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Governo da Restauração Nacional

por Samuel de Paiva Pires, em 17.12.08

Brincadeira "roubada" ao José Manuel Barbosa (da minha parte sou obrigado a declinar o título de Dr. que só poderei ostentar daqui a 6/7 meses se tudo correr bem, e quanto ao cargo não posso sequer almejar tal (embora agradeça o elogio do JMB), até porque acho que há gente bem mais capacitada para a função de MNE, logo à cabeça o Miguel Castelo-Branco):

 

Governo de Restauração Nacional
 
Presidência do Conselho de Ministros
Prof. Doutor Medina Carreira
Ministro de Estado, das Relações Interterritoriais e da Língua Portuguesa.
Dr. Miguel Graça Ferreira
Ministro da Administração Interna
Dr. Rui Rio
Ministro da Agricultura e do Desenvolvimento Regional
Sr. Jerónimo de Sousa
Ministro da Ciência e Ensino Superior
Engº Luciano Moreira da Silva
Ministro da Comunicação Social
Dr. Manuel Cruz
Ministro da Cultura
Dr. Nuno Castelo-Branco
Ministro da Defesa Nacional
Dr. Nuno Rogeiro
Ministro da Educação
Drª Teresa Patrício Gouveia
Ministro da Justiça
Dr. Pinto Monteiro
Ministro da Juventude e do Desporto
Drª Elisa Ferreira
Ministro da Saúde
Dr. António Arnault
Ministro da Segurança Social e Trabalho
Dr. Bagão Félix
Ministro da Qualidade de Vida e da Família
Dr. Fernando Nobre
Ministro da Economia, Finanças e Plano
Dr. Hernâni Lopes
Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações
Engº Mira Amaral
Ministro do Ambiente e do Ordenamento do Território
Engº. Carlos Pimenta
Ministro do Comércio Externo
Dr. Miguel Cadilhe
Ministro do Equipamento Social
Drª Isabel Rocha e Sousa
Ministro do Mar
General Garcia Leandro
Ministro dos Negócios Estrangeiros
Dr. Samuel de Paiva Pires
 
Está por ordem alfabética dos ministérios com a excepção do primeiro.

Isto não é para ser estático, é para ser dinâmico. Venham daí (daqui?) contribuições. A "democracia" tem destas coisas, deixa-nos sonhar.

"Já se pode brincar na relva"

Estive para intitular este post, assim. Um título, um livro a não perder, para quem se interessa ainda.

Força, critiquem, contribuam. Eliminem ministérios se for o caso. Substituam nomes.
Neste país governado por possidónios "amigos de estilistas (?)" ainda se pode sonhar mas só de madrugada!

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publicado às 01:30


14 comentários

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De Anónimo a 17.12.2008 às 11:29

Que tal começarem por...
como nos países a sério...
deixarem de apresentar os senhore cidadãos...como
"coronéis" ou DOTÔRES?
Não conseguiriam exercer os cargos se não forem apresentados como DR.?
Creio que começando por aí já seria algo de novo e com pouco bafio!
De resto...concordo na grande generalidade dos nomes propostos...
nos que conheço pelo menos.
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De Nuno Castelo-Branco a 17.12.2008 às 12:19

O JMB é muito gentil, mas jamais me atreveria a desempenhar um cargo destes. Não tenho competência para tal. O meu irmão que acumule os dois! E se faltar o Medina Carreira, que fique também 1º ministro: acabava-se o regabofe num ápice, pode crer!

Quanto aos doutores, o anónimo tem razão. Ninguém trata a Merkel ou o Kohl por doutor. Mas como o JMB é um senhor, não fere susceptibilidades.
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De JMB a 18.12.2008 às 17:46

Por isso é que Miguel Castelo-Branco Graça Ferreira fica com a pasta de maior responsabilidade e "alfabéticamente desalinhada" ...

Força, mais contributos. Publiquem-se.
Vamos arrumar as galinhas no galinheiro ... Xô ! XÔ !!!
galinha perdês e capões castrados!

