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Da religião de estado à verdade única e sacrossanta

por Samuel de Paiva Pires, em 29.02.12

Carl Jung, The Undiscovered Self:

 

"The dictator State has one great advantage over bourgeois reason: along with the individual it swallows up his religious forces. The State has taken the place of God; that is why, seen from this angle, the socialist dictatorships are religions and State slavery is a form of worship. But the religious function cannot be dislocated and falsified in this way without giving rise to secret doubts, which are immediately repressed so as to avoid conflict with the prevailing trend towards mass-mindedness. The result, as always in such cases, is overcompensation in the form of fanaticism, which in its turn is used as a weapon for stamping out the least flicker of opposition. Free opinion is stifled and moral decision ruthlessly suppressed, on the plea that the end justifies the means, even the vilest. The policy of State is exalted to a creed, the leader of party boss becomes a demigod beyond good and evil, and his votaries are honored as heroes, martyrs, apostles, missionaries. There is only one truth and beside it no other. It is sacrosanct and above criticism. Anyone who thinks differently is a heretic, who, as we know from history, is threatened with all manner of unpleasant things. Only the party boss, who hols the political power in his hands, can interpret the State doctrine authentically, and he does so just as suits him."

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publicado às 21:30

Brasil: Autoridades pedem tradução de passaporte a português

O jornalista Frederico Roque de Pinho divulgou que a autoridade de viação do Rio de Janeiro - Detran - lhe pediu  para apresentar a tradução do passaporte para matricular o veículo!!!

"Disseram-me que era o trâmite normal quando se trata de um cidadão estrangeiro. Eu insisti que era a mesma língua, e inclusive trata-se de um passaporte europeu, que possui tradução em três idiomas", contou à Lusa Frederico Roque de Pinho.

O documento era exigido como identificação deste jornalista português, que pretendia apenas matricular o carro adquirido recentemente no Brasil.

Face à impossibilidade de fazer uma tradução para a mesma língua, Frederico Roque de Pinho entregou apenas fotocópia autenticada do passaporte.

"De facto, ainda não sei se o aceitaram, porque foi feito apenas o pedido, ainda preciso saber se ficou tudo pronto", acrescentou o português, que está no Brasil para fazer um curso de MBA em Finanças, na Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio de Janeiro.

 

Sinceramente...

 

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publicado às 20:35

Idiotas úteis

por Samuel de Paiva Pires, em 29.02.12

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publicado às 15:51

Um dos argumentos que muitos dos defensores do Acordo Ortográfico têm invocado com insistência é o de que já se realizaram várias reformas ortográficas. Dando de bandeja que, como aqui referi, foram feitas sempre por critérios políticos, por um regime inspirado pelo racionalismo construtivista (I República) e por outro autoritário (Estado Novo ou II República), a verdade é que este argumento cai na falácia da pressuposição. Entre outros, Henrique Monteiro tem sido notável a cair nesta e noutras falácias, como a falácia do historiador e a de argumentum ad consequentiam.

 

O director do Expresso parte de uma premissa que não discute se é verdadeira ou falsa (e que é claramente falsa, pelos motivos a que aqui aludi, nomeadamente por a língua ter origem espontânea, sendo uma instituição pré-política na qual o Estado não se deve intrometer), para concluir que pelo facto de existir esse antecedente, será correcto que incorramos novamente no mesmo tipo de premissa. A conclusão está logicamente errada, e até agora não tenho visto quem nesta incorre a tentar pelo menos justificar a premissa como verdadeira. Porque não o é, e ou não o sabem, ou sabem e de forma intelectualmente desonesta o omitem.

 

Leitura complementar: Contra o processo de apagamento da identidade portuguesa em cursoContra a novilíngua do acordêsContra a submissão ao estado moderno na forma do acordês, acordai portugueses!

