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Mas quererá fazer-nos passar por parvos?

por Eduardo F., em 18.01.12
Segundo o Expresso, Gabriela Canavilhas, autora da projecto de lei da Cópia Privada (a que o Samuel aqui alude), terá afirmado que "[n]ão são os cidadãos portugueses que devem pagar esta taxa [de discos rígidos, telemóveis, pens, CD, impressoras, etc.]. Esta não se devia notar no preço final do produto". A deputada Canavilhas acha que como os comerciantes têm uma margem "excessiva" nesses produtos devem ser eles a suportar a "taxa", diminuindo as suas margens. E qual é a autoridade da ex-ministra para achar que a margem é excessiva? Não será antes a remuneração que aufere enquanto deputada que é, ela sim, manifestamente excessiva? Com quantos mais empregos e empresas quer a deputada acabar?

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publicado às 18:51


2 comentários

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De Costa a 18.01.2012 às 21:26

A senhora em causa, limita-se a agir como boa socialista: decidir do dinheiro dos outros, para prover aos amigos (dela).

E viver bem, pois claro!

Costa
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De Nuno Castelo-Branco a 18.01.2012 às 22:01

Olha, até te conto um episódio engraçado: há uns tempos, quando da estreia de "Os Mistérios de Lisboa" na Cinemateca, a Dona Canavilhas lá estava como ministra. A directora Maria João Seixas proferiu umas breves palavras de apresentação da película e agradeceu a presença de duas pessoas: "a primeira, a senhora ministra da Cultura"...


(silêncio numa sala que subitamente congelou)


... "e a segunda, a Sra. Dª Ana Maria Plácido Castelo Branco, trineta de Camilo, aqui presente com a sua família". 


(uma estrondosa ovação (de agravo para "a outra" e o que representava).


Nota: a minha mãe já leu Camilo de fio a pavio, mas não escreve: pinta e desenha muito bem.


Gostei da experiência.

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