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António Costa - feito num 8 com o 44

por John Wolf, em 29.11.14

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Antes mesmo de António Costa disputar eleições no ano que vem, já está a ir a votos. António não tem mãos a medir com a bagagem que lhe deitaram às costas. O Expresso irá fazer a cobertura do oitavo congresso do PS, em antecipação da campanha com que brindará o candidato a primeiro-ministro. Mas vamos por partes. Sabemos que o jornalismo não é grande coisa quando se tem de socorrer de anagramas cabalistas para interpretar os sinais políticos. Qualquer dia chamam a Maya para deitar cartas. Enfim. Adiante. Então quais são os oito desafios mágicos que referem?

1. Garantir que há vida além de Sócrates. Não, não existe vida para além de Sócrates. Que eu saiba o homem está vivinho da silva e marcará a sua presença de um modo assíduo no imaginário colectivo dos socialistas e na quantidade de recursos que irá apresentar. Como o próprio disse, é comigo, mas não deixa de ser político. Como podem ver, não diz respeito ao PS.

2. Manter o PS unido. Ora bolas! Essa é fácil. O PS está totalmente unido na estupefacção e na surpresa decorrentes da detenção de Sócrates. Estão mais do que unidos - são uníssonos - o homem está inocente.

3. Construir uma equipa robusta. Entendo a abordagem ecológica - servirem-se de materiais usados para reconstruir - Ferro Rodrigues e Vieira da Silva. E acrescentar alguns elementos compósitos -  a cola-rápida fornecida por Carlos César para garantir que a coisa não se desunha.

4. Liderar o PS ao mesmo tempo que preside a Lisboa. Não é tanto liderar. Tem mais a ver com fingir com lidar com a gestão autárquica. Afinal a Câmara Municipal de Lisboa (CML) não é Portugal. Mais inundação menos inundação, o que interessa? Por daqui a uns tempos, quando auditarem as contas da CML (e com sorte as tornarem públicas), Costa já estará longe.

5. Escolher quem quer apoiar nas eleições presidenciais. Compreendo que haja dificuldades uma vez que Sócrates não está disponível e que Guterres ainda não possa ser considerado uma fava contada. Bem vistas as coisas, os suplentes de que dispõem carecem de argumentos para a titularidade daquele posto ou mesmo outros de nível mais baixo. António Costa provavelmente terá de se alinhar com o candidato de outro grémio partidário e repetir que é a melhor proposta da Esquerda.

6. Apresentar o programa de Governo. Então não o tinha feito? Combater o desemprego e aumentar a produtividade? Ah, esqueci-me. A questão da dívida pública também será tratada ( e que não tem nada a ver com Sócrates).

7. Fazer as listas a candidatos a deputados. O verbo fazer não cai bem. Soa a cozinhar. Em vez disso, numa lógica ascendente seria natural que a selecção de membros assentasse no mérito e não em lealdades políticas. Já sabemos que isso deu e dá quase sempre asneira. Os portugueses ficam sempre a arder com os arranjinhos dos outros.

8.Vencer as legislativas. Ouviram bem? v-e-n-c-e-r  a-s  l-e-g-i-s-l-a-t-i-v-a-s. Não ouvi a palavra Portugal e os portugueses uma única vez. Os socialistas não devem ser portugueses. Ou será ao contrário?

 

E por último, para rematar, o Expresso coloca a cereja em cima do jornal. Questiona a capacidade de impermeabilidade do PS, no contexto da bomba Sócrates, a tal "credibilidade intacta", que não sabem ainda em que condições terá ficado, e ainda a separação das águas da Justiça e da Política. Na minha opinião estas considerações finais são desnecessárias. Já temos as respostas. Mário Soares que está em todas, no princípio e no fim, foi particularmente esclarecedor. Mas com alguma sorte ainda o escutaremos este fim de semana no congresso de Évora, perdão, parque das nações socialistas, onde poderão limar a teoria da cabala, da perseguição àquela ideologia.

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publicado às 08:28

Novo livro...

por Nuno Castelo-Branco, em 28.11.14

Tio Patinhas 459.jpg

 

...ontem lançado no CCB

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publicado às 08:02

Olé

por Fernando Melro dos Santos, em 27.11.14

Quantos cidadãos não gostariam de poder manter, à borla, um pátio onde praticar o seu desporto preferido? Bandarilha e faena.

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publicado às 15:00

O Último Rei da Escócia

por Fernando Melro dos Santos, em 27.11.14

Isto ainda agora começou.

