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Partilhando a minha experiência eleitoral:

por Cristina Ribeiro, em 01.09.10

Nem sempre votei, mas quando o fiz votei naquele que cá em casa era para a pessoa mais experiente nestas lides " o mal menor " : o CDS, e estive estes anos todos à espera que se assumisse como um partido de ruptura com o  " famoso " sistema; assim foi também nas últimas eleições. Quando vi que tudo continuava igual, a tal que é a última a morrer, esvaíu-se. Farta dessa promiscuidade , ponderei votar em branco nas próximas eleições, pensando que o protesto chegaria " lá ", onde tudo se decide. Acabei por concluir que há coisas que não mudam, e preparo-me para arrepiar caminho, porque, como disse já, ninguém tem o direito de permanecer neutro, enquanto a Pátria se afunda...

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publicado às 19:39


6 comentários

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De Daniel João Santos a 01.09.2010 às 21:49

sem duvida que sim. Só votando, tomando partido, defendendo ideias, lutando por mudanças, se pode fazer alguma coisa. Dificilmente iremos a algum lado com a cultura da neutralidade de sofá.
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De Cristina Ribeiro a 01.09.2010 às 22:36

Exactamente, Daniel.
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De Carlos Velasco a 01.09.2010 às 23:09

Cara Cristina,

Estou completamente de acordo com a ideia de que temos o dever de tomar partido.
Se uma minoria de bandalhos covardes conseguiu tomar o País na base do grito, foi porque a maioria ficou em silêncio e deixou tudo acontecer.
Se não houver reacção, mais vale dar logo todas as nossas propriedades aos senhores do poder e pedir para ser aceites como escravos.
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De Cristina Ribeiro a 02.09.2010 às 00:01

Carlos, resta-nos a consolação de que nunca é demasiado tarde.
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De Olindo Iglesias a 02.09.2010 às 15:57

Completamente de acordo com tudo o que foi escrito. A questão é saber como se passa da palavra à ação?

Se já sabemos que os partidos com representação parlamentar estão todos "corrompidos pelo sistema", ou se preferirem, "fizeram o sistema corromper-se", que alternativa nos resta?

Votar nos partidos do extremo mesmo quando esses partidos defendem valores que estão nos antípodas daquilo que acreditamos?

Organizar manifestações de rua com um grupo de amigos na esperança que tais agrupamentos possam contagiar outros e eventualmente despoletar um efeito bola de neve?

Sinceramente, estou perdido como penso estarem perdidos centenas de milhares de portugueses por esse país fora.

Líder precisa-se!
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De Cristina Ribeiro a 02.09.2010 às 23:04

Eu acredito num Nacionalismo Democrático, sem tiques racistas e outros do mesmo teor, e acredito que um líder nessa área surgirá, Olindo. Façamos saber que o receberemos de mãos abertas, e ele surgirá.

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