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A diplomacia económica de Lula da Silva

por João Quaresma, em 30.06.13

«O ministro Fernando Pimentel (Desenvolvimento) tornou secretos os documentos que tratam de financiamentos do Brasil aos governos de Cuba e de Angola. Com a decisão, o conteúdo dos papéis só poderá ser conhecido a partir de 2027. (...)

O BNDES desembolsou, somente no ano passado, US$ 875 milhões em operações de financiamento à exportação de bens e serviços de empresas brasileiras para Cuba e Angola. O país africano desbancou a Argentina e passou a ser o maior destino de recursos do gênero.

Indagado pela Folha, o ministério disse ter baixado o sigilo sobre os papéis porque eles envolvem informações "estratégicas", documentos "apenas custodiados pelo ministério" e dados "cobertos por sigilo comercial". (...)

Só no ano passado, o BNDES financiou operações para 15 países, no valor total de US$ 2,17 bilhões, mas apenas os casos de Cuba e Angola receberam os carimbos de "secreto" no ministério.

Segundo o órgão, isso ocorreu por que havia "memorandos de entendimento" entre Brasil, Cuba e Angola que não existiam nas outras operações do gênero.»

 

Artigo completo no Folha de São Paulo de 09.04.2013.


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publicado às 23:45

#sons (VII)

por Fernando Melro dos Santos, em 30.06.13

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publicado às 23:40

«Consegue perceber porque é que a agricultura é tão desconsiderada?

A nossa sociedade é muito apressada. Mesmo as pessoas que têm uma origem rural apressaram-se a urbanizar-se e a esquecer o mais depressa possível as suas raízes. Somos muito superficiais, o que quer dizer que os nossos filhos ou netos têm tendência para achar que os ovos nascem nos supermercados. E também temos um ADN colectivo pouco rigoroso, não ligamos aos números.»

 

Armando Sevinate Pinto, antigo Ministro da Agricultura do governo Durão Barroso, entrevistado pelo jornal I deste Sábado. Uma interessante entrevista que pode ser lida aqui.

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publicado às 23:25

The Machine Stops

por Fernando Melro dos Santos, em 30.06.13

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publicado às 23:25

#poesia (VII)

por Fernando Melro dos Santos, em 30.06.13

Um Fado: Palavras Minhas

Palavras que disseste e já não dizes, 
palavras como um sol que me queimava, 
olhos loucos de um vento que soprava 
em olhos que eram meus, e mais felizes. 

Palavras que disseste e que diziam 
segredos que eram lentas madrugadas, 
promessas imperfeitas, murmuradas 
enquanto os nossos beijos permitiam. 

Palavras que dizias, sem sentido, 
sem as quereres, mas só porque eram elas 
que traziam a calma das estrelas 
à noite que assomava ao meu ouvido... 

Palavras que não dizes, nem são tuas, 
que morreram, que em ti já não existem 
— que são minhas, só minhas, pois persistem 
na memória que arrasto pelas ruas. 

-Pedro Tamen, in “Tábua das Matérias”

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publicado às 23:12

Da folha de Excel

por Fernando Melro dos Santos, em 30.06.13

Manter uma pista de gelo em Castelo Branco, que em termos de encargo para o contribuinte é mais ou menos equivalente a manter fresquinha uma sala de cinema em Vénus que só passe curtas de jovens escultores imagéticos portugueses, deve ser a rota mais expedita para a compreensão dos valores galopantes da dívida pública, e com ela da qualidade do eleitorado que temos. Ide portanto todos àquela parte, e mereceis quanto vier.

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publicado às 22:35

Os americanos são preventivos

por Nuno Castelo-Branco, em 30.06.13

 

A situação europeia é cada mais instável e a NATO nem de longe é a mesma organização que durante décadas garantiu a segurança da Europa e a resistência ao imperialismo soviético.

 

Goste-se ou não se goste da espionagem, ela existe e pode ser preventiva de grandes contratempos. Sabe-se que uma nada despicienda contribuição para a vitória sobre o Eixo, deveu-se precisamente à eficácia da espionagem:  o decifrar do Código Púrpura, a máquina Enigma, R. Sorge e a Batalha de Moscovo, o decifrar das directivas emitidas pelo Supermarina à poderosa armada italiana, a Rote Kapelle, Estalinegrado, Kursk, a Batalha do Atlântico, o Dia D, Pearl Harbour - é verdade, os americanos sabiam -  e Midway, são apenas alguns exemplos dessa contribuição dos serviços secretos.