 

 

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publicado às 14:56

Asinus asinum fricat

por Fernando Melro dos Santos, em 27.11.14

...e eu farei tudo para não morrer antes de o Sol explodir. 

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publicado às 14:56

In memoriam - Sousa Veloso

por Pedro Quartin Graça, em 27.11.14

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Engenheiro agrónomo, nascido em 1926, ficou conhecido de todos os portugueses ao apresentar o programa TV Rural, durante três décadas, na RTP, entre 6 de dezembro de 1960 e 15 de setembro de 1990. O seu estilo, o seu timbre de voz e a sua figura televisiva especial transformaram um programa dedicado a agricultores num fenómeno da televisão nacional. Marcou a infância de muitos de nós. Deixou-nos hoje. Com a amizade com que sempre se despedia.Portugal está mais pobre.

 

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publicado às 11:59

Fanatismo

por Fernando Melro dos Santos, em 27.11.14

Ele há coincidências tremendas. O fanatismo, em Portugal, sempre esteve bem presente na epiderme dos cidadãos - clubístico, bairrista, beato, neo-ateu, comunista, socialista, novo-riquista, fiscal, enfim um rol que a ser declamado no seu todo daria azo a uma prestação Gongórica. 

 

Ocorreu-me isto, como digo, por haver coincidências que parecem tudo menos tal coisa. Agora vêem-se pessoas em pranto, a carpir, caramba à beira de vagir e uivar em choro compulsivo pela detenção de José Sócrates ao ponto de haver já vigílias, romarias, petições (bom, esta não conta porque até a posse - ó contrasenso - de animais dá azo a petições buscando isenções fiscais) em direcção a Évora. Espera-se uma alucinação colectiva no dia 13 de Dezembro, com o sol a dançar e figuras anciãs, vestidas de branco, empoleiradas num chaparro à muralha norte do reduto onde aprisionaram o Messias. 

 

E não é que existe, justamente, em Évora um bar-restaurante chamado Fanatismo? Pelo que pode ler-se no Trip Advisor, é do tipo adequado ao momento e à geografia, pois as opiniões dos convivas que por lá passaram espelham bem a imagem maior de Portugal: para uns - quase sempre juízes em causa própria - está tudo maravilhoso e deslumbrante, para outros - quase sempre achincalhados pelos primeiros - o grau de exigência é, se calhar, um bocadinho maior. 

 

É isto o fanatismo à portuguesa: não saber distinguir a nuvem de Juno. 

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publicado às 11:22

Apaga-se uma vela

por Fernando Melro dos Santos, em 27.11.14

Morreu Sousa Veloso, uma figura icónica do tempo em que ser-se engenheiro ou ser-se outra coisa qualquer pouco importava, desde que se fizesse o que se fazia com bom rigor, sageza, honestidade e outras qualidades em rápida rarefacção entre nós.

 

 

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publicado às 11:05

João Miguel Tavares

por Fernando Melro dos Santos, em 27.11.14

Isto é tão bom que tem de ser partilhado na íntegra. Realces meus.

 

Da mesma forma que os gatos têm sete vidas, eu acho excelente que um cidadão tenha sete presunções de inocência. O problema de José Sócrates, tal como o de um gato que falece, é que já as gastou. Sócrates foi presumível inocente na construção de casas na Guarda, foi presumível inocente na licenciatura da Independente, foi presumível inocente na Cova da Beira, foi presumível inocente no Freeport, foi presumível inocente na casa da Braamcamp, foi presumível inocente no assalto ao BCP, foi presumível inocente na tentativa de controlar a TVI, foi presumível inocente no pequeno-almoço pago a Luís Figo. Mal começou a ser escrutinado, a presunção de inocência tornou-se uma segunda pele.

Claro que José Sócrates continua presumível inocente aos olhos da justiça, e assim continuará até ao trânsito em julgado da sentença. Claro que a presunção de inocência é pedra angular de uma democracia decente e de qualquer sistema judicial digno. Mas eu não sou juiz, nem polícia. Sou um cidadão e um colunista. E, enquanto tal, tenho todo o direito – repito: todo o direito – de presumir, face ao que leio nos jornais, às minhas deduções, às minhas convicções, à minha experiência, à minha memória e ao esgotamento de sete presunções de inocência, que Sócrates é culpado daquilo que o acusam. E tenho todo o direito de o escrever – pela simples razão de que as regras do espaço público não são as regras de um tribunal.

