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Adolfo Mesquita Nunes

por João Pinto Bastos, em 31.01.13

Como sói dizer-se nestas ocasiões, desejo as maiores felicidades ao Adolfo Mesquita Nunes no exercício das novas funções para as quais foi investido. Com tanta mediocridade à solta, é bom de ver que ainda existem alguns resquícios de inteligência no Governo.

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publicado às 21:55

...

por Fernando Melro dos Santos, em 31.01.13

O problema dos tons de cinzento é que, ao contrário do preto e do branco, a sua definicao fica sempre entregue aos cuidados de cada um e dos seus interesses.

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publicado às 21:50

Ai pode, pode

por Samuel de Paiva Pires, em 31.01.13

Quando o pudor, o decoro e a sensibilidade social e política andam pelas ruas da amargura, não é despropositado pensar que um dia isto corre mesmo para o torto e alguém se vai lembrar de argumentar que se tantos perderam a cabeça na guilhotina, por que é que Fernando Ulrich (entre outros) não a pode perder também?

 

Acrescente-se ainda que desculpar as barbaridades de Fernando Ulrich com o argumento de que este terá sido politicamente incorrecto é, no mínimo, muito fraquinho. Politicamente incorrecto sou eu. Ulrich é só parvo.

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publicado às 21:11

João Miranda strikes back

por João Pinto Bastos, em 31.01.13

João Miranda entregou-se decididamente à desonestidade intelectual. Peço desculpa pelo tom algo exagerado, mas, com pérolas destas, começa a ser difícil discernir o tão propalado liberalismo de algibeira do blasfemo João Miranda. Nem me vou dar ao trabalho de rebater ponto por ponto, quem tiver paciência para tal que o faça, mas, à semelhança do que o Jorge Costa fez aqui, não posso deixar de sublinhar que é preciso algum topete para fazer crer aos leitores incautos que a redução do défice orçamental português tem sido acompanhado pela diminuição da dívida. Que eu saiba, isto, claro, a avaliar pelos dados fornecidos pelas entidades que vão estudando estes assuntozinhos - João, consulte esses dados, por favor -, a dívida nos últimos anos, sobretudo nos últimos dois, aumentou exponencialmente, para não dizer brutalmente. É que com tanto contorcionismo teórico, ainda veremos João Miranda a proclamar a bondade de uma tributação confiscatória, ou por que não, a necessidade do aumento da dívida, numa lógica "Sócrates" de que a dívida existe para ser gerida. Enfim. 

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publicado às 21:01

Aqui d'El Rei!

por Nuno Castelo-Branco, em 31.01.13

Se tivéssemos autoridades merecedoras de tal nome, esta peça seria imediatamente investigada, procurando saber-se qual a sua proveniência e que caminhos terá tomado até chegar a uma colecção privada. Mas não valerá a pena pensarmos muito no assunto, até porque qualquer sucata a prazo Mercedes ou BMW, será coisa muitíssimo mais interessante para os donos da situação. Lembram-se do estranho roubo holandês de uma parte das jóias da Coroa?

 

* A propósito da "indemnização" dos pindéricos seis milhões de Euros pela perda de um tesouro insubstituível - as jóias surripiadas na Holanda, talvez com a prestimosa ajuda de gente do tal "museu" -, jamais entendi o porquê da utilização desse dinheiro em coisas que nada têm a ver com as ditas jóias da coroa. Compraram um Tiepolo para o MNAA, mas essa "indemnização" deveria ter servido para adquirir nas leiloeiras, algumas peças de joalharia outrora pertencentes à coroa portuguesa ou aos seus titulares. Vão surgindo jóias provenientes das heranças portuguesas dos Orleães e dos Hohenzollern-Signmarigen e jamais ouvimos falar da presença de um único delegado do governo português para tentar adquiri-las e fazê-las regressar à Ajuda. Ainda há alguns meses, uma aigrette de diamantes que pertencera a D. Amélia, acabou vendida num leilão por pouco mais de seis mil contos. O Estado português? Ausente, como sempre. 

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publicado às 16:41

Pro...fundo...

por Pedro Quartin Graça, em 31.01.13

"Não há fundo sem poço."


