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Isenção precisa-se

por Cristina Ribeiro, em 24.07.10

" para melhor se poder comemorar a República de 1910, a autêntica, haverá mais desemprego, menos crescimento, menos consumo, menos exportações, menos crédito bancário, mais penúria, mais impostos, mais apertos de cinto…"

 

Vero, Professor Vasco Moura, mas esta não será a mais justa ( Deus escreve certo por linhas bem tortas ) forma de comemorar uma coisa que começou com um crime? ( pena pagarmos uns pelos outros; sermos apanhados  pela tempestade de quem semeou ventos...)

 

E a isenção? "Mas todos os dias, desde há meses e meses a esta parte, este Governo, tal como o anterior, encontra maneira de garantir cá para fora que tudo corre bem, ou que tudo vai melhorando significativamente. O barco vai ao fundo, enquanto o primeiro-ministro macaqueia uma viragem à esquerda e a tripulação bate palmas ou assobia para o lado."; é que não é coisa de " há meses ", mas de há anos: a nossa desgraça é estrutural, e já vem de há muito tempo -  quem antes destes governou tem culpas no cartório, e é agora de todos conhecido que as tem, pelo que de nada vale branquear as coisas: o barco começou a naufragar há muito mais tempo...

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publicado às 00:08


2 comentários

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De P.F. a 24.07.2010 às 01:52

"Com esta gente, institucionalizou-se uma propriedade comutativa entre o histrionismo político e a falta de seriedade.

Portugal continua a viver sem as políticas urgentes de que precisa e com um Governo que não vale sequer uma ínfima parcela de qualquer dos cagagésimos que tanto se compraz em anunciar."

Do artigo do Graça Moura extraio este trecho que acaba por ser certeiro. Quanto ao resto, o VG Moura é a voz do outro lado do sistema e a calamidade que ele pinta - mesmo que tenha fundo de verdade - obedece a uma agenda política, tal qual o governo e apaniguados quando vêm pintar quadros cor de rosa. Quais são as soluções propostas por VG Moura?

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De Cristina Ribeiro a 24.07.2010 às 02:13

O outro lado do espelho, quer dizer...

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