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Prosseguindo: agora chegam as fragatas holandesas

por Nuno Castelo-Branco, em 01.08.08

 

 

Consultar a informação completa aqui. http://www.areamilitar.net/DIRECTORIO/nav.aspx?nn=49

 

"A aquisição destes navios, que em termos de geração, coloca a marinha portuguesa com cinco navios idênticos, apresenta à marinha de Portugal desde já, o problema da sua substituição futura, pois a sua obsolescência ocorrerá ao mesmo tempo.

Calcula-se que sem modificações nos seus sensores e sistemas de mísseis, a partir de 2020, o valor militar tanto das fragatas Vasco da Gama como das Bartolomeu Dias seja apenas residual."

 

São estes os dois parágrafos  do texto informativo, que dão que pensar.

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publicado às 16:50


1 comentário

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De João Quaresma a 01.08.2008 às 18:58

Estamos numa de armamentos, portanto.

A substituição futura ao mesmo tempo só poderá ser um problema do ponto de vista orçamental, porque em relação a tudo o resto é o ideal. Permite que sejam substituídos por um tipo único de navios, tão idênticos quanto possível, e permite estabelecer uma cadeia de produção nacional.

Pode ser, finalmente, a oportunidade de ter uma classe de grandes navios de combate construídos em Portugal, coisa que não acontece desde os anos 30. A oportunidade surgiu nos anos 60 mas foi desperdiçada estupidamente. A renovação da esquadra tem lugar mais ou menos de 30 em 30 anos (vida útil média de um navio); 1900s - 1930s - 1960s - 1990s (quase não foi feita) e que se prolonga até hoje.

Espera-se que nos próximos anos as 5 fragatas venham a ser modernizadas num programa conjunto, aproveitando a semelhança entre os dois modelos, desde que haja orçamento para o fazer.

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