Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]




Primeiro, alguns grupos homossexuais processaram o Estado da Califórnia por este não legalizar o casamento homossexual.

Os tribunais deram-lhes razão, e o povo da Califórnia foi obrigado, por uma classe esquerdista de juristas, a aceitar o casamento homossexual.

Mais tarde, o povo da Califórnia resolveu banir a mesma "instituição".

 

A razão para os americanos votarem este tipo de decisões ao jogo democrático é muito simples: certas coisas não são, de facto, atingidas pela boa nova do progressismo tão rapidamente como outras. As comunidades negras e hispânicas, largamente apoiantes dos Democrats, votaram contra uma minoria entre a minoria homossexual que pretendia impor a aceitação da sua conduta sexual a todo um Estado.

 

Como é claro, a Esquerda americana tem a mesma funcionalidade que a nossa: a Democracia é bonita, quando subvertida às regras da intelectualidade instituída das faculdades e dos meios sociais do Mundo Caviar. Assim sendo, o Juíz que tratou de, recentemente, considerar o resultado do referendo inconstitucional - cuja homossexualidade do mesmo não poderá ser, constitucionalmente cá como lá, considerada como suspeitosa de condicionar a sua decisão final - obrigará o Estado da Califórnia a gastar mais dólares dos contribuintes a recorrer a Tribunais Superiores, até ao último, o US Supreme Court, dominado por este senhor.

 

O comentário que se segue é do Mad Monarchist, e exprime palavra a palavra a minha opinião sobre este assunto (negritos meus):

 

What people get up to in their own homes is their business and not mine or the government's. Being a big supporter of private property rights I say anyone should be able to will anything they own to anyone they like and should be able to give "next of kin" status to anyone they like be it family, friend, neighbor or "long time companion". However, I will not tolerate and I will certainly never accept any group re-writing the definition of words and long sacred traditional institutions so they can force acceptance (not tolerance) of their abnormality on everyone else. And I use that word purposely because I have seen, like most people, a number of "gay pride" parades on TV and I would call the behavior on display at such events perverse and degenerate if it was being done by heterosexual and even married heterosexual people. If they want tolerance they are not going about it anywhere near the right way. They have tolerance but they are trying to gain acceptance now and when the public tolerates but will not accept they go to the courts to force the public to accept it regardless of their wishes.

This is, of course, nothing new nor is it unique to America. We saw it when Ireland voted against the new EU constitution and we have seen it on-going in Australia after the people voted to retain their constitutional monarchy. The liberal, revolutionary elites always claim to be "for" the people, for empowering the people, for giving the people a "voice" in government yet that always only seems to apply when they can lie, mislead or indoctrinate the public into doing exactly what they want. It also displays a fundamental flaw in the bedrock republican principle of "popular sovereignty". What is to be done when the will of the people is found to be in opposition to what the courts say is the meaning of the document meant to hold sacrosanct the will of the people? Think about that for a while if you want to give yourself a headache. And this, my friends, is a picture of business as usual in the "Great Republic" which is based on democracy, popular sovereignty and the sanctity of the "will of the people". When the people do not do what they are "supposed" to do it will eventually come down to one old man in a black robe named Anthony Kennedy who will decide the issue. Not the people.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 21:08







Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2014
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2013
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2012
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2011
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2010
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2009
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2008
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2007
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D

Links

Estados protegidos

  •  
  • Estados amigos

  •  
  • Estados soberanos

  •  
  • Estados soberanos de outras línguas

  •  
  • Monarquia

  •  
  • Monarquia em outras línguas

  •  
  • Think tanks e organizações nacionais

  •  
  • Think tanks e organizações estrangeiros

  •  
  • Informação nacional

  •  
  • Informação internacional

  •  
  • Revistas