Esta insistência em confundir o plano mediático com o plano da justiça é absurda. Levado ao extremo, faria com que só pudéssemos pronunciar-nos sobre a honorabilidade de José Sócrates daqui a sete ou oito anos, quando todos os recursos tivessem sido esgotados e a sua sentença transitado em julgado. Eu não tenho o poder de um juiz. Não posso, felizmente, prender ninguém. E se não tenho o seu poder, é óbvio que também não tenho as suas limitações. É por isso que a minha liberdade de expressão é mais lata do que a do juiz Carlos Alexandre: ele fala pouco porque pode muito; eu falo muito porque posso pouco. À justiça o que é da justiça, aos jornais o que é dos jornais.

Existe uma admirável coincidência entre os fazedores de opinião que estão a demonstrar uma hiper-sensibilidade às falhas do segredo de justiça e uma notável abnegação na defesa da presunção de inocência, e aqueles fazedores de opinião que durante anos e anos defenderam José Sócrates contra os ataques ad hominem e o julgaram vítima de infames conspirações. Quando vejo Miguel Sousa Tavares ou Clara Ferreira Alves mais entretidos a discutir fugas de informação e timings de detenção do que a possibilidade muito real de um ex-primeiro-ministro ser corrupto, eu sei que eles estão menos a defender Sócrates do que a defenderem-se a si próprios, e àquilo que andaram a escrever ao longo dos anos.

Ainda ontem, no DN, Ferreira Fernandes dizia o seguinte: “Em 2009, escrevi: ‘Prendam-no ou calem-se.’ A turba, com muita gana mas sem prova, chegou primeiro do que a opinião pública – e depois?” E depois, caro Ferreira Fernandes, é que ali entre 2007 e 2011 boa parte da opinião pública preferiu fechar os olhos ao elefante no meio da sala. Se não havia provas, havia infindáveis indícios – e boa parte da opinião pública preferiu engolir as teses surreais de Sócrates, mantendo-se impassível diante do sufoco evidente do poder judicial às mãos do poder político. Viram, ouviram e leram. Mas preferiram ignorar. É uma escolha, claro. Só que convém assumi-la, até para que ninguém a esqueça.

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publicado às 10:57

Breve apontamento sobre o caso Sócrates

por Samuel de Paiva Pires, em 27.11.14

E nem sequer é para falar sobre Sócrates e os crimes pelos quais está a ser investigado, mas sim para notar que, da generalidade dos jornalistas a comentadores como Sousa Tavares e Clara Ferreira Alves, dos indefectíveis socráticos a Mário Soares, passando pela Bastonária da Ordem dos Advogados, outros intervenientes no espaço público e até alguns populares que têm aparecido na televisão literalmente a chorar por Sócrates, boa parte do país parece ter sido acometida por um histerismo tão deplorável quanto risível, mas que me leva a retirar uma conclusão preocupante: temos demasiadas pessoas com responsabilidades políticas e públicas, demasiados comentadores e intervenientes no espaço público cuja cultura democrática deixa muito a desejar.

 

Basta atentar na visível irritação de Mário Soares à porta do Estabelecimento Prisional de Évora e na sua posterior entrevista a Constança Cunha e Sá para perceber que o conceito de democracia do ex-Presidente da República é, no mínimo, dúbio e assenta mais no amiguismo que na igualdade perante a lei e a separação de poderes (afinal, como diria Jorge Coelho, "quem se mete com o PS leva"). Ou um exemplo ainda melhor, aquele momento, há alguns dias, em que Pacheco Pereira explicava a Sousa Tavares que a igualdade perante a lei em termos abstractos não substituía a desigualdade material, já que Sócrates é uma pessoa influente e poderia tentar destruir provas e influenciar a investigação caso não fosse detido preventivamente, ao que Sousa Tavares respondeu com uma absurda afirmação de que Pacheco Pereira estava a partir do pressuposto que Sócrates era culpado, mostrando assim como lhe escapam (a Sousa Tavares) as mais elementares regras de lógica e/ou qualquer noção de democracia que não se coadune com a sua lendária falta de isenção.

 

No meio do histerismo, os líderes da coligação governamental e o líder da oposição mostram ser dos poucos a ter um mínimo de bom senso, não deixando que a amizade ou inimizade por Sócrates lhes tolde a mente. De resto, não só não entro na barricada dos que pensam que o regime está em risco - se há algo que o passado recente do nosso país nos mostra, é que, pelo menos, algumas instituições estão a funcionar como se espera num regime demoliberal -, como também não me atrevo a vaticínios sobre o futuro próximo do PS e o embate eleitoral do próximo ano. Como explicava Manuel Meirinho ontem à noite, na RTP Informação, o tempo da política é muito curto. Daqui a umas semanas a detenção de Sócrates fará parte da normalidade quotidiana e deixará de ter interesse mediático, tal como já aconteceu com Armando Vara ou Ricardo Salgado. As eleições são apenas em Outubro de 2015. Tenham calma, que até lá muita coisa pode acontecer.

