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O essencial

por João Pinto Bastos, em 16.03.13

O circo mediático tem destas coisas, hoje, o Governo é altamente criticado, amanhã, será despudoramente incensado, com a ajuda dos spin doctors ricamente avençados pelo erário público. Nada que surpreenda, hão-de convir, o Portugal democrático já nos habituou a estes fenómenos do Entroncamento. A questão é que vivemos tempos de excepção. E o Governo falhou. Não tenhamos medo em dizê-lo: falhou em tudo. Rotundamente. Clamorosamente. E este falhanço está a custar os olhos da cara à grande maioria dos portugueses. É evidente que, muito dificilmente, o Governo conseguirá ultrapassar as presentes provações. É claramente necessário um novo arranjo governativo. O Pedro, numa posta em baixo, falava em Rui Rio. É, de facto, um bom nome. Porém, não sei, duvido até, que um mero nome resolva os problemas da governação. Neste momento, precisamos de uma estratégia clara, tanto a nível interno como a nível externo. O que pretendemos a nível europeu? Euro ou não? A dívida, nestes montantes, é pagável, pelo menos tal como está? Há ou não mínimos sociais a cumprir? Há ou não a necessidade de reformar o sistema político? Estas perguntinhas, dificeis mas inadiáveis, são o essencial da proposta governativa que urge alçar ao topo do poder. E, como se tem visto, ninguém as tem feito. Pelo menos, ninguém de relevo. That's the problem, stupid!

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publicado às 12:41


2 comentários

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De Pedro Quartin Graça a 16.03.2013 às 13:16

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De Nuno Castelo-Branco a 16.03.2013 às 13:25

 "Há ou não a necessidade de reformar o sistema político? "



Se não houver uma profunda reforma - que não pode ficar-se pelas aparências, pelo sistema eleitoral -, o regime será varrido. Disso não tenho qualquer dúvida, trata-se d euma mera questão de calendário.

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