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«Com D. João I

por Cristina Ribeiro, em 02.11.08

iniciou-se uma nova dinastia- a dinastia Joanina ou de Avis.

Durante o seu longo reinado de 48 anos travou-se a batalha de Aljubarrota, conquistou-se Ceuta e descobriram-se os arquipélagos da Madeira e dos Açores. Portugal abriu-se ao mundo e conheceu uma nova época.

        No dizer de Fernão Lopes, D. João I foi o mais excelente dos reis. Um monarca cheio de qualidades que soube ser justo e bondoso, que soube amar o seu povo e por ele ser amado, que soube cumprir as promessas feitas, e que deixou de si tão boa lembrança que ficou conhecido como " o rei de Boa Memória».

 

Hoje, uma sobrinha trouxe-me, muito satisfeita, este livro, que a mãe lhe comprara ontem no Museu Alberto Sampaio, dizendo que já ia a meio e que estava a gostar muito.

Tem sido exemplar o trabalho desenvolvido pelos colaboradores do Museu , de divulgação da nossa História, no caso concreto, pela Drª, Rosa Maria Saavedra.

 

Já no mês de Maio, assisti, com ela, a um Teatro de Marionetas, em que era contada a vida do grande Patrono daquela Casa, o que fora precedido por mais um livro  sobre a mesma temática. E não ficarão por aqui, muitas que têm sido já as iniciativas destinadas a não deixar esquecer os nossos Grandes.

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publicado às 16:53


2 comentários

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De Paulo Cunha Porto a 02.11.2008 às 22:36

Foi um grande Rei, mas bondoso...
Há momentos de sombra, como a execução dos prisioneiros castelhanos, após a Batalha, ou a eecução pelo fogo de uma Alta Figura por uma cedência à fraca carne... Mesmo para a época isto pareceu duro em demasia.
Mas merece gratidão e os editores também.
Beijo, Querida Cristina
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De Cristina Ribeiro a 02.11.2008 às 23:13

Tenho de ler a biografia do "da Boa Memória", pois que desconhecia esses momentos de sombra.
Beijo, Paulo

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