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publicado às 12:22

...

por Nuno Castelo-Branco, em 29.02.12

Aqui estaria uma boa cura para este traste: de fuça rapada e de tanga, obrigado a trabalhar sob apertada vigilância num canil municipal, na secção de limpeza de dejectos dos canídeos, seres infinitamente mais valiosos e benignos que este "santo" difusor de péssimas velhas notícias.  Não, de facto as religiões não são "todas iguais".

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publicado às 10:35

A diferença entre religião e credo (Igreja)

por Samuel de Paiva Pires, em 28.02.12

Carl Gustav Jung, The Undiscovered Self:

 

"The religions, however, teach another authority opposed to that of the “world.” The doctrine of the individual’s dependence on God makes just as high a claim upon him as the world does. It may even happen that the absoluteness of this claim estranges him from the word in the same way he is estranged from himself when he succumbs to the collective mentality. He can forfeit his judgment and power of decision in the former case (for the sake of religious doctrine) quite as much as in the latter. This is the goal the religions openly aspire to unless they compromise with the State. When they do, I prefer to call them not “religions” but “creeds.” A creed gives expression to a definite collective belief, whereas the word religion expresses a subjective relationship to certain metaphysical, extramundane factors. A creed is a confession of faith intended chiefly for the world at large and is thus an intramundane affair, while the meaning and purpose of religion lie in the relationship of the individual to God (Christianity, Judaism, Islam) or to the path of salvation and liberation (Buddhism). From this basic fact all ethics is derived, which without the individual’s responsibility before God can be called nothing more than conventional morality.

 

Since they are compromises with mundane reality, the creeds have accordingly seen themselves obliged to undertake a progressive codification of their views, doctrines and customs and in so doing have externalized themselves to such an extent that the authentic religious element in them – the living relationship to and direct confrontation with their extramundane point of reference – has been thrust into the background. The denominational standpoint measures the worth and importance of the subjective religious relationship by the yardstick of traditional doctrine, and where this is not so frequent, as in Protestantism, one immediately hears talk of pietism, sectarianism, eccentricity, and so forth, as soon as anyone claims to be guided by God’s will. A creed coincides with the established Church or, at any rate, forms a public institution whose members include not only true believers but vast numbers of people who can only be described as “indifferent” in matters of religion and who belong to it simply by force of habit. Here the difference between a creed and a religion becomes palpable.

 

To be the adherent of a creed, therefore, is not always a religious matter but more often a social one and, as such, it does nothing to give the individual any foundation. For support he has to depend exclusively on his relation to an authority which is not of this world. The criterion here is not lip service to a creed but the psychological fact that the life of the individual is not determined solely by the ego and its opinions or by social factors, but quite as much, if not more, by a transcendent authority. It is not ethical principles, however lofty, or creeds, however orthodox, that lay the foundations for the freedom and autonomy of the individual, but simply and solely the empirical awareness, the incontrovertible experience of an intensely personal, reciprocal relationship between man and an extramundane authority which acts as a counterpoise to the “world” and its “reason.”"

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publicado às 16:21

Música para hoje: Nancy Wilson - Guess Who I Saw Today

por Samuel de Paiva Pires, em 28.02.12

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publicado às 15:50

O enfermo

por Pedro Quartin Graça, em 28.02.12

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publicado às 11:57

Pacífico volver

por Nuno Castelo-Branco, em 28.02.12

 

