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Bem diferente do cinema a que nos vem habituando em tempos mais recentes. Nele, Clint Eastwood faz uma incursão pelo amor maduro e proíbido. Francesca era casada, tinha uma família que confiava nela. E foi o envolvimento familiar que pesou na hora de todas as decisões.

Acho que fez bem no querer guardar aquele amor interdito, como um tesouro, a que se recorre sempre nos momentos menos bons, porque ele aí está - intacto e perfeito, nunca ameaçado pelo tempo.

Mas como não me emocionar com aqueles quatro dias, passados na cumplicidade das pontes cobertas de Iowa?

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publicado às 23:00

   

 

Territórios habitados desde o Drang Nach Osten por populações alemãs há mais de sete séculos, a região dos Sudetas, a Silésia, a Pomerânia e a Prússia Oriental foram esvaziadas dos seus proprietários pelos acordos celebrados entre as potências vencedoras da II Guerra Mundial.

 

Apesar da inicial repugnância do governo polaco no exílio (Londres), a Polónia ocupada pelo Exército Vermelho, foi obrigada a aceitar as novas fronteiras ditadas por Estaline, o que pressupunha uma deslocação em direcção ao ocidente. Impune da partilha celebrada com Hitler em 23 de Agosto de 1939, a URSS ocupou uma vasta região  que desde a Finlândia  ao Mar Negro, lhe ofereceu vastos territórios e populações não russas, cumprindo-se o desígnio estratégico de futuras intervenções na Europa Central e balcânica. Consequentemente, a indiferença total pelos direitos das populações e pela própria Carta do Atlântico que daria origem à ONU, encetou uma política de desapossamento de terras com a clara intenção de uma posterior colonização com elementos étnicos mais conformes  com a necessária fidelidade a Moscovo. É assim que os países bálticos verão alterada a componente étnica de cada um, com o estabelecimento de grandes contingentes russos que hoje ainda são um elemento desestabilizador a favor da política do regime de Putin. Aos assumidos morticínios da população civil alemã do leste do Reich, seguiu-se a limpeza étnica que o novo governo vassalo em Varsóvia, gostosa e brutalmente seguiu contra toda a legalidade estabelecida pela própria lei internacional gizada pelos vencedores.

 

O caso checo não foi diferente. Violações, roubos e assassinatos indiscriminados contra os alemães da Boémia e da Morávia, fizeram desaparecer uma população que durante séculos contribuiu poderosamente para a prosperidade daquela antiga região do império austríaco.

 

Não foram apenas os alemães o alvo das perseguições, morticínios, violações de direitos básicos e roubo. Húngaros, italianos, romenos da Moldávia, ucranianos, polacos dos antigos territórios do leste da Polónia pré-1939 ou os finlandeses da Carélia, sofreram as consequências da Nova Ordem ditada pela União Soviética, com o beneplácito das sempre ignaras e desinteressadas administrações norte-americanas de Roosevelt e dos seu herdeiro Truman.

 

O chamado Tratado de Lisboa, o desesperado sofisma para garantir alguma viabilidade a um projecto que apenas poderá ser comum para uns tantos, concedeu aos checos, excepções que desmentem cabalmente o princípio igualitário da Lei, sempre tão anunciado como a essencial base de construção de uma União que se desejaria forte e onde a equidade se sobreporia sempre ao livre arbítrio da prepotência.

 

A cedência diante da chantagem de Praga e também de Varsóvia, somada ao deplorável exemplo exercido contra os dinamarquesas e mais recentemente sobre a Irlanda, desmente todo o desfiar do rosário de boas intenções. Pior, mina indelevelmente pela desonra, a Comissão Europeia, o Parlamento de Estrasburgo e os governos do verdadeiro directório que não soube ser firme na primordial e indiscutível questão dos Direitos Humanos.

 

Os portugueses foram há três décadas, os protagonistas da maior deslocação de populações europeias desde o fim da II Guerra Mundial. Em silêncio, como é timbre da nossa pacata gente, aceitámos a afronta e todos os dias ainda deparamos com os arrogantes sátrapas e carrascos que contra toda a legitimidade nos fizeram aceitar o bafo dos "novos ventos da história", sob pena do total abandono e mais que provável desaparecimento do mundo dos vivos.

