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A Política Externa Obama-Clinton

por Samuel de Paiva Pires, em 30.11.08

 

Obama fez uma jogada de mestre com a escolha de Hillary Clinton, e ela própria terá também consciência disso. É o velho príncipio maquiavélico de ter os amigos por perto e os inimigos ainda mais perto. Obama vai usufruir da reputação internacional não só de Hillary mas também de Bill Clinton, ao passo que Hillary fica de certa forma impedida de fazer campanha contra Obama como forma de se preparar para uma eventual candidatura presidencial em 2012. E se alguma coisa correr mesmo muito mal, Obama poderá sempre demitir Hillary, isto num caso extremo em que o custo de sacrificá-la seja inferior ao custo de mantê-la, o que pressupõe um eventual facto político gravíssimo.

 

Quanto à política externa que esta promissora dupla terá a desenvolver, Robert Kaplan deixa uma interessante sistematização neste artigo da The Atlantic. Aqui fica uma pequena parte, mas aconselho a ler na íntegra:

 

But the real reason that Obama and Clinton might enjoy success is something that goes barely mentioned in the media. Obama and Clinton are buying into a bottomed-out market vis-à-vis America’s position in the world. It is as if they will be buying stock after the market has crashed, and just at the point when a number of factors are already set in motion for a recovery. For President George W. Bush did not just damage America’s position in the world, he has also, over the past two years, quietly repositioned himself as a realist in foreign policy, and that, coupled with a bold new strategy in Iraq, known as the “surge,” has poised America for a diplomatic rebound, which the next administration will get the credit for carrying out.

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publicado às 21:51


1 comentário

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De Nuno Castelo-Branco a 30.11.2008 às 22:38

Desconfio que Israel tem muito a ver com todo este negócio...

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