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Banda Sonora de Encerramentos - Bom 2013

por Daniela Silva, em 31.12.12

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publicado às 18:41

In memoriam - António Marques Júnior

por Pedro Quartin Graça, em 31.12.12

Foi meu colega na Assembleia da República ao longo da Legislatura de maior duração da democracia em Portugal - a X (2005-2009), pertencendo ao Grupo Parlamentar do Partido Socialista. Quis o destino que, no decurso desses quase 5 anos, fossemos cultivando um contacto crescente, também por força de amizades comuns. Hoje tivemos conhecimento daquilo que, infelizmente, já se esperava: a partida, muito antes de tempo, de um homem bom e de um ex-capitão de Abril: Marques Júnior. Afável, humilde, corajoso, determinado. Curvo-me perante a figura que nos deixa fisicamente e que voltaremos a (re)encontrar noutras paragens. Um abraço e até sempre!

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publicado às 17:59

Um bom 2013 para todos

por Samuel de Paiva Pires, em 31.12.12

"The only way to be happy is to love. Unless you love, your life will flash by."


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publicado às 17:25

Forças Armadas espanholas: o inacreditável como projecto

por Nuno Castelo-Branco, em 31.12.12

 

Alertado pelo Carlos Velasco - em poucas palavras diz tudo -, eis uma notícia que foi muito oportunamente censurada pelos media portugueses.

 

O processo de extinção dos Estados nacionais tem como primeiro alvo as Forças Armadas, julgadas como cangalha inútil num mundo "sem ameaças". É bem certo que a finalidade desta política, consistirá na obtenção do total controlo dos recursos de todos os Estados da UE e no caso português, como aqui neste blog temos dito, na quase infalível "mutualização" do nosso apetecível património da até agora chamada Zona Económica Exclusiva. Há ainda que atender ao esforço para o quebrar de possíveis resistências a ocorrerem em países que como Portugal, Espanha ou Grécia, poderão encontrar nas Forças Armadas o principal esteio de oposição ao poder estrangeiro.

 

Nada disto é inacreditável, tratando-se do mais puro e directo exercício de um poder imperial, desta vez manobrado por gente sem rosto e sem bandeira. 

 

Gostaríamos de saber se em S. Bento também já lampejou tão luminosa ideia?

 

* Pois é,isto é que é acabar o ano segundo o "espírito do momento". Dois leitores alertaram para uma partida relacionada com o "dia das mentiras" em Espanha. Se assim tiver sido - e pelo menos dois foros de defesa também acreditaram piamente -, é claro que não farei a mesma coisa que os "camaradas gauche chic" Esquerdanet - entre outros, muitos outros - fizeram, recorrendo ao lavar da cara como se nada fosse. Não retirarei o post, apenas me escuso por algo que hoje em dia me pareceu absolutamente normal. Aliás, o embrião desse já anunciado "exército europeu" poderá ser nada mais, senão uma espécie de guarda pretoriana destinada a "operações cirúrgicas" em países desavindos com a pretensa autoridade central. 

 

Termino o ano como um inconformado seguidor de Nicolau Santos. Bem feito, que bom, que alegria!

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publicado às 16:55

Um país riquíssimo!

por Nuno Castelo-Branco, em 31.12.12

Logo pelas 09.30h, dois telefonemas. Um para a Faculdade de Letras de Lisboa. Não atenderam, presume-se estarem os serviços encerrados. O outro para a Loja do Cidadão - Laranjeiras. Uma voz simpática, delicadamente me informou da reabertura já na próxima quarta-feira. Que alívio...

 

Mas a troika deverá ou não saber algo acerca destas excentricidades?

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publicado às 14:20

Música para hoje: Dizzy Gillespie - Chega de Saudade

por Samuel de Paiva Pires, em 31.12.12

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publicado às 13:42

Entretanto, in a galaxy far far away...

por João Pinto Bastos, em 30.12.12

As elites políticas americanas, atacadas por um surto de afasia política, insistem em não entender-se. Aparentemente, republicanos e democratas resolveram entregar-se a uma rave colectiva, esquecendo, por momentos, que lá fora, na Main Street, há muita gente à espera de um sinal de responsabilidade, ou como diriam os hermeneutas do politicamente correcto, de sentido de Estado. Na Europa dos federalistas à la carte os sinais também não são nada benfazejos. A propósito deste canto ocidental à beira-mar plantado, o Financial Times fala mesmo em "terramoto fiscal". O periódico da grande finança não errou no diagnóstico, é justamente isso que nos espera a breve trecho. Um terramoto que, se tudo correr como os podengos arregimentados desejam, não colocará em causa os fundamentos do regime. Mas, como dizia esse fazedor de platitudes chamado João Pinto, prognósticos só no fim do jogo. Juntem a irresponsabilidade americana à inépcia europeia, com uns pózinhos da inabilidade portuguesa de permeio, e terão uma mistura explosiva de caos económico, instabilidade social e crise política. O próximo ano não será nada fácil e, contra o que alguns pensam, os pressupostos de sempre e as teorias acabadas de antanho já não servem de nada perante uma crise estrutural. Uma crise que, de certo modo, é a crise de um modo de vida. Acordar disto será complicado.

