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Grito de Revolta pessoal - ISCSPleaks

por Silvia S. Vermelho, em 17.01.11

Grito de Revolta contra a senioridade RASCA


Em Outubro de 2005, com dezasseis anos concluídos em Abril e uma média de entrada de 17 valores, iniciei a minha Licenciatura em Ciência Política no ISCSP-UTL, curso e Instituição de Ensino que escolhi como minha primeira opção. Sem qualquer pretensão: isto não dirá algo do perfil de uma aluna?!

 

No ano lectivo 2008/2009, o meu 4º e último ano de Licenciatura, enquanto bolseira ERASMUS, fiz doze cadeiras na Università Degli Studi di Trieste, tendo concluído onze delas com a classificação máxima (30/30) e a quatro destas as/os docentes avaliadoras/es fizeram questão de acrescentar “com distinção” (30 lode). Sem qualquer pretensão: isto não dirá algo do perfil de uma aluna?!

 

Em 17 de Setembro de 2009, com vinte anos, completei a minha licenciatura pré-Bolonha com uma média de 16 valores (15,75) e respectivo relatório de estágio/seminário de licenciatura classificado em 18 valores.

 

Fui, com efeito, a melhor aluna finalista de Ciência Política no ano lectivo de 2008/2009.

Fui, também, uma das melhores alunas da UTL nesse mesmo ano lectivo, tendo recebido uma Bolsa de Estudo por Mérito em 8JUL2010.

Sou, por isso, uma daquelas jovens estudantes, que se esforçaram no seu percurso académico e de Vida por alcançar a meta a que se propôs. Uma daquelas jovens que já começou a pagar a factura dos seniores de Portugal, aqueles que há alguns anos atrás, falavam da GERAÇÃO RASCA!


Em 12 de Janeiro de 2010, já estudante-trabalhadora, enquanto Mestranda no ISCSP e Técnica de um Projecto numa ONG, um amigo e colega ISCSPiano contacta-me telefonicamente a informar que o Prémio ISCSP-Caixa Geral de Depósitos para a/o melhor aluna/o de Ciência Política (Prémio José Gonçalo de Santa Rita) havia sido atribuído a um colega com a média final de licenciatura de 14,50. Uma média, portanto, inferior à minha.

 

No sítio electrónico do ISCSP, nem uma única informação sobre este assunto. Não fosse o colega avisar-me, e nem havia sabido atempadamente da cerimónia de abertura do ano lectivo.

Em 13 de Janeiro de 2010, apresentei reclamação, cfe. meu direito, ao fundamentar que o documento que o ISCSP alegava ser um “regulamento” não impedia a minha elegibilidade para a recepção do dito prémio (ver anexo).Prémio que reclamava, por ser meu de DIREITO!

Em 15 de Janeiro de 2010, não havia obtido nenhuma resposta escrita à mesma.

 

E faz dia 18 de Janeiro, um ano que, após contactos telefónicos, presenciais, minha insistência e de um colega representante das/os estudantes no Conselho de Escola, a entrega do prémio José Gonçalo de Santa Rita foi suspensa.

 

Faz um ano que iniciei uma jornada difícil, em prol da transparência e da justiça. O ISCSP desprezou-me, a UTL ignorou-me e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior  (MCTES) esqueceu-me. O Estado Português vestiu-se a rigor, como classicamente é conhecido para este tipo de ocasiões – vestiu-se de pessoa de má-fé.


Contrariamente ao que diz, o ISCSP não “valoriza pessoas”. O ISCSP tem, como seus responsáveis, pessoas que se recusaram a admitir perante a sua questionadora - eu - a verdade, quer a material, quer a processual.


Mas, para além da suspensão da entrega de um prémio do qual nunca mais se ouviu falar da rectificação da sua entrega pública, nem aparece mencionado no programa deste ano, o ISCSP fez aprovar, a 12FEV2010, e publicitar no seu sítio electrónico a 28MAI2010, um regulamento.

 

Estivesse eu errada, nunca teria havido qualquer necessidade destas duas acções serem tomadas. Mas o ISCSP nunca me reconheceu a razão. A UTL, em nome de uma autonomia conveniente, foi conivente com esta posição. O MCTES comprovou a ineficiência e a inoperacionalidade, a MENTIRA e o DESPREZO, de um (des)Governo Central desligado das/os suas/seus cidadãs/ãos.


