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"... mas um defensor da leitura de "Guerra e Paz" em livro, relembra que o nosso cérebro é um músculo que se altera pela repetição ou negligência. E que se está a alterar devido à cultura Google, à cultura do cursor e do pensamento distraído. O Google, diz Carr, vende distração e não conhecimento e está a desativar uma zona do cérebro ligada ao pensamento linear e crítico, remapeando-o e reprogramando-o para um mero armazenar de informação, de forma acrítica. " ( ... )

" estes alarmismos são tolos e que já Sócrates há 2500 anos temia que o livro escrito fosse acabar com o pensamento, mas Carr contrapõe que foi precisamente a capacidade para ler em silêncio - como fez Ambrósio, bispo de Milão para espanto de todos, que alterou o modo de pensar "

Só tenho de arranjar forma de conciliar no tempo as duas formas de cultivar o espírito, pois que não é o facto de recorrer à internet, onde até posso dar largas à necessidade de escrever -  coisas que podem ser insignificantes, mas que me satisfaz, permitindo "  pôr cá para fora " tudo, ou quase, o que sinto, e opinar quando sinto que o devo fazer -  que me impede de ler « Guerra e Paz » ou « A Queda dum Anjo », o que junta uma atitude mais activa a outra mais passiva, no que às letras se refere.

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publicado às 13:53


2 comentários

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De António de Almeida a 07.07.2010 às 15:43

A internet pode ser um acrescento ao nosso desenvolvimento, ou não, depende da forma como a utilizamos, como de resto um livro, nem todos contribuem da mesma forma, o mesmo princípio será aplicável à televisão e por aí em diante...
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De Cristina Ribeiro a 07.07.2010 às 18:20

É isso mesmo, António. Depende da forma como a utilizarmos, sabendo que, também aí, há trigo e há joio - o importante é estarmos preparados para o separar.

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