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publicado às 09:17

José Sócrates e Mário Soares, Paulo Cunha, Lusa

 

Mário Soares não acredita em Portugal. Mário Soares não tem fé nas instituições que ele próprio ajudou a dar à luz. Mário Soares insulta o cidadão comum e o tribunal de instrução criminal - ofende o Estado de Direito e enxovalha a Democracia. Mário Soares serve-se da sua condição para furar as regras de visita ao estabelecimento prisional. E Mário Soares tem medo. Mário Soares apresenta-se amparado por uma enfermeira, mas ainda tem fôlego para ser brejeiro e dar uma péssima imagem de um ex-Presidente da República. José Sócrates faz o que qualquer acusado faz - defende-se, e irá servir-se de todos os argumentos para o fazer. É natural que o faça, mas contradiz-se de um modo flagrante. Se o caso é político, como afirma, não pode ser exclusivamente pessoal - uma perseguição individual. Ou seja, sendo um processo político, diz respeito ao Partido Socialista. Mas há mais. Se José Sócrates considera que as imputações são injustas, está a aceitar a figura de imputação, embora não concorde com o grau da admoestação. Ou seja, a culpabilidade está presente nas suas primeiras linhas de defesa, difundidas pela TSF e o jornal Público. Podemos ter a certeza de que o special one vai usar a sua coragem extraordinária para montar uma PIDS (Polícia Internacional de Defesa do Sócrates). Isto vai dar pano para mangas.

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publicado às 08:52

The neighbor of the Beast

por Fernando Melro dos Santos, em 27.11.14

 

Incrivelmente, o número de prisioneiro de Mandela contém duas evidências irrefutáveis que ligam esta personalidade ao seu foto-negativo, agora em cativeiro: tem o 666 bíblico, que removido deixa... o 44 atribuído ao Arcanjo de Alijó. 

 

Isto está tudo ligado. 

 

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publicado às 01:08

Guest posts (IV)

por Fernando Melro dos Santos, em 26.11.14

Cláudia Correia P. , via Facebook. 

 

VAMOS AJUDAR O SÓCRATES A REPARAR O MAL QUE NOS CAUSOU

 

Como reparar o mal que ele nos causou a todos.

Já tenho a sentença.

 

E COMO?

 

Com visitas diárias a Sócrates de forma a pagar um determinado valor per capita em que 50% ficam para a gestão dos serviços prisionais e o restante para contribuir para baixar o défice na despesa pública (aditamento ao orçamento).

Vamos “rentabilizar” a marca/ pessoa de forma a “reparar”ou pelo menos minimizar o dano.

Agora está na moda o Branding, pois bem, vamos usar a imagem dele para contribuir para baixar o défcie e reparar o erro dele e a vergonha que causou aos portugueses.


Não estamos no Japão, onde a honra e a vergonha faz com que o culpado num ritual suicida corte o ventre. Mas, sendo a vergonha um ajuste do ser humano ao contexto social, sentimento esse pouco comum entre os políticos e provavelmente na maioria das pessoas, vamos desnudar essa fraqueza e ajudar a enraizar na nossa cultura esse sentimento.


Sendo as emoções uma peça fundamental ao ser humano, face a diferentes situações como, o remorso e arrependimento que impulsionam a pessoa a tentar reparar o sucedido.

Vamos motivar as pessoas a realçar a importância dos recursos internos de Sócrates para desenvolvimento da personalidade e auto-regulação do seu comportamento servindo como exemplo aos demais culpados por crimes deste tipo.

 

Este desconforto causado a Sócrates é para reparar e ensinar ás pessoas a escolherem padrões morais na vida .

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publicado às 22:09

Malandrice pegada

por Pedro Quartin Graça, em 26.11.14

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publicado às 19:36

Visto em perspectiva...

por Fernando Melro dos Santos, em 26.11.14

...estoirou-se o dinheiro do resgate, mas ainda se emite dívida todas as semanas

...os gays casam e os narcisistas abortam à conta do IRS, mas os hospitais continuam a deixar gente morrer nas coxias

...chove normalmente, e fica tudo inundado

...virá o frio, e nao seria impossivel que houvesse falhas de energia e um estranho surto de falecimentos no interior

...os putos sabem ler e procurar inanidades na net, mas precisam dos pais, do Estado ou da Virgem Maria para estrelar um ovo, assumindo que podem comprá-lo e que nao se recusam a matar um potencial ser vivo nao-humano

...ha um ex-PM preso, por acaso o que foi PM durante a implementacao das politicas que conduziram Portugal à bela condição ilustrada nos postais supra, mas continua sem haver partidos, publicações, e pensamento de Direita

...durante 28 anos bebemos da mesma teta que os civilizados do Norte, mas nem assim transpusemos a soleira da porta com medo que o céu nos caísse em cima das cabeças 

 

...mas não somos a Somália. É o que vale. Estou muito mais confiante nas instituições democráticas. 