Enquanto ISCSPiana orgulhosa de um passado digno e desejosa de um futuro próspero para a Instituição a que chamei de Casa, enquanto Mestranda e futura Investigadora de um Centro de Investigação do ISCSP (CAPP), enquanto antiga Vice-Presidente do Núcleo de Estudantes de Ciência Política do ISCSP, enquanto cidadã interessada e activista académica e, acima de tudo, representando eu, pelas minhas características pessoais e académicas, um input promissor para as actividades do ISCSP, afirmo:

 

- que me sinto lesada e magoada pela forma insultuosa como o ISCSP me tratou, nas pessoas do Presidente e Secretário do ISCSP, respectivamente Professor Catedrático Doutor João Bilhim e Acácio Santos,


- que estou profundamente agradecida à minha advogada e amiga, a Samuel de Paiva Pires, meu colega e amigo, e a todas as pessoas que, directa ou indirectamente, colaboraram nesta saga e demonstraram a sua solidariedade pela busca de uma justiça que não chegou,

 

- que, apesar de me encontrar, há algum tempo, com graves problemas de saúde, que me impediram de, se calhar, tentar “vencer pelo cansaço”, como se diz na gíria, continuarei presente, enquanto estudante do ISCSP, e desperta, enquanto activista cívica, na luta pela transparência, verdade, justiça e reconhecimento do mérito. Afinal de contas, a minha formação pessoal leva-me a valorizar pessoas e eu nunca deveria ter sido uma excepção a este apanágio.

 

Consulte os pormenores desta VERGONHA em http://silviavermelho.com.sapo.pt/iscspleaks.htm e contribua para que o ISCSP possa um dia ter, como seus responsáveis, pessoas que cumpram o lema da Instituição, pessoas que valorizem pessoas.

 

E já agora! Se o Presidente e Secretário do ISCSP, respectivamente Professor Catedrático Doutor João Bilhim e Acácio Santos, se sentirem lesados por eu denunciar, por esta via, o destempero da sua postura, o desprezo a que votaram a melhor aluna, tal qual moedeiros falsos, coxos e vesgos da verdade, como se eu fosse limitada no entendimento, assim me maltratando, via esta que é pública e infinita, como o é uma almofada de penas rota, as quais depois de espalhadas nunca mais se apanham, que me façam um favor! Processem-me!

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publicado às 22:41


80 comentários

De Anónimo a 17.01.2011 às 23:17


Que vergonha! Que vergonha!

Não é o ISCSP que diz que valoriza as pessoas? Onde foi que eu li «We value people»?

São estes personagens, os tais que empenham o nosso País, a nossa juventude, e obrigam os mais jovens a pagar pelas asneiras que fazem.

Acho que a estudantada devia organizar-se toda, exigir uma resposta e obrigar os Senhores a pagar à aluna.

Quem é que há tempos falava em geração RASCA? Quem é que é RASCA no meio disto tudo?


De Fernando Santos a 18.01.2011 às 00:45

E eu era o segundo na lista, com uma média de 15,56 Valores...

Foi de facto uma vergonha aquilo que se passou...

De José Gonçalo Santa Rita a 18.01.2011 às 09:09

Nandinho, o segundo da lista nunca na vida ganhou nada... Muito menos aqueles que demoram 50 anos a terminar o curso! ai ai ai... estes miúdos sempre a querer aparecer! 

De CGP a 18.01.2011 às 01:17

Li a resposta do ISCSP. Eles invocam que o referido Gonçalo não terá feito exames em períodos extra, e que o prémio só é destinado a pessoas nessa situação. É verdade? A ser, o ISCSP tem razão.

Nota: estou fora do assunto e apenas pretendo ser esclarecido, pois o seu caso a ser como o descreve é perfeitamente revoltante.

De Silvia S. Vermelho a 18.01.2011 às 09:01

Olá,

não foi apresentado qualquer nome do meu colega (que não se chama Gonçalo), até porque ele não tem culpa da situação nem é (directamente) chamado ao caso.


Não, não é verdade, porque o ISCSP carece de documentos que informem com comprovem esse critério arbitrário que alegaram para impedir a minha elegibilidade (cfe. doc. linkado no texto). O reconhecimento deste facto foi implícito quando fizeram aprovar um novo (e único) Regulamento um mês depois da minha queixa...