 

Os alemães estão indignados por terem sido vigiados pelos competentes serviços dos seus aliados além-atlântico. Não percebem porquê, mas as razões para que tal coisa tenha acontecido são evidentes. A Alemanha de hoje, não é precisamente aquela entidade dividida e sob tutela que existia antes de 1989. O fim da Guerra Fria, o seu grande poder na Europa e ainda mais importante, os cada vez mais privilegiados laços com a Rússia, despoletam algumas previdentes desconfianças. Quando antigos chefes de governo deixam a Chancelaria e logo passam à condição de empregados de grandes empresas energéticas russas, ao mesmo tempo que Berlim e Moscovo dispõem livremente acerca do fornecimento de gás à Europa ocidental, nada poderá ser por acaso. Existem sempre contrapartidas políticas que escapam à opinião pública.

 

Apenas uma questão: passando sobre a evidente necessidade de uma ponderada atenção a um certo tipo de imigração na Europa - o Caso Mesquita de Finsbury Park é um exemplo -, estarão os europeus preparados para o abrir dos cordões à bolsa e garantirem eles próprios a sua segurança e Defesa? O sr. Martin Schulz devia pensar no caso desta proveitosa abstinência de décadas, esse "escândalo gigantesco" que na Europa ninguém quer considerar como tal. Se já não querem o guarda-chuva emprestado, então que ajam em conformidade.

 

A espionagem - a amigos e a inimigos - será um alegadamente asqueroso recurso que susceptibiliza todas as políticas dos Estados. Sempre existiu e numa Europa que já conta com mais de dois milénios de civilização, tal deveria ser encarado com naturalidade. Estas indignações fedem demasiadamente a impotência. 

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publicado às 17:16

Hortas e sopa de Gasparacho

por John Wolf, em 30.06.13

O problema do terreno disponível para as hortas comunitárias é uma falsa questão. Com tantos campos de futebol à mão de semear, proponho que os relvados sirvam de campos agrícolas. Já têm sistema de rega instalado e as bancadas servem de auditório para o ensino de agronomia, para um curso rápido sobre húmus e podas. O Terreiro do Paço foi mal escolhido enquanto local para demonstração das virtudes campestres ou do afecto suíno. Faça-se o levantamento dos clubes de futebol que se encontram em situação de insolvência e transformem-se os seus terrenos de jogo em talhões geradores de produtos da horta. Depois é organizar a venda directa, mercados semanais. De norte a sul da Lezíria são tantos os campos da bola que poderiam continuar a sê-lo; basta que plantem melões e melancias. As dívidas dos clubes poderiam ser amortizadas através de um programa de incentivo táctico. Ou seja, no meio campo, no círculo propriamente dito onde arrancam os encontros, a terra, por ser das mais pisadas e consequentemente menos fértil, poderia ser ocupada por culturas de sequeiro. As balizas que são quase estufas e vêm com rede são boas para a primeira infância do tomate. Mesmo em frente, na grande área, não vejo mal na plantação de milho. Existem porém, outras atribuições de longo prazo que podem ser exploradas. Porque não eucaliptos e pinheiros? Não vejo mal nenhum na redefinição dos espaços para fins diversos. As falsas elites ficaram chocadas com a pimbalhada do piquenique do Continente, com os níveis de humidade pré-orgásmica das seguidoras do culto Carreira, mas estão a ser pretensiosas. Se fosse um lanche organizado pela Orquestra Sinfónica de Lisboa ou pelo coro Gulbenkian, na mesma praça do comércio, os comentários seriam outros. A feira do livro no plano inclinado do parque Eduardo VII? Faz sentido ler obras tortas? Faz bem promover torcicolos? O Rock in Rio no parque da Belavista? Belavista? Aquilo é mais para os ouvidos. Enfim, desde sempre que os espaços foram sujeitos ao escrutínio da desorganização da sua função original. Splash? Não sei se me faço entender, mas encontramo-nos no momento indicado para pensar de um modo profundo as atribuições que convencionamos e nunca mais ousamos questionar. A Assembleia da República, por exemplo, poderia servir de centro de detenção - bastaria fechar a matraca dos políticos. Lembro-me perfeitamente daquela jóia de transumância chamada presidência aberta. Era vê-los (os presidentes) a levar a trouxa para locais improváveis para fazer mais do mesmo, oferecendo a ilusão de abertura, flexibilidade e proximidade em relação ao cidadão-eleitor. Quando comecei este texto falava da horta improvável e fui parar a outras freguesias. Queria falar de uma coisa e acabei por deambular por outros caminhos. Já desorganizei este espaço de narrativa. Mas regressando ao piquenique; ouvi dizer que os comes e bebes estavam uma maravilha. Achei formidável que o ministério das finanças tivesse uma tendinha mesmo ao lado do palco do Tony e servisse aquela sopa refrescante e avinagrada - o gasparacho.