Miguel Relvasna Comissão para a Ética, a Cidadania e a Comunicação, a propósito do orçamento da RTP

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publicado às 14:47

Brincadeiras sérias

por João Pinto Bastos, em 31.01.13

Uma autarquia, no quadro das suas pretensas atribuições, financia o aluguer de sete autocarros, utilizados posteriormente numa manifestação sindical. Inquirida sobre este episódio, a respectiva Câmara - refiro-me, para quem não sabe, à Câmara do Seixal - respondeu sustentando que, passo a citar, "este apoio não é uma despesa, mas sim um investimento, na medida em que o benefício gerado junto da comunidade municipal será muito superior ao seu valor monetário". Ou seja, (e aproveito desde já para confessar a minha recém-descoberta ignorância nestes assuntos), ficámos a saber, nós, contribuintes que contribuímos para estas despesas indispensáveis, que financiar despesas sindicais - que, num país civilizado, claro está, seriam financiadas pelas quotizações dos filiados - é um investimento reprodutivo, com óbvias implicações - positivas, note-se - na comunidade. Portanto, caríssimos leitores, chegou a hora de nós, cidadãos abastados, apoiarmos, sem reservas, o financiamento municipal dos sindicatos, dado que é um investimento com múltiplos benefícios para a colectividade, desde logo na folia que, naturalmente, a viagem em autocarros proporciona aos viandantes grevistas. Deixando, agora, de lado a ironia, só me ocorre dizer isto: a rebaldaria financeira chegou ao ponto de autarquias municipais financiarem gastos correntes dos sindicatos, com o argumento do investimento público? Mas que brincadeira é esta? A culpa irá, novamente, morrer solteira?

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publicado às 13:40

Rambo V - Marinho e Pinto demolition man

por João Pinto Bastos, em 31.01.13

Marinho e Pinto tem o dom, pouco usual na populaça, de conseguir, com um palavreado histérico e arruaceiro, excitar até os ânimos mais lânguidos. Ontem, na sessão de abertura do ano judicial, pontuada, como era expectável, pelos discursos avelhentados do costume que vêm condenando, como se sabe, a Justiça portuguesa a um estado pestilento, Marinho e Pinto voltou a vestir a pele de Rambo, sem desprimor para o doudo mercenário interpretado por Stallone. O bastonário, infrene na demagogia, acusou os juízes de "terrorismo de estado", investiu contra parte da advocacia, verberou a classe política, condenou o estado caótico do país e, cereja no topo do bolo, ainda teve tempo para zurzir no seu alvo predilecto, a ministra da justiça. Em resumo, o discurso do bastonário foi todo um libelo condenatório sem a menor autocrítica ao "trabalho" que o mesmo desenvolveu ao longo destes anos à frente da Ordem. Um discurso da tanga, com a má-educação como pano de fundo. Perguntarão os leitores se houve alguma autocrítica nesta brilhante peça oratória, verdadeiramente digna dos discursos de um Abe ou de um, vá, José Estêvão. Pois bem, a resposta é rotundamente negativa. Nada. Simplesmente, nada. Aliás, eu, que trabalho na área, e que vejo as agruras por que passam muitos colegas, teria muitas questões a fazer ao douto bastonário, a começar pela tabela de emolumentos que a Ordem exige, hoje em dia, aos estagiários que, como se sabe, são obrigados, em alguns casos, a pagar as maiores ridicularias por preços exageradamente elevados. Estamos a falar, para que tenham uma ideia mínima, de aumentos na casa dos 1000%. Coisinhas sem importância, dirão alguns de vós. O que é certo é que passados estes anos todos como bastonário, Marinho e Pinto sai da liderança da Ordem, deixando a casa em frangalhos, sem que possa apontar-se uma única, repito, uma única coisa positiva dos seus mandatos. Mas, em bom rigor, é assim que funciona a lógica "Rambo": primeiro dispara-se, depois olha-se, se ainda houver, claro, algo para onde olhar.

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publicado às 12:44

Bacalhau "químico"

por Nuno Castelo-Branco, em 31.01.13

O borrabotismo bruxelês decidiu preocupar-se com mais um dos extraordinários "vícios da sociedade portuguesa": o degusto do bacalhau. As piicas sumidades pretendem agora aditivar o apetitoso peixe, encharcando-o com polifosfatos. Só o nome da coisa é capaz de provocar calafrios, mas os indústriais alemães, suecos, holandeses - claro, estes não podiam faltar -, finlandeses e dinamarqueses, querem garantir o perfeito escoamento dos seus pouco apetecíveis venenos alimentares.

 

E pensarmos que após a Restauração os holandeses pretendiam anexar a península de Setúbal, almejando os benefícios da produção das salinas locais!

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publicado às 12:12

O tal pin à lapela

por Nuno Castelo-Branco, em 31.01.13


Eles são discretos mas rambém uns boca-rotas de truz. Adoram falar, sussurrar confidências à meia voz. Já há muito tinha sido informado do "código secreto" que dava a conhecer aos outros crentes, a pertença à congregação. Gente dos partidos da oposição e membros do governo, espetam à lapela aquilo que por muitos fora interpretado como um macaquear da modinha americana, ufana de inflamados patriotismos de oportunidade. Pois sim...!

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publicado às 11:14

...

por Fernando Melro dos Santos, em 31.01.13

Fisco ponderou aliciar contribuintes com casas e carros.