Ou seja, em termos legais, tenho razão, como se não bastasse a pena tê-la em termos de bom senso e morais, uma vez que o único "exame" que fiz em Setembro foi a apresentação do relatório de estágio (que havia sido feito em 2008), como explico nos meus documentos, apenas e só porque, chegada de Itália, as minhas equivalências foram apenas aprovadas em Agosto e a Licenciatura, na altura, encontrava-se em transição de Coordenador, o que provocou irregularidades na data de apresentação de Julho (o que prejudicou gravemente, apesar de outras maneiras, outr@s colegas meus/minhas).


O ano lectivo 2008/2009 compreendeu, até, quatro épocas, contando com Novembro.


Enfim, tudo explicado detalhadamente nos documentos que apresento.

De Nuno Castelo-Branco a 18.01.2011 às 10:58

Sílvia, bem sei que este caso é bem mais grave que aquele outro, sem consequências de maior, ocorrido nos anos 80. Tinha chegado a Portugal, uma obra do sr. Umberto Ecco, aliás bastante lida e comentada e que serviria para argumento de um filme. Fui o primeiro a proceder a um trabalho acerca do dito livro e creio ter ficado tão aceitável que o docente solicitou o manuscrito, pois queria-o guardar. Dei-o, sem qualquer problema. No ano seguinte, foi com espanto que vi o meu trabalho circular como ferramenta de apoio e com bastante surpresa, lá estava o nome do docente! Assim mesmo, sem qualquer referência ao patarata que tinha perdido uns meses de estudo. Sinceramente...

De CGP a 18.01.2011 às 16:16

Ok. Se assim é, tem razão em se sentir injustiçada.

Mas deixe-me dar-lhe um conselho. Em Portugal, e o ISCSP não é excepção (PELO CONTRÁRIO), a forma ou a legalidade, ou a aparência, prevalecem sobre o fundo, sobre o mérito intrínseco, sobre a razão e o conhecimento em geral. Aconselho-a a afastar-se o mais possível dessa instituição, que a maltratou. Faça o seu luto e deixe-se de 'orgulhos iscspianos', que são perfeitamente ridículos (é uma Instituição rasca e sem a mínima das nobrezas - até pelo seu passado de apoio colonialista, diga-se en passant). Sou ex-aluno, licenciado 2 anos antes de si, e sei do que falo. Cedo, logo no 1º ano na verdade, me apercebi do quão rasca e podre era a instituição ISCSP. Hoje trabalho totalmente fora de tudo o que tenha a ver com essa instituição e acredite que me sinto melhor. Mais, se não fosse este texto, nem me voltaria provavelmente a recordar destes métodos do ISCSP tão cedo. Repito o conselho: afaste-se dessa gente, que é reles e não merece a menor consideração.

Cumprimentos 'iscspianos'.

De Silvia S. Vermelho a 18.01.2011 às 16:19

Obrigada pelo testemunho, CGP.

De Carina Sequeira a 18.01.2011 às 02:42

Boa noite Silvia,

Enquanto ex-aluna só posso honestamente lamentar que tal tenha sucedido. Parece-me evidente que o seu mérito é inquestionável, muito embora o ISCSP possa agora alegar outras questões regulamentares como por exemplo: a frequência de exames de época especial. Creio efectivamente ter-se tratado de um processo burocrático e complexo à imagem do que ,infelizmente o ISCSP nos tem habituado. Folgo em saber que apesar da forte ligação que a une ao Instituto, não hesita em levar esta luta adiante, torná-la pública e divulgá-la com a transparência que o faz aqui. Será com certeza com contributos como o seu, que o ISCSP poderá dar o passo decisivo para em concreto conseguir valorizar quem nele confia a sua educação superior.

Cumprimentos.

De Silvia S. Vermelho a 18.01.2011 às 09:04

Bom dia Carina,


obrigada pelas suas palavras de apoio.


De facto, o ISCSP poderia alegar tudo isso - se tivesse fundamentação através de regulamentação escrita válida, o que não acontecia (ver doc. linkado no post). Daí a revolta, porque, em primeira instância, joga-se no plano *legal* e nem tanto moral ou de bom senso...