 

 

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publicado às 08:38

Respigando.

por Cristina Ribeiro, em 29.06.13

" Ah!, se tivera filhos, houvessem por certo os netos em décimo, em vigésimo grau, em centésimo grau e até ao fim do tempo, que o remoto avô Diogo Coutinho do séculoXX já neles todos havia pensado, para todos soubera já ter, antevendo-os, um pulsar do coração, uma saudade antecipada. Seria O avô Diogo da Toca do Lobo, aquele que pensou em todos nós... "


Tomaz de Figueiredo, « A Toca do Lobo »

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publicado às 20:53

Estado de espírito (7)

por João Pinto Bastos, em 29.06.13

Stravinsky, Le Sacré du Printemps, por Boulez

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publicado às 20:48

O regime de rastos... até na praia!

por Nuno Castelo-Branco, em 29.06.13

 

Na mesa ao lado, uma animada conversa entre uns tipos de uns vinte e tal  anos, que num bar de praia se refrescavam com cerveja.

 

- "Mas como é que o Cavaco anda a fazer o papel do 1º ministro? Até parece que vivemos num regime presidencial!"

 

- "Pois... mas numa República o regime presidencialista é o único lógico e credível, o presidente não tem nada que ser imparcial, foi eleito por um sector político. O Obama está-se a c... para os republicanos, sempre que pode impõe a agenda dele!"

 

- "Recuso-me a deixar todo o poder nas mãos de um gajo, mesmo que tenha sido eleito. Em Portugal, imagina o que seria. Acho que ficávamos a ganhar se voltássemos já para a Monarquia. Mudava-se a Constituição, o fulano que ficava no topo seria mesmo imparcial e serviria como reserva para as crises. Para o marketing do país é brutal, até a bandeira da Monarquia é de cair pró lado. Assim, isto já não dá mais, estamos a morrer aos poucos!"

 

- "Ahahahahahahah, uma Monarquia? Não é possível pá! Isto é qu'é bom, roubam à fartazana e dividem os tachos todos entre eles!"

 

Estamos assim. Uns alegres tatuados, com argolas nas orelhas e um deles com rastas. Ganhei o Sábado. 

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publicado às 20:33

Há festa rija na vila!

por Cristina Ribeiro, em 29.06.13
Celebra-se o terceiro dos Santos Populares-São Pedro. O menos conhecido, foi, desde os dez/onze anos, até ao fim da adolescência, o que mais festejei.
A grande festa da vila vizinha- e onde nasci-; nunca, durante esses anos, falhei uma noitada de S. Pedro- muito mais calma, sem martelos de plástico, nunca fui calcada, como naquela única vez que fui ao S. João de Braga.
Nessa altura, como gostava de andar no carrossel, e, menos um bocado, nos "carrinhos eléctricos"!...

E se é certo que o Santo não tem a fama de "casamenteiro" que é a de Santo António, ou a de "advogado do amor" de São João, patrocinou o namoro dos meus pais: foi o tempo de meu pai pedir à minha avó materna que deixasse "a rapariga ir divertir-se". Deixaram a festa já namorados.