Putin está em campanha e tal como um seu já longínquo predecessor que no ano de 1941 apelava à Santa Mãe Rússia, o candidato-já eleito faz subir a parada, não se contendo nas palavras. O discurso patriótico que envereda sempre por aquele caminho que tem como estação terminal as Forças Armadas, pode ser facilmente lido nas suas entrelinhas. Em jogo estão interesses económicos e a luta pelo controlo da energia, daí a "extrema preocupação" com eventos ocorridos no norte de África e agora, na Síria. As empresas russas habituadas a monopólios, são agora substituídas por concorrentes ocidentais. Tudo isto, no seguimento do desabar do poder russo no Cáucaso e correspondente penetração norte-americana na Ásia central ex-soviética. Desta forma, a afirmação da incredulidade pelo desejo dos EUA em tornarem-se invulneráveis a qualquer ataque, só poderá ser um exercício de wishful thinking, pois a invulnerabilidade a qualquer tipo de ameaça, deveria ser o objectivo primeiro de qualquer Estado independente, principalmente quando, como é o caso, se trata de uma potência ainda hegemónica. O antigo discurso do maior país do mundo que "vive cercado" por inimigos em potência, renasce das cinzas e de facto, todos os programas de armamento soviéticos, tiveram sempre como argumento primeiro, a invulnerabilidade do império.

 

A realidade dos nossos dias aponta para outros dados dificilmente ignoráveis. O primeiro consiste nas extremas dificuldades financeiras dos EUA, repercutindo-se estas no extenso e intenso dispositivo militar. Finda a missão de contenção do expansionismo soviético, a NATO perdeu o objectivo essencial para o qual havia sido criada, servindo agora e alternadamente, para intervenções que façam vingar os interesses estratégicos americanos - bastas vezes em contradição com os dos seus aliados europeus ou até em detrimento destes -, ou passando à acção sob a capa legitimizadora emprestada pela impotente ONU. Obama adverte quanto a uma "drástica redução" de recursos militares e o que ainda não se pode garantir, é se tal anúncio se deve às já citadas dificuldades, ou pelo contrário, à bem calculada previsão da entrada em serviço de novos meios tecnológicos que tornem o até agora pesadíssimo aparelho, mais ágil e racional. Não sabemos. 

 

Putin anuncia um programa de rearmamento de uma ambição desmedida, assemelhando-se no sector naval, à reedição do Plano Z que um dia o III Reich sonhou aplicar à sua marinha. Não se medem as palavras, o anúncio é de uma colossal grandeza e deliberadamente arrisca uma corrida aos armamentos e o trilhar do mesmo caminho que nos anos 70 e 80 levou à liquidação da URSS. Se a isto juntarmos a expansão militar chinesa - que até agora possui umas forças armadas muito inferiores no plano de vista táctico e estratégico -, estamos então perante uma nova realidade, à qual se junta um claro indício do voltar de atenções dos EUA para o Pacífico. É neste sentido que devem ser lidas as notícias de um certo abandono da Base das Lajes, sem que tal signifique o seu fecho, pois os americanos não arriscarão a reedição do "buraco negro" dos tempos da Batalha do Atlântico. De um dado estamos certos: longe ainda estão os tempos do completo ocaso da supremacia militar norte-americana.

 

Resta-nos pensar em que termos o nosso país melhor pode garantir a segurança dos resquícios da sua soberania, especialmente quando se trata de uma vastíssima, potencialmente rica e cobiçada área marítima no ainda centro do mundo: em suma, urge olhar para sudoeste.

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publicado às 10:22

Um creme para as nossas leitoras

por Nuno Castelo-Branco, em 27.02.12

É imperioso o recurso aos produtos fabricados em Portugal, alguns dos quais são muito antigos e conseguem manter-se no mercado, tal é a comprovada qualidade. Este parece ser um caso de estudo, pois o Creme Benamôr (Fábrica Nally), foi preferido pela Rainha D. Amélia e por várias gerações de outras portuguesas. O aspecto gráfico é também algo de inusitado, uma beleza. Estou a pensar em iniciar uma série de telas em homenagem aos nossos produtos e aqui está a primeira, ainda por acabar.

 

Saiba mais sobre o Benamôr aqui e aqui. Pelos vistos, está de regresso.

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publicado às 23:51

Das certezas absolutas

por Samuel de Paiva Pires, em 27.02.12

Oscar Wilde, O Retrato de Dorian Gray: "As coisas de que a gente tem a certeza absoluta nunca são verdadeiras. É a fatalidade da Fé e a lição do Romance."