 

Durante mais de um século e aqui mesmo ao lado, os portugueses de um determinado território viram-se despojados dos seus direitos nacionais, sendo-lhes interditado o ensino da sua língua pátria. Desenraizados e separados pelo abismo cavado pelo ocupante, os oliventinos conservaram os nomes, as velhas recordações. Cuidam dos seus antigos monumentos que ainda ostentam as pedras de armas do Estado que os fez erguer perpetuamente. Deixaram de ser uma parte dos povos de expressão portuguesa, é certo. No entanto, ao contrário de outros, permaneceram nas suas casas e terras. A tradicional brutalidade castelhana não chegou ao ponto de os fazer desaparecer fisicamente.

 

A partir deste "caso checo", deixemo-nos de ilusões. A Europa mais não é senão um enunciado de boas intenções e prometidos negócios que conduzirão ao previsível fracasso final. Trata-se de uma mera questão plutocrática.

 

Como última nota, saliente-se a presteza com que o Estado português colaborou nesta decisão. Compreende-se.

 

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publicado às 15:56

 

se divertia a pisar, bem forte, aquele tapete de folhas caídas. De mãos dadas, lembrava-se, a sensação era melhor ainda. Escutar o crepitar. Começaram aí a sulcar juntos as estradas da vida.

Mas agora o Nelo estava longe; que não demoraria, prometera-lhe.

Apeteceu-lhe escrever um poema para quando voltasse, mas tudo lhe parecia tão prosaico: a única rima de que se lembrava era " amores " e " flores - as flores que ele lhe prendia no cabelo... Não, a poesia estava no que sentia, não nas palavras, e isso saberia comunicar ao Nelo. Quando ele viesse; logo que ele viesse.

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publicado às 00:43

Mitras, gunas e afins

por Nuno Castelo-Branco, em 30.10.09

 

Pronto, já está!

 

Uma vez que não se prevê um grande entusiasmo popular em torno das comemorações do centenário, já se delineia uma nova hipótese de excitação patrioteira em torno do chamado ícone nacional, o sr. Cristiano Ronaldo. Embora recuse o epíteto de salvador da pátria,  há por aí quem roa as unhas até ao sabugo, na perspectiva de reedição do título de Melhor do Mundo que já conquistou em 2008.

 

Temos programa. Primeiro, o suspense pela participação no Mundial. Depois, as notícias alarmantes acerca do tornozelo do rapaz, o perfeito sucedâneo ao pifismo da gripe A, já com os dias contados. Finalmente, as Flash, Caras, Maria e outras publicações da intelectualidade do eixo Belém-S.Bento-Minipreço, terão farta colheita de divisas provenientes de reportagens acerca dos joanetes da lady-mãe do jogador, lipoaspiração das rechonchudas coxas da mana-cantora, da depilação em forma de coração da amiga do momento, ou das almofadas de brilhante veludo preto bordadas com as inicias CR a ouro ou prata. 

 

O pior é se o ranhoso-mitra das Pampas obtém o "título". Era só o que nos faltava...

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publicado às 18:13

 são ingovernáveis fora de regimes autoritários, dizia eu ontem ao João Pedro. Já os romanos o diziam dos lusitanos. Mas se é verdade que tendemos para essa síndrome de " cabeça dura ", ela não tem de ser  uma verdade absoluta. Ontem mesmo se falou na política de sucesso e ordem, em liberdade, que teve como rostos mais visíveis o monarca espanhol e o seu Primeiro Ministro Adolfo Suarez.. Hoje, num blogue de que gosto, encontro um artigo de que sobressai a frase "Siempre me ha llamado mucho la atención la respetabilidad absoluta que ha tenido el rey en la época moderna y su papel moderador".

Está tudo interligado.

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publicado às 00:01

Não haverá uma mão caridosa

por Cristina Ribeiro, em 29.10.09

que faça chegar a Rita Rato- às muitas que há neste país, pois só assim se percebe o voto no comunismo - este texto, imprescindível a todos, tenham ou não uma licenciatura em Ciência Política, de Miguel Castelo Branco, Preencheria as lacunas escandalosas no conhecimento de uma Deputada da Nação.

E, já agora, a Hollywood, também. Um " argumento "  que seria, por certo, um grande êxito de bilheteira.

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publicado às 19:40

Duas notas sobre o discurso de Sócrates

por Nuno Castelo-Branco, em 29.10.09

 

 

A tomada de posse do governo de continuidade presidido por José Sócrates, trouxe poucas novidades. Na verdade, apenas a menção à república, consistiu em algo de inédito e que não mereceu qualquer comentário pelos geralmente atentos analistas políticos.