 

O chefe da PIDE fiscal congratula-se por ter havido já 241 desgraçados a tentar sobreviver que foram entretanto apanhados nas malhas da chibaria mercenária. Esta maralha vende o cu, e ainda por cima o cu dos outros, por dez tostões. Tenho nojo disto, vergonha de partilhar a rua com pobres de espírito do calibre daqueles que cooperam e colaboram com o cardume imundo de piranhas lá de cima.

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publicado às 11:02

Saída do programa de ajustamento (I)

por Fernando Melro dos Santos, em 31.01.13
ID: 35768
Tipo: Anúncio de Procedimento
Descrição: CP 1/2013 - Prestação de serviços de lavagem de contentores
Entidade: Serviços Municipalizados de Água e Saneamento da Câmara Municipal de Loures
Preço Base: 187000.00 €
 
ID: 35769
Tipo: Anúncio de Procedimento
Descrição: Realização de uma Sondagem de Pesquisa e Captação de Água Termomineral nas Termas de Chaves
Entidade: Município de Chaves
Preço Base: 158000.00 €
 
ID: 35770
Tipo: Anúncio de Procedimento
Descrição: Empreitada de remodelação do QGBT da Central Duque D'Alba na Base Naval de Lisboa
Entidade: Ministério da Defesa Nacional Marinha
Preço Base: 175000.00 €
 
ID: 35773
Tipo: Anúncio de Procedimento
Descrição: Concurso Público nº 03PF/2013 - Fornecimento e Impressão das Newsletters Interna e Externa para 2013.
Entidade: Serviços Municipalizados Água e Saneamento Câmara Municipal de Sintra
Preço Base: 33441.00 €
 
ID: 35774
Tipo: Anúncio de Procedimento
Descrição: Concurso Público nº 01PF/2013 - Prestação de serviços de reparação e verificação de contadores de água de diversos calibres.
Entidade: Serviços Municipalizados Água e Saneamento Câmara Municipal de Sintra
Preço Base: 180000.00 €
 
ID: 35775
Tipo: Anúncio de Procedimento
Descrição: Alienação de um lote indivisível de ações representativas de 51% do capital social da sociedade Gescruzeiros - Sociedade para o Aproveitamento da Actividade Marítimo-Turística no Grande Lago do Alqueva, S.A..
Entidade: Empresa de Desenvolvimento e Infra Estruturas do Alqueva SA
Preço Base:
 
ID: 35776
Tipo: Anúncio de Procedimento
Descrição: Concurso Limitado por Prévia Qualificação nº 01LF/2012 - Elaboração de Projeto de Execução da Rede de Abastecimento de Água em Mem Martins.
Entidade: Serviços Municipalizados Água e Saneamento Câmara Municipal de Sintra
Preço Base: 150000.00 €
 
ID: 35777
Tipo: Anúncio de Procedimento
Descrição: Aquisição de Reagentes para o IPST, IP na área de Transplantação para o ano 2013
Entidade: Instituto Português do Sangue e da Transplantação, I. P.
Preço Base: 2000000.00 €
 
ID: 35786
Tipo: Anúncio de Procedimento
Descrição: CP 02/13 - Aquisição de serviços para a elaboração dos Projectos de Arquitectura e Especialidades para reconversão do edifícios sitos na Rua do Norte nº99/111, Travessa do Poço da Cidade nº24/28 e Rua do Diário de Noticias nº76/98 no Bairro Alto, em
Entidade: EMEL - Empresa Pública Municipal de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa, E.E.M.
Preço Base: 160000.00 €
 

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publicado às 09:44

O regresso aos mercados (VI)

por Fernando Melro dos Santos, em 31.01.13

ID: 35761
Tipo: Anúncio de Procedimento
Descrição: Modernização do Bloco 9 - MONTALVO
Entidade: Associação de Regantes e Beneficiários do Vale do Sorraia
Preço Base: 2882765.41 €

 

 

Doravante esta série de posts chamar-se-à "Saída do programa de ajustamento", por razões evidentes.

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publicado às 09:27

Sobre o 1 de Fevereiro...

por Pedro Quartin Graça, em 31.01.13

...Foi em 31 de Janeiro de 2008 no coração da III República...

