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A tragédia americana e do mundo

por Samuel de Paiva Pires, em 19.08.08

David Remnick, The New Yorker:

 

Taken individually, the West’s actions since the collapse of the Soviet Union—from the inclusion of the Baltic and the Central European states in NATO to the recognition of Kosovo as an independent state—can be rationalized on strategic and moral grounds. But taken together these actions were bound to engender deep-seated feelings of national resentment among Russians, especially as, through the nineteen-nineties, they suffered an unprecedentedly rapid downward spiral. Even ordinary Russians find it mightily trying to be lectured on questions of sovereignty and moral diplomacy by the West, particularly the United States, which, even before Iraq, had a long history of foreign intervention, overt and covert—politics by other means. After the exposure of the Bush Administration’s behavior prior to the invasion of Iraq and its unapologetic use of torture, why would any leader, much less Putin, respond to moral suasion from Washington? That is America’s tragedy, and the world’s.

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publicado às 19:01


1 comentário

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De Nuno Castelo-Branco a 19.08.2008 às 22:20

Bem podem ir mais atrás, quando, por exemplo, atacaram traiçoeiramente a Espanha, para lhe arrebatar Cuba, Porto Rico e as Filipinas. E pelo que consta, pretendiam fazer o mesmo a Portugal, desta vez nas ilhas atlânticas. No entanto, o governo da "ominosa monarchia" e o rei d. Carlos, tinham boas relações com a Inglaterra que para todos os efeitos, era quem ainda ditava as normas. Bons tempos...

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