JMB.
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De António Bandeira de Oliveira a 17.12.2008 às 13:37

Ora aqui está uma excelente ideia, que serve, simultaneamente, de exercicío útil para um futuro muito próximo. Torna-se necessário "contar espingardas" e analisar qual é a reserva disponível da nação. Não tenho qualquer dúvida que temos gente impoluta e proba para liderar Portugal com saber, inteligência e honestidade.
Nesta excelsa lista, encontro nomes que desconheço em absoluto e dos quais não duvido, evidentemente, uma vez que aqui foram nomeados.
Contudo, gostaria de acrescentar dois nomes. Um é o do Miguel Castelo-Branco, aliás, como, e muito justamente foi sugerido pelo autor deste blogue. O Miguel, que foi meu professor, e por quem nutro uma indefectível admiração e estima, é um dos raros homens deste país a quem reconheço envergadura intelectual, seriedade e amor pátrio, com sobejas provas dadas no ensino, no jornalismo , nas obras publicadas e nas entidades e instituições que serviu. Possuidor de uma cultura invulgar e sempre sequioso do saber, penso que poderia assumir com mérito e eficiência qualquer lugar ao nível governamental, de primeiro-ministro a ministro da cultura.

O outro nome que tenho a honra de apresentar e introduzir, é o de Mário Rui Simões Rodrigues, professor do Ensino Secundário,em Leiria, possuidor de duas licenciaturas na área de letras, com obras publicadas no domínio da História Local e de diversas temáticas da História de Portugal. As qualidades que mais lhe reconheço são a inteligência brilhante, o rigor até ao pormenor, a capacidade de trabalho e o seu indesmentível amor por Portugal. A ele se deve, entre outras acções, o ressurgimento e o debate em torno da "Questão de Olivença". Foi Presidente da Direcção do Grupo dos Amigos de Olivença até 2001. Tem 40 anos de idade.
O que há de comum entre estes dois grandes portugueses, além da admiração e amizade mútuas, é o facto de ambos serem oriundos das ex-colónias portuguesas de Moçambique e Angola, respectivamente.
Os dois ilustres nomes sem mácula que aqui sugiro, são uma escolha da minha inteira responsabilidade, consciente de que exerceriam com o maior empenho e honestidade a missão de que fossem incumbidos, a bem de Portugal e do povo português. E afirmo-o por lhes conhecer suficientemente o carácter e o pensamento, fruto de amizades de longa data.
Dos restantes nomes aqui eleitos, sem qualquer dúvida que o nome de Henrique Medina Carreira é incontornável. Seria, certamente, o nome que eu seleccionaria para liderar esta tormentosa "nau".
Despeço-me, desejando os maiores sucessos ao autor deste blogue. Bem-haja! António Bandeira de Oliveira, Lisboa.
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De Nuno Castelo-Branco a 17.12.2008 às 19:07

António Bandeira de Oliveira, vou contar-lhe duas pequenas histórias:

Quando entrei para o ciclo, por azar na minha turma havia um menino que se chamava Nuno Ferreira. Como o meu primeiro nome é Nuno e o último é Ferreira, o "setôr" decidiu que passava a chamar-me Nuno Castelo-Branco, os apelidos da minha mãe. E que pesada carga são, quando o meu segundo nome por obrigação seguidista e imposta pela então ainda viva trisavó e nora do escritor, é Camilo (está a ver, não está?). Bom, assim sendo,em Lourenço Marques toda a miudagem passou a tratar-me por Nuno Castelo-Branco e o Miguel levou a carga por reflexo, claro. Não é pretensiosismo nem "mania de grandezas" aliás inexistentes. As coisas são mesmo assim e assim ficaram.
A segunda parte da história vem com a faculdade. Dado que o nosso pai era professor na FLL, onde estudávamos, foi melhor continuarmos a ser apenas "filhos da mãe", por razões óbvias:
1- A maledicência do costume: embora fossemos bons alunos, logo haveria quem estivesse disposto a dizer ... "pudera, aquelas notas devem-se ao paizinho!...

2- Política: o nosso pai sempre foi um monárquico MUITO de esquerda e nós, enfim... nem tanto, embora hoje reconheçamos que ele tinha razão em muitas coisas.