De José Gonçalo Santa Rita a 18.01.2011 às 08:47

Tanta coisa por causa de 1500€? Paz à tua alma...

De Silvia S. Vermelho a 18.01.2011 às 08:52

Não. Desconheço, até, qual o valor monetário do prémio, mas cheguei a sugerir que dessem a verba ao meu colega mas o diploma a quem de direito: eu.
Tudo isto e muito mais por uma questão de justiça.

De Silvia S. Vermelho a 18.01.2011 às 09:08

Ah! E, para além disso, se fosse uma questão de dinheiro, já o teria na mão o ano passado, quando Acácio Santos, a título de um quase-suborno barato e RASCA, me amavelmente perguntou, após a minha terceira reclamação, se queria o dinheiro por cheque ou transferência bancária (sem reconhecimento PÚBLICO ou PRIVADO [mediante recepção do certificado que o comprovaria] do meu direito a receber essa verba!

Ainda me pergunto como justificariam essa verba na Contabilidade...

De José Gonçalo Santa Rita a 18.01.2011 às 09:16

Bem... Mas para isso servem os tribunais. Quanto à falta de regulamento que argumentas não tens razão. Antes até de acabares a licenciatura já havia um "miniregulamento" onde constavam os critérios de atribuição do prémio. Um desses critérios era o ter tudo terminado na época de setembro! Assim, se fizeste algum exame na época de finalistas ou se entregaste o trabalho de fim de curso depois de setembro... minha cara, não tens razão!

De Silvia S. Vermelho a 18.01.2011 às 09:20

Uma das coisas que me irrita são pessoas que opinam sem lerem. Como tu, que te atreves a usar o nome de José Gonçalo Santa Rita para fazeres essas apreciações que demonstram que não leste patavina do que comentas.


Em primeiro lugar não há *mini-regulamentos*. Depois, os procedimentos para, juridicamente, resolver esta questão em sede própria, foram tomados (Freitas do Amaral para questões de Direito Administrativo e o historial que apresento para teu esclarecimento).


Em segundo lugar, esse pseudo-mini-regulamento, que nem mini nem regulamento o é, está disponível para consulta no anexo 1, que linko no post, onde se refere expressa e unicamente ao ano de 1999 com a data de OUTUBRO.


Enfim, comentários bem dispensáveis, se houvesse uma leitura prévia...

De Anónimo a 18.01.2011 às 15:31

Gonçalinho da vida airada, pois de airosa, a ver pelas suas intervenções, nada tem, mas, dizia eu, gonçalinho, até podia ser um euro. Ou um cêntimo.
É uma questão de princípio e de direito.

Agora, uma vez que gostas tanto de intervir com boquinhas botóxicas, que tal se começares a preparar a bancada para a venda da sardinha nas festas populares? Ainda tens tempo, mas não guardes para amanhã o que podes fazer hoje.


 

De Liliana a 18.01.2011 às 09:11


olá Silvia ,

Acredita que esta injustiça não passa so por ti!
no curso de sociologia um colega meu acabou com 15 valores, o melhor da turma. Mas como a nossa faculdade valoriza pessoas, decidiram ser influênciados por cunhas e aceitar se calhar belas prendas de uma colega cuja media é inferior. e ele como trabalhador estudante que foi em todo o seu precurso no iscsp, não deixou de estar presente em investigação, e em outros cursos.

se não fosse o já estares a tirar o mestrado e já teres gasto um bom dinheiro dizia para virar as costas... isso realmente não é escola para ninguem.

lembro-me perfeitamente que a minha média era 15 e eles a passar o certificado enganaram-se! e nem tão pouco queriam assumir o erro! se não fossem Professores como a Catarina Casanova, aquele instituto já estava no abismo!

De Silvia S. Vermelho a 18.01.2011 às 09:21

Obrigada, Liliana!

De Anónimo a 18.01.2011 às 15:34

Aposto que como a Liliana há mais com razões de queixa. É só começar a «esgravatar».

Senhor Bilhim, vá venha até aqui, que nesta altura já há-de saber que há uma aluna - aquela que foi a melhor do curso- que pôs cá fora, o que daria jeito ficar intra muros.

Aceitando o convite, explique-nos qual a relação entre o Homem, um homem e a palavra deste...