 

1. A questão das prioridades do investimento público. Não tenhamos qualquer tipo de ilusões quanto a isto. O 1º ministro irá insistir nos Trabalhos de Imhotep, impondo-nos o TGV, a terceira autoestrada para o Porto e o substituto da Portela. No entanto, os mais recentes dados fornecidos pelas Nações Unidas, colocam Portugal num excelente 23º lugar mundial, no que respeita a infraestruturas. Pelo contrário, o ranking nacional quanto à justiça, educação e competitividade, é desastroso. A obsessão no favorecimento do sector da construção civil, poderá ser satisfeita, se se atender à urgente reabilitação das zonas históricas das grandes cidades, onde o parque imobiliário anterior ao século XX, está vergonhosamente votado á completa ruína. Este crime deverá ser erradicado da vista de todos, em benefício do interesse geral.

O relatório independente, da ONU, é por si próprio uma advertência - quase um indicativo para um bom programa de governo - que serve de conselho para as necessárias prioridades da acção governamental. Esperemos e aguardemos.

 

2. A questão da república. 

Sócrates iniciou o seu discurso com um apelo aos "valores republicanos", tendo-o terminado com uma evocação ao primeiro - e possivelmente derradeiro - centenário comemorativo da subversão que o 5 de Outubro de 1910 representou. 

 

Sabemos de fonte segura que o 1º ministro é um pragmático destes dias de contas, balanços e imediatismo mediático. Se amanhã fosse instaurada a Monarquia, Sócrates diligentemente a serviria, como regime de todas as liberdades e da independência nacional. Pouco lhe interessam aspectos filosóficos, históricos ou conceptuais e se alguém pretender aprofundar um certo tipo de questões, lá replica com o costumeiro ..."está a querer complicar?"

 

Pelos vistos, desta vez parece que sim. Provavelmente, José Sócrates sofre umas quantas influências doutorais de Mário Soares, exímio contador de estórias, algumas mais verídicas que outras e no caso da república de 1910, parte integral da apologética de uma situação que tendo sido escandalosa, violenta e absurda, serve de justificação para a sempre necessária ligação no tempo, a tal almejada e imprescindível continuidade que legitima.

 

O caso do Centenário da República, surge no momento exacto. As dificuldades que se avizinham de uma situação económica, política e social de limites ainda indefiníveis mas certamente graves, conduz à necessidade de um paliativo urgente, ou seja, a montagem do espectáculo de circo. Sem qualquer hipótese de reedição de um campeonato de futebol internacional, como mobilizar a distracção popular? Não existe dinheiro para mais uma Expo de promoção ao umbigo em torno do qual o regime gira, Portugal não venceu a Eurovisão em 2009, o Mundial da FIFA realizar-se-á na África do Sul e não consta ser possível unir patrioticamente os portugueses, tal como aconteceu durante o processo que conduziu à independência da Timor.

 

Resta-lhes a patranha republicana. No entanto, o 1º ministro poderá ter a certeza de que anda por aí muita gente a ..."querer complicar". Num momento em que praticamente se extinguiu a geração monárquica dos pergaminhos, linhagens e heráldicas, o sistema instalado pode contar com uma feroz e radical oposição que não deixará de apresentar a verdade aos portugueses. Regime espúrio, ilegal, prepotente e violento, a república foi a forja fatal do desgraçado século XX a que este país se submeteu, tal canga por castigos imerecidos. Os monárquicos de hoje são académicos, preenchem lugares relevantes em todos os campos profissionais, têm influência e como o regime bem sabe, possuem uma audiência sem precedentes. A mentira e o reescrever de uma estória mal contada, não passarão.

 

A chamada ao previsível carnaval do Centenário da República, consiste num erro crasso que evidenciará ainda mais, as profundas clivagens existentes entre os próprios detentores dos mais altos cargos da dita instituição. Os tristes acontecimentos do passado 5 de Outubro de 2009 assim o demonstraram.

 

Sim, vamos "querer complicar". Neste aspecto, o quanto pior-melhor, serve perfeitamente e até contamos com a preciosa ajuda do residente de Belém, do 1º ministro e dos chefes da oposição. Perfeito!

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publicado às 12:13

O último postal que dele recebi

por Cristina Ribeiro, em 28.10.09

 

vinha endereçado de lugar mais próximo do que aqueles a que me habituou. Disse-me depois que tinha escolhido outro destino, mas que questões quase de última hora o tinham levado à Andaluzia. Como sempre, muito expressivo o postal, a fazer o roteiro visual dos sítios por onde andara. E eu, que daquela região o mais longe que fui foi a Córdoba, com ele viajei até Granada, Cádis, ou Ronda.

