, ele foi muitíssimo oportuno, no labor de o levantar do atoleiro em que se encontrava, e, por isso, temos muito a agradecer-lhe. Mas uma grande virtude nos Grandes Homens há-de ser, forçosamente, a de ter a coragem, e o saber, de sair de cena na altura certa; essa vejo-a eu no final dos vinte primeiros anos em que esteve à frente dos destinos do País que se propôs levar adiante, o que fez com êxito...; e depois entregar o testemunho a quem dele fora espoliado, contribuindo, com o seu saber, para o desenvolvimento do país.

 

 

 

 

 

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publicado às 21:51


2 comentários

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De António de Almeida a 31.05.2010 às 14:17

Eu não acredito em homens providenciais, o golpe de 28 de Maio vingou claramente porque a população estava cansada do estado em que o país vivia, não deixa de ser curioso registar que o Estado Novo viria a cair da mesma forma. Salazar aparece depois, porque os portugueses procuram há séculos o D.Sebastião que os virá governar, também no pós 25/4 logo surgiram à esquerda e à direita candidatos a ocupar o lugar do "desejado", mas a realidade que recebemos foi o presente.
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De Cristina Ribeiro a 31.05.2010 às 19:10

António, eu acredito que foi providencial, na medida em que teve o pulso necessário para acabar com a balbúrdia: não seria qualquer um, como aliás estamos a constatar agora, em circunstâncias que se aproximam rapidamente das de então.

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