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publicado às 22:52

É mesmo imperioso que o governo...

por Nuno Castelo-Branco, em 27.02.12

.

..escarrapache publicamente tudo o que obrigatoriamente já deverá saber acerca do BPN. Só assim muitas desconfianças serão mitigadas, ao mesmo tempo que enviará um claro aviso aos esbanjadores do costume. Ficamos à espera.

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publicado às 17:15

França, mais uma falcatruada republicana

por Nuno Castelo-Branco, em 27.02.12

Eis uma falcatruada, a juntar-se a tantas outras. Uma das pré-candidaturas, aquela a que se aponta uma intenção de voto que ronda os 16%, será impossibilitada de concorrer ás eleições. Inventaram o princípio do "apadrinhamento" - parrainage -, um termo claramente mafioso que diz ser necessário o aval de 500maires para que uma candidatura possa chegar à estampa no boletim de voto. Assim, sendo a França a cúspide daquilo a que se designa por "politicamente correcto", teremos a curiosidade de um fulano que representa 2% do eleitorado facilmente conseguir as 500 assinaturas camarárias, enquanto um outro, oito vezes mais representativo, não poder sonhar com o mesmo. Como se já não bastasse a vigarice da segunda volta nas eleições legislativas, aqui está uma mais. Lindo serviço!

 

"Que saudades da velha monarquia, onde havia os Estados Gerais, o poder dos parlamentos regionais que Paris temia, a força  das ordens profissionais independentes, intermediação entre o Estado e a sociedade mas, sobretudo um sistema meritocrático - aberto, limpo - que permitia a ascensão social dos indivíduos capazes. A tricolor, na expressão que os constituintes de 1789 lhe quiseram dar - o azul da França de Carlos Magno, o vermelho de Paris e o branco do Rei; ou seja, a nação, o Estado e o Rei - transformou-se numa mera e irreconciliável justaposição de interesses. Sem Rei, o Estado passou a ser Paris e um dos grupos que antes ocupava o poder - a nobreza togada - passou a disputar o lugar do Rei, árbitro independente. Fazem cada vez mais sentido as velhas dicotomias entre a França legal e a França real, a maioria política e a maioria silenciosa. As democracias ainda não viram que a única república possível é a resultante da existência de uma Coroa ?"

 

Leia mais no Combustões

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publicado às 15:42

Para lambe-botas, lambe-botas e meio

por Nuno Castelo-Branco, em 27.02.12

 

"No país do lambe-botas"

 

Num normalizado artigo de encher pneus em que requenta a sua expressa opinião do costume, o balsemado valentão-anti-cobardes Daniel Oliveira espuma por Passos Coelho não ter aderido ao documento glosado por David Cameron. Em boa verdade, muito daquilo que lá está escrito poderia ser suficiente para o governo português assinar de cruz, como aliás habitualmente tem feito desde há mais de trinta anos. Mas simplesmente não pode agora fazê-lo de ânimo leve. Porquê?

 

O sistema  que pariu e tem mantido os danieisioliveiras, é precisamente aquele que hoje se encontra em apuros e sob o fogo cerrado dos mesmos eternamente irados danieisoliveiras. É o esquema do subsídio à farta para o mau cinema votado às moscas, para os grupos teatrais do rebola no chão e bate na lata, o subsídio para resmas e resmas de ilegíveis opúsculos de e para amigos, das fundações e gabinetes de comparsas, BPN, BPP, PPP, etc. O dinheiro acabou e isso parece insuportável, urgindo recorrer à chantagem para que o caudal volte ao leito a que se habituaram. Tarde demais, é impossível.