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publicado às 06:58

António dá à Costa

por Pedro Quartin Graça, em 31.01.13

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publicado às 06:22

Serviço público britânico

por João Pinto Bastos, em 30.01.13

O debate acerca da privatização da RTP, agora convertida em reestruturação conduzida pelo prestimoso Relvas, é uma daquelas chinfrineiras em que todos vociferam e ninguém se entende. É fácil perceber o porquê desta desinteligência. Quando a nebulosa dos interesses é demasiado dilatada, ninguém está disposto a perder o seu quinhão de privilégios. É, porventura, por essa razão que as opiniões são tão desencontradas quando se fala em conteúdos de serviço público. A medida do ridículo foi há muito superada pela ignorância dos ditos analistas que, contrariando as regras do bom senso, dizem tudo e o seu contrário, sobretudo aquele género de pantominas que servem unicamente para encher a pança do populacho: os preços certos que prometem mundos e fundos e espalham minuciosamente a ignorância. Os mandarins autóctones poderiam aprender alguma coisa com os seus homólogos britânicos. Os exemplos abundam e não são nada despiciendos. Um bom exemplo, daqueles que deveriam fazer escola, e, simultaneamente, fazer corar de vergonha os "donos" dos ditos conteúdos, é o recente projecto da BBC, levado a bom termo, de colocar online uma ampla colecção de pinturas das mais variadas épocas, disponibilizando assim, o acesso à arte pictórica a uma larga plateia. Para quem anseia por bons exemplos, ou na novalíngua em voga, pelo "benchmarking" do óptimo lá de fora, o paradigma atrás citado é um bom modelo de captação de públicos. Coisinhas simples que cá, neste burgo infestado pelo curto-termismo e pela política da terra queimada, não interessam a ninguém.

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publicado às 23:45

Viagens na minha terra.

por Cristina Ribeiro, em 30.01.13


" Ordenou-me um dia a medicina que fosse para Vizella, e em seguida fazer uma digressão pelo Minho. Obedeci-lhe.

Dizem  que é uma formosura o Minho. Pois vamos vêr o Minho.

Felizmente que para o vêr não é necessario mais do que ir com toda a commodidade n'este wagon, ponto em que eu, adorador da poesia, me separo  dos poetas que declararam guerra aos caminhos de ferro por julgarem vilmente prosaico o não irmos abrasando pelas estradas quando viajâmos no verão ( ... ) "


Um mero acaso, o de ter-me chamado a atenção uma linda encadernação, fez-me parar neste volumezinho, que ameaça levar-me pela noite dentro, tão deliciosa encontrei a escrita do autor, até agora desconhecido. Trata-se de D. António da Costa.

Como o nome nada me dizia, logo se impôs uma visitinha ao Dicionário de Literatura. Li aí ter este escritor, e político, ter sido um contemporâneo de Camilo, nascido, como este, em Lisboa, um ano  antes do autor das « Novelas do Minho ».


Fala-nos de um Minho Pitoresco, o mesmo que, alguns anos depois, o valenciano José Augusto Vieira viria a espelhar em dois volumosos tomos; o Minho que aqui vejo ainda eu o entrevi na minha mais tenra meninice, quando não, mais verdadeiro ainda, nas palavras de pessoas mais idosas, e do qual restam parecenças em retalhos mais afastados da civilização que veio de Paris com Jacinto.


Ficaram as saudades, que - Haja Deus! - se vão colmatando com estas leituras.




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publicado às 23:29

Há apotegmas que não morrem

por João Pinto Bastos, em 30.01.13

 

"There is nothing which so generally strikes the imagination, and engages the affections of mankind, as the right of property; or that sole and despotic dominion which one man claims and exercises over the external things of the world, in total exclusion of the right of any other individual in the universe. And yet there are very few, that will give themselves the trouble to consider the original and foundation of this right".


William Blackstone, Commentaries on the Laws of England

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publicado às 22:47

É já amanhã, dia 31 de Janeiro, pelas 18:30, na livraria Ferin, no Chiado, que será lançada a mais recente obra do Professor José Adelino Maltez, Breviário de um Repúblico. A apresentação ficará a cargo da Professora Cristina Montalvão Sarmento. Trata-se de um sublime exercício estilístico com um conteúdo inimitável, em que nos são revelados diversos escritos públicos dos últimos anos, organizados por dias, introduzidos por deliciosas efemérides criteriosamente escolhidas por quem domina como poucos a ironia, e a que o Professor retirou a carga efémera da espuma dos dias, fazendo-os alcançar aquele domínio das coisas eternas, o que tornará esta obra numa ferramenta intemporal para compreender Portugal. Podem ler algumas entradas no site da Gradiva e aconselho também a leitura deste post no Macroscopio.

 

Deixo ainda uma das primeiras entradas, de dia 17 de Janeiro, escrita em 2006:

 

«Símbolo e cultura. A pátria não é apenas a ideologia que justifica a ordem estabelecida, ou a utopia que a subverte, mas a terceira potência da alma (Platão), a imaginação, que vai além da razão e da vontade. Porque o tal imaginário atravessa o discurso racional, ordena o respectivo simbolismo e desconstrói a sua pretensa lógica. Porque quando penso que penso, não sou apenas o eu que pensa, mas também os que pensaram antes de mim, para que eu me sinta pequena onda de uma corrente que me ultrapassa.»

 

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publicado às 22:29

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