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publicado às 19:03

Anymore

por Fernando Melro dos Santos, em 29.06.13

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publicado às 15:54

" Preciso de ir beber à fonte dos nossos Cancioneiros a água fresca da Língua donzela, a que canta como zagala, nas bailias ágil, matinal nas albas, marinha nas barcarolas. Verbo que ensaia as asas e chalreia, linguagem a fresco, ela me limpa de crostas sobrepostas de adjectivos, da lazeira dos lugares-comuns.
Ei-la, a mezinha adorável - a nossa língua românica, de linho grosso, a doce e rude. E quantas vezes, lendo autores sábios, me lembro dela como o poeta da namorada: " Que soydade de mha señor hei..."

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publicado às 14:50

Eles fogem todos do barco...

por Pedro Quartin Graça, em 29.06.13

"Portugal "precisava desesperadamente de ser melhor governado!"


e


"O Governo devia, e não conseguiu, ter "protagonizado um projecto político, suficientemente claro e estruturado, que viesse a mobilizar a população, e nos conduzisse a uma verdadeira transformação da nossa sociedade"


António Carrapatoso, ex-apoiante de Pedro Passos Coelho e dinamizador do movimento Mais Portugal, aqui

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publicado às 07:13

Lapidar

por Nuno Castelo-Branco, em 28.06.13

O nosso agradecimento ao blog FRP

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publicado às 20:00

Reis que se recusam ser monarcas a fingir.

por Cristina Ribeiro, em 28.06.13

 

Dúvidas sobre este postal:
       

O tempo, a má experiência de ter tentado trabalhar com partidos, que, como agora, mostraram mais não ser que meros " empatas ", constituídos por " politiqueiros ávidos sem nenhum conhecimento dos interesses e aspirações nacionais ", obrigaram D. Carlos a repensar o caminho encetado por Portugal havia muito já.
Como antes dele D. Pedro V, considerava " corruptos, ineficientes e imorais" tais partidos, e como o seu antecessor entendia ser seu dever " governar, sem se limitar ao acto de reinar ", pois, como escreve Rui Ramos, " Os reis de hoje são, por vezes apenas, pouco mais do que celebridades, figuras que geram mais noticiários para as colunas de sociedade e revistas cor-de-rosa do que para as páginas de análise política. D. Carlos não foi um rei desses. "

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publicado às 16:58

A silly season já começou?

por José Maria Barcia, em 28.06.13

 

Por onde anda Miguel Relvas?

 

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publicado às 14:06

Se a greve de ontem teve como alvo a precarização das relações laborais, há que perguntar o porquê desses trabalhadores não terem participado na dita greve. Mais: se os sindicatos organizadores têm assim um amor tão acrisolado pelo precariado, porque é que, pelo menos até hoje, o fulcro das suas preocupações tem-se concentrado nos insiders? 

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publicado às 12:42

Prisão em tempos de cólera

por João Pinto Bastos, em 28.06.13

Ontem, 226 manifestantes foram detidos e acusados de manifestação ilegal, por alegadamente terem cortado o acesso à Ponte 25 de Abril. No rescaldo dessa detenção, os manifestantes supra mencionados acusaram o Governo de querer "abafar o impacto da greve geral". Com esta sequência de eventos devidamente registada, há que perguntar o seguinte: 1) Os manifestantes em causa foram autorizados a cortar o acesso à Ponte 25 de Abril pelas autoridades públicas?; 2) Se a resposta for negativa, e, ao que tudo indica, é, há alguma justificação plausível para o corte de uma via pública, com o correspondente impedimento da livre circulação de pessoas e veículos? Não, não há. O objectivo destes festivaleiros foi, mais uma vez, formar um escândalo para tentar abafar o impacto da greve geral. Numa sociedade que já se desabituou dos achaques sindicaleiros, o impacto das greves gerais é, por norma, nulo. Há muito que não influem em nada. E quando assim é, a melhor forma de granjear a atenção dos mediazinhos é depredar, com um certo requinte selvático, bens públicos fundamentais. No fim, a culpa será sempre arremessada para o Governo. Manifestações espontâneas, como estes orquestradores do caos gostam de qualificar, resultam sempre nisto: crime, ilegalidade e falta de respeito pela comunidade.

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publicado às 12:15

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