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publicado às 23:50

É isto (2)

por Samuel de Paiva Pires, em 30.12.12

João Távora, O cordeiro imolado:

 

«De passagem pelo Jornal da Noite da TVI deparo-me com a enésima reportagem a explorar à saciedade o filão Baptista da Silva onde se evita uma vez mais substância: as suas teses que tanto excitaram a nossa “gente limpa”. De resto há por aí bastantes doutorados e licenciados com curriculum académico e atestado partidário, que do pondo de vista substantivo se limitam a explorar a conveniente narrativa “não pagamos” do burlão. Estes dias de obscura desesperança favorecem a emergência de Baptistas da Silva que afinal por aí pululam em absoluta impunidade. E já agora porque não deixam o outro, o de imitação, em paz? É que já cheira a esturro.»

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publicado às 23:25

É isto

por Samuel de Paiva Pires, em 30.12.12

Alberto Gonçalves, Os pontos do vigário:

 

«Os charlatães de nível internacional vestem fatos da Brooks Brothers e fazem por se infiltrar no jet set que paira em Saint-Tropez ou nos grupos de decisão que frequentam Washington, consoante os gostos. O charlatão indígena veste-se como Boaventura de Sousa Santos e sonha penetrar uns estúdios televisivos em Carnaxide. Ou, juro pela minha saudinha, pertencer à Academia do Bacalhau de Lisboa.
Ponto seis. No final de contas, o caso do sr. Baptista da Silva resume-se a uma vigarice sem especial gravidade, na qual um pobre diabo inventa os cursos e a carreira que nunca teve. Grave seria que um membro do Governo ou, imagine--se por absurdo, o chefe de um governo procedesse de igual modo. Felizmente, disso estamos livres.»

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publicado às 23:22

Portugal decadente

por Samuel de Paiva Pires, em 30.12.12

Andou um pai (Adriano Moreira) a criar uma filha para isto. Como escreve António Araújo, "Numa leitura mais desprevenida, concluir-se-ia estarmos perante um simples rancho de palhacitos idiotas, um conjunto de betos urbano-depressivos imbecis com inclinações passionais suicidárias." E como  assinala Filipe Nunes Vicente, este post "Concentra tudo o que é a cultura lambeadolescente, sexofílica, chupamédia e hipercorrecta de hoje." Ocorre-me ainda que a dita é deputada da nação. Faz sentido. 

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publicado às 23:14

Separados à nascença

por Pedro Quartin Graça, em 30.12.12

                              Che Guevara e Rodrigo Moita de Deus

 

                                  Por esta não esperavas, Rodrigo!

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publicado às 20:44

O meu balanço de 2012 e resolução de Ano Novo

por Samuel de Paiva Pires, em 30.12.12

 

Albert Camus, The Rebel:

 

«What is a rebel? A man who says no: but whose refusal does not imply a renunciation. He is also a man who says yes as soon as begins to think for himself. A slave who has taken orders all his life, suddenly decides that he cannot obey some new command. What does he mean by saying “no”?

 

He means, for instance, that “this has been going on too long”, “so far but no farther”, “you are going too far”, or again, “there are certain limits beyond which you shall not go.” In other words, his “no” affirms the existence of a borderline. You find the same conception in the rebel's opinion that the other person is “exaggerating”, that he is exerting his authority beyond a limit where he infringes on the rights of others. He rebels because he categorically refuses to submit to conditions he considers intolerable and also because he is confusedly convinced that his position is justified, or rather, because in his own mind he thinks that he “has the right to...”. Rebellion cannot exist without the feeling that somewhere, in some way, you are justified. It is in this way that the rebel slave says yes and no at the same time. He affirms that there are limits and also that he suspects - and wishes to preserve - the existence of certain things beyond those limits. He stubbornly insists that there are certain things in him which “are worth while ...” and which must be taken into consideration.