 

O país faliu, aderindo sem sequer poder manifestar-se em referendo, a uma Europa que lhe tirou as ferramentas capazes de garantir uma frágil mas até então segura subsistência. O articulista deverá compreender de uma vez por todas que a loucura consumista acabou e não se vislumbra qualquer tipo de data para uma "retoma" do vício.  Os danieisoliveiras quiseram o Euro e puderam fazer figura de compinchas ricos com "ar de estrangeiros", viajaram, foram aos music-hall em Londres, andaram em solidárias marchas aqui e ali, viram exposições de parafusos como arte e tostaram o lombo em resorts caribenhos. Acham piada ao Castro, jamais o atacam porque pareceria mal - até porque gostam de charutadas - e admiradores dos tempos em que os russos ocupavam metade da Europa e tinham apontados SS-20 a Lisboa, Porto e Setúbal - nunca organizaram uma única "manifestação popular e pacifista" contra o facto -, estes danieisoliveiras andam com gorgolejos intestinais pelos negócios que Portugal tem celebrado com os ex-camaradas do MPLA. Há uns quinze anos, arremetiam contra a UNITA, um terrível bicharão pago pela CIA, no MPLA de J.E. dos Santos encontrando o "lídimo representante" do povo angolano. O comunismo foi pelo Futungo de Belas varrido do mapa, levantaram-se as tendas dos negócios, a filha do ex-camarada desfrizou a cabeleira e por Lisboa se passeia burguesmente em compras. Aqui está mais um inimigo de classe, mesmo que essa classe seja precisamente a dos danieisoliveiras.

 

Portugal é hoje um país oportunista na cena internacional? É sem dúvida e estará por muito tempo condenado a sê-lo, mercê do desastre a que o actual regime o conduziu, destruindo a sua estrutura económica, desvairando as suas finanças, chocando no ninho trupes de vigaristas de Estado e desviando a sua segura e tradicional política externa, para uma aventura europeia sem nexo. Os danieisoliveiras odeiam a Alemanha que é precisamente quem garante alguma coerência a essa Europa que calcularam radiosamente unida e "em igualdade". Mas será possível a possível, tratando-se de uma união entre desiguais? O espírito parasita do "viver à conta" num sistema em os convivas preguiçosamente se despiolham mutuamente, alastra então do microcosmos português onde o subsidiozinho enche algumas ávidas barrigas, para a imaginada grande política internacional dentro da U.E. Assim sendo, a "Alemanha deve pagar", um velho refrão de outros tempos e que serviu para o que se sabe e a geração dos pais dos danieisoliveiras estrangeiros teve de suportar sob um dilúvio de bombas. 

 

Diz agora o sempre indignadamente iracundo escriba que ..."a marca do que somos, como Nação, fica para sempre. Se os outros não se lembrarem, lembrar-nos-emos nós. Não é por acaso que somos um povo com tão baixa autoestima. Há tanto tempo que, como País, não fazemos nada de que nos possamos orgulhar."

 

Nisto tem razão e à gente do esquema dele o devemos: Portugal tornou-se num malcheiroso mierdero

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publicado às 11:24

Old whiggism

por Samuel de Paiva Pires, em 27.02.12

José Adelino Maltez, Reflexões de um herético, adepto da revolução:

 

«O destino de um "whig" é como o de um "girondin". Os "tories" consideram-nos jacobinos e estes utilizam contra eles a guilhotina, acusando-os de "contra-revolucionários". Eles, como liberais, contra o construtivismo das revoluções, apenas querem uma revolução evitada, isto é, querem conservar o que deve ser, com metodologias reformistas e objectivos revolucionários. Apenas são velhos liberais, contra "neocons", "neolibs" e revolucionários frustrados, incluindo os que se transformaram em situacionistas. Detestam as "révolutions d'en haut", incluindo as dos déspotas esclarecidos, a partir do ministerialismo.