De Teresa a 18.01.2011 às 23:16

Cara Liliana,

Sabe que é feio e fica-lhe mal vir para a internet difamar pessoas e situções que não conhece ou, mais grave ainda, que conhece e tenta dar-lhes outra abordagem, neste caso, desonesta e que não corresponde à verdade.

Não sei se se informou, mas está expressamente acente no regulamento de tal prémio que um aluno que tenha terminado a sua licenciatura no prazo normal (3 anos, com bolonha) tem PREFERÊNCIA sobre outro que o tenha feito num período mais alargado (neste caso, 4 anos), seja ele trabalhador estudante ou não e tenha ele tido o PERCURSO que tiver. O que faz, efectivamente, todo o sentido, visto que se eu demorar mais 2 ou 3 anos a terminar a minha licenciatura, com toda a certeza, terei oportunidade de obter melhores resultados.

Cunhas e prendas? Aconselho-a é a deixar-se de possiveis dores de cotovelo e de parar de difamar colegas que conseguiram, com todo o mérito, superar-se a si mesmas e aos restantes colegas. E de vir aqui comparar este caso ao da nossa colega Sílvia, vitíma de uma injustiça que nada tem que ver com a caso "inventado" pela Liliana.

De Liliana a 18.01.2011 às 09:13

e sim, acima de tudo acredito na Sílvia não sendo uma questão de dinheiro, mas uma questão de " estão a passar por cima de mim", " estão a dar a outra pessoa um titulo que é meu", " e o meu orgulho no meio disto"?

De José Gonçalo Santa Rita a 18.01.2011 às 09:17

o orgulho é um pecado capital! arrependei-vos!

De Liliana a 18.01.2011 às 09:34


E por ser?! não quer dizer que eu seja catolica oara me guiar nesses onda do cristianismo!

e poupa-te de comentarios estupidos que acho que não são bem vindos aqui!

De Anónimo a 18.01.2011 às 15:36

Gonçalinho, pá, atravessas-te outra vez no meu caminho, e brincas com o que não deves. És um diabrete, com cornitos encaracolados, daqueles que não dão para tirar a caca das unhas, tás a ver?

De José Gonçalo Santa Rita a 18.01.2011 às 09:38

mas os 1500€ já são bem vindos... miúda supera isso! imprime uma merda qq e faz uma cerimónia com a família! 

De Anónimo a 18.01.2011 às 15:39

Gonçalinho, merda não! A merda não se imprime pá.

Cá me queria parecer que tens os intestinos ligados à cabeça, deves ser o protótipo do «cara de cú», pois sempre que escancaras esse orifício botóxico plantado no que presumo ser um focinho, só largas bosta.

De Carlos Cabral a 18.01.2011 às 09:51

Infelizmente é com cobardolas como este auto denominado"Santa Rita" que o país vive e convive.
Pessoas sem formação cívica e moral, que se escondem atrás de um nick e mandam umas "bocas" a troco sabe-se lá do quê.
Força Sílvia...sabemos que tens razão...e acima tudo convictos que não é a "merda" do dinheiro que te move.

Obrigado por seres diferente, numa sociedade corrupta e imoral.

Estou contigo.

De Silvia S. Vermelho a 18.01.2011 às 10:02

Obrigada, Carlos.

De Nuno Zimas a 18.01.2011 às 11:34


Combatividade muito louvável, sobretudo numa época em que a domesticação dos servos da gleba campeia.
Estudei e trabalhei no ISCSP entre 1995 e 2003. Conheço bem o Acácio e a sua mesquinha mentalidade de capo menor da 'Ndanghreta Iscpista. 
Revanchista astuto e meticuloso, já no meu tempo fez de tudo para penalizar os alunos mais brilhantes, entre os quais *não figuro* (era demasiado subversivo :)), ao mesmo tempo que favorecia a clientela acarneirada, submetida aos seus caprichos de déspota burocrático. Uma década volvida, noto com tristeza que a instituição ainda continua por sanear.
Dado o anti-comunismo primário da criatura, é possível que te tenha discriminado pelo teu nome de familía :)
Coragem, rapariga!

De Silvia S. Vermelho a 18.01.2011 às 16:09

Obrigada pelo teu testemunho, Nuno!

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