 

In every act of rebellion, the man concerned experiences not only a feeling of revulsion at the infringement of his rights but also a complete and spontaneous loyalty to certain aspects of himself. Thus he implicitly brings into play a standard of values so far from being false that he is willing to preserve them at all costs. Up to this point he has, at least, kept quiet and, in despair, has accepted a condition to which he submits even though he considers it unjust. To keep quiet is to allow yourself to believe that  you have no opinions, that you want nothing, and in certain cases amounts to really wanting nothing. Despair, like Absurdism, prefers to consider everything in general and nothing in particular. Silence expresses this attitude very satisfactorily. But from the moment that the rebel finds his voice - even though he has nothing to say but “no” - he begins to consider things in particular. In the etymological sense, the rebel is a turncoat. He acted under the lash of his master’s whip. Suddenly he turns and faces him. He chooses what is preferable to what is not. Not every value leads to rebellion, but every act of rebellion tacitly invokes a value. Or is it really a question of values?

 

An awakening of conscience, no matter how confused it may be, develops from any act of rebellion and is represented by the sudden realization that something exists with which the rebel can identify himself – even if only for a moment. Up to now this identification was never fully realized. Previous to his insurrection, the slave accepted all the demands made upon him. He even very often took orders, without reacting against them, which were considerably more offensive to him than the one at which he balked. He was patient and though, perhaps, he protested inwardly, he was obviously more careful of his own rights. But with loss of patience – with impatience – begins a reaction which can extend to everything that he accepted up to this moment, and which is almost always retroactive. Immediately the slave refuses to obey the humiliating orders of his master, he rejects the condition of slavery. The act of rebellion carries him beyond the point he reached by simply refusing. What was, originally, an obstinate resistance on the part of the rebel, becomes the rebel personified. He proceeds to put self-respect above everything else and proclaims that it is preferable to lie itself. It becomes, for him, the supreme blessing. Having previously been willing to compromise, the slave suddenly adopts an attitude of All or Nothing. Knowledge is born and conscience awakened.

 

But it is obvious that the knowledge he gains is of an “All” that is still rather obscure and of a “Nothing” that proclaims the possibility of sacrificing the rebel to this “All.” The rebel himself wants to be “All” – to identify himself completely with this blessing of which he has suddenly become aware and of which he wishes to be recognized and proclaimed as the incarnation - or “Nothing” which means to be completely destroyed by the power that governs him. As a last resort, he is willing to accept the final defeat, which is death, rather than be deprived of the last sacrament which he would call, for example, freedom. Better to die on one’s feet than to live on one’s knees.»

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publicado às 18:42

Risco Contínuo reinicia actividade

por Pedro Quartin Graça, em 30.12.12

Será já no próximo dia 1 de Janeiro que o blog colectivo RISCO CONTÍNUO - Estrada dos bravos, blog dos livres reiniciará as suas actividades na blogosfera, com uma equipa de luxo. "Blog irmão" do Estado Sentido, os leitores do ES estão desde já convidados a dar lá um salto. A equipa será poderosa, deixo aqui a promessa solene.

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publicado às 17:21

A frase do ano

por Pedro Quartin Graça, em 30.12.12

Créditos do desenho Nuno Roby Amorim

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publicado às 17:11

Vivemos e morremos sozinhos

por João Pinto Bastos, em 30.12.12

Uma das regras de ouro da política é saber que, como dizia o inesquecível Orson Welles, nascemos sozinhos, vivemos sozinhos e morremos sozinhos. A amizade e o amor podem colmatar esse sentimento, mas na política a amizade é uma mera ilusão. Às vezes nem isso. Ambição e solidão são a nossa sorte.

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publicado às 16:05

A indústria da reclamação nortenha

por João Pinto Bastos, em 30.12.12

Paulo Rangel é indiscutivelmente um dos políticos mais argutos da imensa feira de vaidades que dá pelo nome de Partido Social Democrata. Sabe o que diz, quando deve dizer, e, ainda que em muitas ocasiões esteja em total desacordo com o que defende a propósito das mais variadas matérias, não deixo de lhe reconhecer uma capacidade de síntese e de raciocínio bastante acima da dos seus pares partidários. Vem isto a propósito da recente conclamação a respeito de um "15 de Setembro" para defender os interesses do Norte. Entendo a reclamação, compreendo até a ira e o agastamento, tenho, porém, mais dificuldades em aceitar o modo, o porquê, e, acima de tudo, as razões de tamanha indignação. Que o Norte tem sido sistematicamente preterido na agenda governativa é um facto, empiricamente observável, que nem mesmo o adversário mais empedernido do Portugal-é-bem-mais-do-que-a-magnífica-paisagem-lisboeta seria capaz de negar. Falta de recursos financeiros, ruína do tecido produtivo e desemprego massivo, são realidades insofismáveis que qualquer observador minimamente atento pode confirmar com um mero relance de olhos. Agora, outra coisa bem diferente é apelar a uma espécie de levantamento popular para reclamar pressupostos de acção assentes no estatismo centralizador tão do agrado das elitezinhas da "Lesboa" nefanda e anafada. O Norte não precisa da bênção subsidiocrática costumeira, necessita, isso sim, do liberalismo autonomista de antanho. Do espírito das liberdades liberais dos seus antepassados e do autonomismo idiossincrático das suas gentes. Coisas que, como é óbvio, arrepiam os "lesboetas" da treta. Rangel, melhor que ninguém, sabe bem que a indústria da reclamação baseada na pedinchice ao Leviatã esgotou-se. Mais, o eurodeputado, inteligente como é, tem a obrigação de saber que se o Norte quiser de facto progredir terá forçosamente de abrir a sua economia e de aproveitar o potencial exportador de uma economia há muito adormecida. Basta querer e desejar.