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publicado às 17:55

ਨਰਕ ਕਰਨ ਲਈ, ਆਪਣੇ ਸਿੰਗ

por Fernando Melro dos Santos, em 26.11.14

É a minha vez de escolher um santo para comparar a uma figura pública da actualidade. 

 

Notas biográficas sobre Siddharta Gautama. 

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publicado às 15:22

Os taradinhos da aldeia

por Fernando Melro dos Santos, em 26.11.14

Primeiro, eram as t-shirts com a efígie de Che Guevara, o pulha primordial, produzidas em série graças ao capitalismo, e os nacos de unto provinciano que as envergavam aqui e ali, achando que bastava ir a Paris para ser Europeu. 

 

Entretanto apareceu o Cristo de Honolulu, que em mandato e meio arruinou a nação mais justa e racional do planeta, mas isso também não bastou para desinfectar a chaga.

 

Depois veio o Mahatma, faquir da Almirante Reis, o brâmane para acabar com todos os brâmanes. Diz-se que ainda mexe, mas que está morto e não sabe.

 

Agora a série completa-se, círculo perfeito, com os taradinhos da aldeia a invocarem outro ícone do qual apenas as faces brilhantes importam, para ajudar ao tempero desta empada venenosa que nos serviram pela Acção de Graças. 

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publicado às 14:53

Blackadder

por Fernando Melro dos Santos, em 26.11.14

 

 

Quando certa comunicação social, incensada de atavismos anti-fásssssssistash, intentou um golpe de Estado - mais ou menos ali em torno de 2009 - colocando, efectivamente, Aníbal em coma preventivo e provando à saciedade que em Portugal o povo, em vez de sereno, é rançoso, não havia infâmia alguma: nem as facturas da luz, nem as auto-estradas, nem as andorinhas de Alcochete sacrificadas ao furor consumista, enfim, nada. Nem o aborto, Deus estava morto, tudo era permitido, ao delfim ungido. 

 

Agora parece que o pânico não escolhe idades. 

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publicado às 14:17

Ranço

por Fernando Melro dos Santos, em 26.11.14

Eis o que tenho a dizer sobre a visita de Mário Soares, as prestações de Sousa Tavares e Clara Ferreira Alves, o procurador que procurava sempre de costas, e demais camarilha, do "matxaca" mais básico numa redacção qualquer onde haja posters de Mandela e do Che, passando pelo primo da tia em terceiro grau do senhor que leva a lenha à aldeia ao sábado, até à mais alta instância do regime.

 

"The smell of fear is real, claim scientists"

 

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publicado às 13:59

Vox Populi (1)

por Fernando Melro dos Santos, em 26.11.14
Caixa de comentários ligada a esta notícia
 
Vai apanhar no olho que já foi cego

8h

Eu também acredito que temos aqui mais um corrupto, porque cada um acredita no que quiser.

Jou

11h

Este também deve ter rabo de palha, deve ser um dos deverá ser controlado, foi o negociante das ppp que garantem 30%. quando o juro está a 1%.

Ph neutro

11h

É só virgens ofendidas nestes foruns. Mas deixem estar que isto a continuar assim, ainda serão todos recebidos no Reino dos Ceus de braços abertos por Deus Nosso Senhor. Um ... VER MAIS

Braga

11h

Este tem que explicar como é que passou a A7 que liga Vila Pouca Aguiar a Guimarães para a esfera do Estado, quando a dita cuja pertencia as privados, entre o quais a Mota Engil. Um neg& ... VER MAIS

Abreu

11h

Este Paulo Campos é um sabujo corrupto! É pena que ainda esteja solto

PPP, PPP, PPP PPP, ....

11h

o Rei das PPP. Também lá vais parar fdp....

Ana

12h

Bandido...Como podes andar a pavoneares neste Pais que ajudaste a destruir? Desaparece.

Paulo Campos

13h

Este é que mamou nas obras...........nem sei como ainda está cá fora às borradas que fez quer sejam por corrupção quer por incompetência!!!!!

 

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publicado às 11:35

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