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Do nosso amigo Zé B., uma irritação para alguma gente

por Nuno Castelo-Branco, em 23.06.12

 

O Hino e a Bandeira causarão alguns azedumes entre os sátrapas do costume, mas a verdade deve ser reposta. Foi precisamente o que o Zé fez. Divulguem o video e o texto de apresentação no youtube:

 

"A Portuguesa foi composta por Alfredo Keil e Lopes de Mendonça, em desagravo pelo Ultimatum de 1890. Num sobressalto patriótico, dedicaram a Marcha a D. Miguel (II) de Bragança, então exilado na Áustria. A Portuguesa, pela sua letra apelando ao glorioso passado do Portugal de sempre, o da Monarquia, e pelo facto de ter sido oferecida à Casa de Bragança, é um hino claramente monárquico. A própria Rainha D. Amélia ensinaria "A Portuguesa" aos filhos, D. Luís Filipe e D. Manuel.
Os republicanos aproveitaram a força de A Portuguesa, apropriando-se de uma obra que não lhes pertencia e que pela mensagem contraria aquilo que a república foi, é e sempre será: um desastre para Portugal.
Mesmo após a Restauração que virá (1), continuará a ser o Hino da nação portuguesa."

 

(1) Aqui está a explicação.

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publicado às 20:41


7 comentários

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De Paulo Selão a 23.06.2012 às 21:08

Apoiado. Subscrevo na íntegra. A Bandeira poderá ser a imediatamente anterior a 1910 ou a actual mas bipartida de azul e branco e eventualmente com a coroa real encimando a esfera armilar.
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De Nuno Castelo-Branco a 23.06.2012 às 21:14

Claro. Esfera incluída.
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De Sun Worshiper a 24.06.2012 às 05:29

Curioso, a única vez que em Monarquia tivemos a Esfera Armilar, foi com D. Manuel I... Seria ele também maçon, adorador do Deus-Sol? Esclarecido era ele...

É que para quem não sabe destas coisas dos símbolos e do Oculto, a Esfera Armilar não é mais que um símbolo do Deus-Sol...
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De Isabel Metello a 23.06.2012 às 21:40

O meu Avô Republicano já Lá (Paz à Sua Grande Alma, que Era Um Ser do Bem, apesar de não o ter conhecido, mas Tinha Honra e Era Humano- deixava sempre os Ciganos ficarem nas suas terras e casou com a minha Avó que Foi Deserdada por causa desse casamento, mas nunca se Arrependeu- Grande Alma! :) vai zangar-se comigo, mais uma vez, logo eu que acredito no Ciclo das Reencarnações, logo na outra vida um nobre de sangue poderá ter sido um escravo, e no Valor Individual Anímico (se bem que a Educação É Uma Base Imprescindível, como se pôde constatar com a invasão da marabunta novo-riquista autocentrada e auto-sentada que delapidou o país, embora tb haja muitas boas árvores que deram frutos bastante podres, embora Outras Mantivessem A Boa Essência - i.e., há de tudo! :) não transmitido pelo sangue, como os renascentistas... mas, como a Res Publica se transformou em Res Privada, numa oligarquia nefasta e imoral decadente (são como Nero, um psycho, só que vêem o país que fizeram arder de Paris ou de paraísos tropicalientes...:)  até considero a Bandeira Monárquica muito mais bonita e, para dar um arzinho de loira, que nunca é demais :) muito mais chic! O Sr. D. Duarte como Chefe da Nação que Põe-nos todos a um cantito em termos de Carácter, Humanidade e Coragem! Salve!
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De Anónimo a 23.06.2012 às 21:53

Se o seu avô fosse vivo, hoje seria a favor da Monarquia, tal como toda a gente de bem!
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De Isabel Metello a 24.06.2012 às 03:05


Anónimo, seria logicamente impossível sê-lo, pois teria muitos anos mais do que 100...mas como acredito na capacidade crítica individual activa e na Reencarnação, A Sua Alma Escolheria O Seu Percurso, de acordo com O Predestinado, mas sim, creio que, depois da banadalheira toda a que temos aassistido há décadas, sê-lo-ia, apesar de ser de origem muito mais modesta do que a minha Avó- Ambos Tinham Almas Nobres!
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De Ana Gabriela A. S. Fernandes a 25.06.2012 às 10:17

Nuno


Para essa Restauração com a qual concordo em termos ideais, era necessária uma restauração cultural e o Portugal antigo já só existe na nossa memória.
Além disso, é DENTRO dos próprios monárquicos que estão as grandes fracturas (valores tradicionais versus liberalismo) não é na monarquia versus república. Teriam de resolver esse assunto primeiro, o que não me parece nada fácil como fui descobrindo para minha grande perplexidade e como o seu texto "Restauração" revela.


Mas quem sabe se o futuro se irá encontrar de novo com o passado longínquo, e reencontrar os valores estruturantes das sociedades... 
Ana

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