 

Alguns ainda vão dizer que isto é maçónico. Quando é apenas paleio do Friedrich Augustus e do Karl Raimund. Isto é, liberal e iluminista. E muito austríaco. Apesar de só a partir de Londres, o terem dissertado. Meras marcas identitárias de uma concepção do mundo e da vida. Friedrich Augustus von Hayek. Karl Raimund Popper. Ou a sociedade aberta e os seus inimigos, os do caminho para a servidão.»

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publicado às 11:21

Parabéns a'O Insurgente

por Samuel de Paiva Pires, em 27.02.12

Há 7 anos a combater o socialismo em Portugal. Da nossa parte, como muy humilde oferenda blogosférica, fica em destaque na barra lateral.

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publicado às 11:19

Forças satânicas ameaçam Benfica

por Pedro Quartin Graça, em 27.02.12

A "ameaça" parece séria e justifica a preocupação de Luis Filipe Vieira. Na verdade, os jogadores da Luz estão ameaçados por uma misteriosa mulher que, no alto Minho, "cozinha" com os seus bruxedos a derrota da águia Vytória na 1ª Liga. Quem o garante é Fernando Nogueira, também conhecido como o "Bruxo de Fafe" que, acrescenta, ter encontrado fotos dos jogadores e do treinador do Benfica num alguidar... Sabendo-se como os jogadores de futebol são fortemente susceptíveis de ser influenciados por este tipo de coisas, é caso para acreditar que, na próxima 6ª feira, na Luz, as coisas não vão correr de feição para os encarnados... Desta feita nem Jesus os salva...

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publicado às 09:29

Melhorou muito!

por Nuno Castelo-Branco, em 27.02.12

Aqui está o novo equipamento da selecção nacional. Aquelas duas coisas berrantes que asseguram atraso de vida, foram-se. Neste campeonato já não haverá confusão com os Camarões, Guiné Conacri, Etiópia, Gana, Senegal, Madagáscar, Congo-Brazza, Benim, Zimbabué, Burquina Faso, Mali, Bangladesh, Myanmar, Guiana, Togo, Bolívia ou... Lituânia. Simbolicamente, a imagem é também bastante boa. Oxalá lhes dê sorte.

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publicado às 01:00

Infantilidades senatoriais

por Samuel de Paiva Pires, em 26.02.12

Marcelo Rebelo de Sousa, analisando o caso Rui Pedro: "... para levá-lo, peço desculpa mas tenho que dizer assim que é o que está no processo, às putas." Passado 5 segundos: "... às ditas senhoras". Depois dos pintelhos de Catroga, o tudólogo-mor do reino dos nadólogos também quis fazer uma gracinha na tv. São assim, as crianças senatoriais do regime.

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publicado às 22:03

A ler no Público

por Nuno Castelo-Branco, em 26.02.12

"Maria Adelaide de Bragança descobre o seu país. Um país pobre, de múltiplas carências. Visita as barracas de Porto Brandão, os galinheiros onde vivia a mão-de-obra nos primórdios da industrialização da margem sul. Cenários de muitas necessidades. De profunda miséria. Uma revelação que a incomoda. Lança uma obra social, à margem dos usos e costumes do regime. Com sentido prático e sem pose. Chamou-lhe Fundação Don Nuno Álvares Pereira. E descobre também o despovoamento intelectual do regime. Uma confrangedora falta de ideias e iniciativas para quem, nascida em 31 de Janeiro de 1912 em Saint-Jean-de-Luz, junto à fronteira hispano-francesa, sempre vivera na activa Europa central da primeira metade do século passado."

 

Conhecendo-se a intensa actividade do Senhor D. Duarte - caótica descolonização, apressado ingresso "de cruz" na CEE, destruição do aparelho produtivo, liquidação do património e do ambiente, incessante cooperação com a CPLP, aproximação às populações do desertificado interior, perfeito conhecimento das zonas mais abandonadas do país, etc -, convém que a população deste país comece a entender o que é e o que significa a Casa de Bragança.

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publicado às 21:16

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