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publicado às 21:41

cada povo tem a que merece? O PREC  por lá não existiu, não houve rupturas abruptas porque, apesar dos pesares, Franco teve a suprema sabedoria de olhar o futuro: sabia que as coisas não poderiam continuar  tais como estavam, indefinidamente, e tratou de assegurar uma transição pacífica. Juan Carlos teve a ajuda, imensa, de um estadista de mérito - Adolfo Suárez foi uma peça fundamental nessa passagem de testemunho. Depois, por lá ,as coisas nem sempre correram bem, é certo, mas aqui começaram  tortas.

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publicado às 12:21

O que têm em comum Rita Rato e José Saramago?

por Samuel de Paiva Pires, em 27.10.09

Além de serem comunistas, são igualmente ignorantes e boçais nas respectivas afirmações recentes.

 

 

Saramago destila ódio contra a Bíblia, ao mesmo tempo que mascara as atrocidades do comunismo. Esquece-se que a forma muitas vezes se sobrepõe à susbstância, e por mais razão que pudesse ter, a forma como se manifestou acabou por ganhar preponderância. Também não comungo é das opiniões de virgens ofendidas que acham que Saramago deveria renegar à nacionalidade ou calar-se. Devíamos era realmente ser como os ingleses, extremistas para com os extremistas, como escrevia na edição de ontem do Público Miguel Esteves Cardoso. Isto é, deixarmos de ser cinzentos e hipócritas, e nisso, "chapeau" a Saramago. Houvessem mais como ele, dispostos a dizer o que pensam, sem papas na língua. E houvessem muitos mais a demonstrar-lhe as evidências da sua ignorância e a tratá-lo como merece, e não como uma "vaca sagrada" só porque recebeu um Nobel.

 

 

Rita Rato, licenciada em Ciência Política e Relações Internacionais, pela Universidade Nova, ou não sabe por onde passou, ou o ensino superior nesta área está cada vez pior. Valha-nos o ISCSP, ao menos. Ou então, é apenas mais um crónico caso de ignorância "à la" comunista.

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publicado às 00:26

Dobre!

por Samuel de Paiva Pires, em 27.10.09

 

(Palácio Presidencial)

 

Excelente conferência, com oradores de luxo, e pitoresca e engraçada a cidade de Bratislava. Nada como nos dois filmes que todos os visitantes da Eslováquia têm como referência, Hostel e Eurotrip. Moderna, desenvolvida, limpa e cuidada. Mas será o Soska quem melhor poderá elucidar os leitores sobre a cidade, tendo em conta que eu só lá passei 5 dias e que ele viveu lá durante algum tempo. No fim de semana conto deixar por aqui um artigo sobre a conferência e temáticas relacionadas com a agenda actual da NATO.

 

(vista sobre o Danúbio e Novy Most - Ponte Nova)

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publicado às 00:13

Programa para a noite de Terça-feira

por Samuel de Paiva Pires, em 27.10.09

 

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publicado às 00:11

" O Som do Silêncio" que " vi " nesta fotografia

por Cristina Ribeiro, em 26.10.09

                                  ( esta não fui eu que a tirei, com pena minha )

 

 

de JAA, não o vi eu por paragens escocesas, muito provavelmente porque lá estive no Verão, Estação que, naturalmente, é barulhenta.

Vi-o mais tarde, num fim de Primavera, em Lake District, bem junto dessa mesma Escócia, entre lagos e montanhas, pejadas de florinhas amarelas, a que chamamos campainhas; e como me foi fácil imaginar o encanto que, ao percorrê-las, sentiram  aquelas " três pessoas com uma só alma " - nas palavras de uma delas - , Wordsworth, Cooleridge e Dorothy.

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publicado às 19:14

a Ler

por Manuel Pinto de Rezende, em 26.10.09

O Liberalismo Constitucional 1826-1926

O Pensamento Político de Luís de Magalhães.

Luís de Magalhães discute com um famoso integralista o tradicionalismo da Carta, e lança novas luzes sobre esse período conturbado da história de Portugal, as Guerras Liberais.

 

Obrigatório.

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publicado às 17:19

 

- Estou aqui há um bom bocado, divertindo-me ao ver aquela donzela teimando montar o cavalo, que a não suporta no lombo...

-Ah! sei de quem se trata; até parece ter apostado com alguém que o conseguiria...

- Não achais que seria uma boa acção dizer-lhe que mais vale burro que a leve do que cavalo que a derrube?

