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Adenda ao post anterior.

por Cristina Ribeiro, em 09.06.10

 

 

Sobre o homem que foi António Manuel Couto Viana, não resisto a contar da impressão que me deixou na escassa pouco mais de meia hora que com ele contactei: tinha vindo a Guimarães fazer uma conferência, Entre  os que o acompanhavam estava o jornalista António Valdemar, o qual, desprezando as grandes diferenças ideológicas, é amigo do meu pai. Também o foi  -muito, pelo que me foi dado assistir, de Couto Viana: este, sofrendo já muito dos pés, era no jornalista que se amparava -; daí que tivesse trazido o poeta cá a casa, à biblioteca paterna.

Tive o privilégio de com ele conversar um bocado, mas o bastante para sentir que tinha pela frente um  senhor de grande cultura, mas, acima de tudo um homem bom

Rest In Peace.

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publicado às 14:22


4 comentários

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De Nuno Castelo-Branco a 09.06.2010 às 22:43

Costumava almoçar duas vezes por mês, às segundas-feiras, na Sociedade de Geografia. Há 25 anos, os convivas eram os Drs. Mário Saraiva, Jacinto Ferreira, Couto Viana, o arq. Reis Camelo, entre outros. Por lá apareciam uns rapazes como eu e o Miguel, o João Portugal - hoje juiz - o Paulo Múrias e outros tantos. Bons tempos. O Manuel C. Viana sempre foi de uma extrema simpatia e simples como poucos e tinham uma enorme abertura de espírito para conversarem com garotos como nós. Parecia-lhes um investimento para o futuro.
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De Cristina Ribeiro a 09.06.2010 às 23:14

Os melhores são assim, Nuno: não precisam de dizer " olhem para mim ", porque, felizmente, as qualidades pessoais de cada um vêm ao de cima, naturalmente.
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De P.F. a 10.06.2010 às 04:39

O homem partiu mas ficou o poeta. Os homens morrem, as palavras são eternas.
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De CM a 16.06.2010 às 22:43

Uma grande lacuna no nosso horizonte cultural e ideológico. E não há ninguém que lhe suceda...

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