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publicado às 15:50

O vício do Poder

por João Pinto Bastos, em 30.12.12

Goya, Saturno devorando a su hijo, 1819-1823

A minha parca experiência tem-me feito ver que Kissinger estava parcialmente correcto quanto à natureza do Poder. Mais do que um afrodisíaco, o Poder é a arte da perversão, o vício que corrompe todos aqueles que nele se acoitam. Há quem recuse os prazeres voluptuosos da sensação de mando, alguns, bem poucos, fazem-no, mas a grande maioria sucumbe às delícias da possibilidade de mandar, triturando, amiúde, os próprios companheiros. Goya, para dar um pequenino exemplo, descreveu, com uma precisão inaudita, numa das suas Pinturas Negras ("Saturno devorando su hijo"), a cupidez do Poder, que devora, infalivelmente, os seus mais fiéis servidores. Mas foi Napoleão quem, de certo modo, resumiu bem a coisa ao dizer que "ser grande é ser limitado". O Homem não tem noção da sua pequenez, assim como da cupidez que anima os seus gestos, pelo que encara, comummente, o Poder como o campo por excelência do absolutismo das vontades. Perde ele e perdem todos. Com o Homem, o poder deve ser limitado porque a natureza humana é, naturalmente, cúpida e ambiciosa. O corso, para não variar, tinha razão.

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publicado às 15:19

Apresentação

por José Maria Barcia, em 30.12.12

Não gosto de escrever sobre política. É muito difícil escrever sobre este tema quando a principal motivação é raiva. Há poucos estados de espírito que resultam em textos feios. As grandes obras são escritas por amor e tristeza, alegria ou depressão, medo ou coragem mas raramente há textos bonitos quando são desenhados por raiva. 

 

No entanto, 2013 vai ser o pior ano da minha curta existência. Torna-se, portanto, uma exigência quase moral, ter um espaço para ser lido quando o estado de sítio atingiu um desastre de estado. O Estado Sentido é dos poucos sítios da blogosfera onde existe essa possibilidade. 

 

A restante blogosfera, excluindo algumas óbvias e meritórias excepções foi invadida por um apoio - muitas vezes - rasca a este governo. Coisa semelhante às claques de futebol, aqueles blogs que outrora criticavam o Executivo de Sócrates, não conseguiram a necessária independência intelectual e moral para perceber que este governo tem o plano errado para os desígnios da nação. Porque existem ministros como Miguel Relvas que não é alegadamente culpado, mas é, de facto, culpado. Porque existem ministros como Vitor Gaspar que não é estadista mas é perigoso e porque se eclipsou na fórmula que trouxe de Bruxelas e não larga a folha Excel. Porque existem Ministros que não conseguem, não podem e outros que não querem fazer alguma coisa. 

 

2013 vai ser muito complicado. A austeridade já falhou, não por ter falhado o seu objectivo, mas porque os meios que leva são demasiado caros. Este governo muito mal mascarado de liberal perdeu-se há muito e há quem diga que só nos resta esperar por dias melhores. Do meu lado, rejeito isso de esperar. Faz-me comichão deixar andar, ficar a ver e perder. 

 

2013 vai ser um grande ano pelas razões erradas. Não desejo a ninguém um bom ano porque sei que não vai ser. Tanto quanto sei, só posso dizer boa sorte.

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publicado às 15:11

Reforço de fim de ano - José Maria Barcia

por Samuel de Paiva Pires, em 30.12.12

Prosseguindo o reforço da equipa do blog, é com muito prazer que anuncio a contratação do meu caro amigo José Maria Barcia. O Zé Maria dispensa grandes apresentações, até porque já vai sendo um veterano das lides blogosféricas, sendo autor do Indicativo e do Alunos do Liberalismo. Estudante finalista de Ciência Política na Universidade Católica, é tendencialmente do contra e teimoso, arrepende-se de ter votado neste governo e acha que escrever sobre politica é um mal necessário. Bem-vindo, meu caro!

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