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N'« O Leopardo », dizia o príncipe Fabrizio que era preciso mudar alguma coisa para que tudo ficasse na mesma. Não queremos isso para Portugal, uma simples acção de cosmética, que não resiste ao  menor abanão, mas sim uma mudança de fundo, estrutural.

Depois destes anos todos, vimos já que não é com este sistema partidário representado no Parlamento, e supostamente nosso representante, que o conseguiremos; mesmo o partido pelo qual dei a cara confirmou não ser o partido de ruptura por que ansiava. Olhei  para outro lado, à procura de um que não pactuasse com esse sistema contaminado, mas que fosse democrático. Apresentaram-me um que reunia essas condições: nacionalista, mas que acolhe a mais perfeita das democracias: a directa, corporizada no municipalismo: o Partido da Liberdade

porque só o patriotismo faz bons " homens do leme ":
façamos  cada um de nós, junto dos municípios, por seguir os exemplos
do Condestável, de Bartolomeu Dias...; de todos os nossos " ilustres
avós ". Só assim Portugal se cumprirá.

Um partido que é de um nacionalismo exclusivamente português, fundado na nossa tradição histórica, em que "Nada há, nos textos oficiais  que não seja genuinamente Português ", mas cuja legalização o Tribunal Constitucional vem protelando, inexplicavelmente

 

                                        

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publicado às 18:21


2 comentários

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De zedeportugal a 11.09.2010 às 02:02

Tenho grande admiração pela persistência inabalável da Susana Barbosa.
Estive a reler os Estatutos e não encontro nada que seja inconstitucional.
Espero que a Susana venha a conseguir ultrapassar a arbitrariedade das eminências pardas do regime.
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De Cristina Ribeiro a 11.09.2010 às 14:28

Razões obscuras, Zé. Os que lá estão não querem concorrência.

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