-Hmm! está-me cá a parecer que vos preparais para escrever uma das vossas famosas sátiras. Só espero que não ponhais na boca da pobre Inês aquela linguagem brejeira...

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publicado às 23:55

Resto de um bom Domingo...

por Silvia Vermelho, em 25.10.09

...já que o meu vai ser passado em arrumações enfadonhas de papelada e mais papelada, depois de uma noite bem dormida, que o cansaço da VII Sessão de Selecção Regional do Parlamento Europeu de Jovens, em Coimbra (de onde cheguei ontem à noite), bem fez precisar.

 

Para reflexão:

 

Proveniência da imagem e contexto aqui.

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publicado às 16:19

henry adams

por Manuel Pinto de Rezende, em 25.10.09

All Civilisation is Centralisation.

All Centralisation is Civilisation.

Therefore all Civilisation is the survival of the most economical (cheapest)...

Under economic centralisation Asia is cheaper than Europe.

 

The world tends to economic centralisation.

Therefore, Asia tends to survive, and Europe to perish.

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publicado às 12:42

De Bulhão Pato conheço, só, alguns, poucos, poemas.

por Cristina Ribeiro, em 25.10.09

 

Lendo, porém, mais um capítulo de « O Escritor na Cidade », de João Bigotte Chorão, sei da sua faceta de memorialista, um género literário que me encanta. Que escreveu, entre outros livros de memórias, que, leio na Wikipédia, " são uma interessante fonte para o conhecimento da política portuguesa na última metade do século XIX ", «Sob os Ciprestes », onde evoca " a grande trindade romântica de Garrett, Castilho e Herculano », e fico a saber que o escritor « pinta com mão comovida, mas firme, o quadro em que vive e domina Herculano », ele que nesse exercício de recordar diz  « Eu pinto uma época ». E  assim parece ser , quando ouvimos de Bigotte Chorão, ser o poeta-memorialista « autor de uma pintura de costumes ou de género, em que as personagens e o meio ambiente surgem com toda a minúcia e nitidez, como na arte holandesa ».

Mais adiante, vejo, já mais próximo de nós no tempo, Fidelino de Figueiredo reflectir o memorialismo como  « a posição de espírito de quem se deleita em recordar e entesourar lembranças ». E fecho esta reflexão com aquela frase emblemática de Tomaz de Figueiredo « Ah! , mundo esmagador das recordações. Emendadas umas nas outras, aboiando como de mar sem fundo ».

 

 

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publicado às 00:28

«Falta ao regime que nasceu com o 25 de Abril

por Cristina Ribeiro, em 24.10.09

o mínimo de credibilidade moral», escreveu o insuspeitíssimo Professor António José Saraiva.

 

 

Há 33 anos, no dia correspondente ao de hoje, alguns homens devolveram-nos a esperança, ao livrarem-nos da maior e mais negra das ameaças, e como tal o festejamos, mas bem depressa o alento então insuflado se desvaneceria, até chegarmos ao estado amoral em que nos encontramos.

 

25 de Novembro de 2008

 

**Enganei-me: este post já tinha sido editado. Estava a reeditá-lo no meu arquivo.E como só o administrador o pode apagar...

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publicado às 20:26

E não teria sido, porque hoje esteve um dia cinzento, de chuva miudinha. Chata.

Pelo contrário, no Sábado anterior esteve um dia lindo de Outono, em que o sol começou a querer abandonar-nos já bem no entardecer.

 

Durante muito tempo, na adolescência, e primeiros anos de adulta, era lá, em Valença do Minho que passava as férias. Eu e os meus. Como companheiros, tínhamos, nós as raparigas, principalmente, porque as idades eram similares, os cinco filhos de uns velhos amigos dos pais. Depois, a vida encarregou-se de nos separar, quando uns foram para o Porto, outros para Lisboa; mas também porque os interesses se tornaram outros. Anos mais tarde, e porque a diferença de idades entre eles e os meus irmãos, mais velhos, deixara de ser uma barreira, voltámos a saber deles por via destes. Para esse dia  planeáramos o reencontro; o grupo agora aumentado porque entretanto a maioria casou, e, além das mulheres, havia também crianças. Que só ontem conheci. Foi frente a este lago, com cisnes, e num restaurante que guardou o pitoresco da região, que a festa se fez. Estava frio já, quando os deixámos. Não antes de marcar a data, bem breve, em que virão eles visitar-nos.

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publicado às 18:32

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