Para a sua absoluta satisfação, o "tal Miguel Graça Ferreira", é um certo Miguel Castelo-Branco que o António conhece muito bem. E tem toda a razão, porque seria uma primeira escolha para vários ministérios e quem sabe, até para número um. Disso não haja dúvidas, até porque é de longe, o melhor orador que Portugal possui. E insusceptível de corrupção.
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De Miguel Castelo-Branco a 18.12.2008 às 01:59

O António Bandeira é dos tais amigos de longa data cujas qualidades de carácter, curiosidade intelectual, cultura e patriotismo são coisa rara entre nós. A nossa amizade nunca sobreu a mais pequena beliscadura, mesmo que já não tenhamos o prazer de conversar longamente como antes. O António é dos tais injustiçados neste sistema onde só campeiam os obstusos, os apaniguados, os imbecis sem escrúpulos e a ganga dos carreiristas sem coração e sem obra. Julgo que o Estado Sentido o devia convidar imediatamente para integrar o já soberbo grupo de colaboradores, pois afianço 100% de probidade, 100% de qualidade e total apego à causa do patriotismo. Se alguém podia ser "ministro", esse é o António.
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De Margarida Pereira a 18.12.2008 às 17:40

António Bandeira de Oliveira...
Com uma 'apresentação' destas...
Uma pessoa fica a maturar... 'is he for real'?!
Parabéns pelo panegírico do Miguel, de quem é uma honra receber tais palavras...
Nice to meet you! :))
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De JMB a 18.12.2008 às 08:23

Obrigado por ter tido a iniciativ deste esclarecimento.

JMB
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De Margarida Pereira a 18.12.2008 às 17:42

Nuno..., está sempre a 'empurrar' as comendas para o Miguel (e justamente, justamente) mas merece-as com igual grau.
Vocês são o orgulho até de quem não vos conhece 'in the flesh'.
Pouco importa. São um orgulho meu e pronto.
Beijinhos.
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De Margarida Pereira a 17.12.2008 às 18:21

A ideia é supimpa!
E é isso mesmo, porque não criarmos os nossos governos 'de sonho'?!
Muito giro!!
Gostei de ver lá algumas figuras...
Nem tanto de outras, mas cada um constitui o seu governo e 'bora lá' sermos um nadica mais 'felizes'...
:)
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De Lady-Bird a 17.12.2008 às 23:11

Pinto Monteiro???????????????'
Mas bebeu tudo do fundo da caneca do homem? lol
cada vez que o vejo falar lembro-me do Herman José a imitar "o Presidente da Junta"... até fico a falar sozinha...
beijinho
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De Luis a 18.12.2008 às 09:12

Não se esqueceram do Ramalho Eanes?
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De Nuno Castelo-Branco a 18.12.2008 às 12:31

O general Eanes, desde que faz a apologia da Monarquia, tornou-se num ícone e serve perfeitamente para a transição: regente até ao fim das Constituintes :)
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De olivencalivre a 21.03.2009 às 23:27


2) O ARTIGO DOUTRO HISTORIADOR
OLIVENÇA DEFENDE PORTUGUÊS
(grande fotografia do Convento de São João de Deus em Olivença, com carros e pessoas à
sua porta)
ANTÓNIO MARTINS QUARESMA/HISTORIADOR
Conforme o «Alentejo Popular» noticiou no último número, realizou-se no passado 28 de
Fevereiro, em Olivença, um encontro, que teve por tema central o português oliventino,
isto é, o português alentejano ainda falado naquela cidade pela franja mais idosa da
população.
A organização deste Encontro deve-se à recentemente fundada associação oliventina Além
Guadiana, que, estatutariamente, persegue a revitalização das raízes culturais
portuguesas, em particular da língua. Esta Associação, dirigida por jovens, representa em
Olivença uma nova maneira de encarar a cultura tradicional, valorizando-a e combatendo o
preconceito que normalmente atinge as formas de cultura popular.
O Encontro foi apoiado pelas instituições locais e regionais espanholas, como o
"Ayuntamiento" de Olivença e a Junta de Extremadura, que aliás estiveram presentes
através do Presidente da Junta, o também oliventino Guillermo Fernández Vara, e pelo
"Alcalde" de Olivença, Manuel Cayado Rodríguez.
Recorde-se que em Olivença, antiga vila portuguesa desde o século XIII, anexada à
Espanha no princípio do século XIX, o português se falou maioritariamente, até há bem
pouco tempo. Hoje em dia, é falado apenas por uma minoria, mas os vestígios materiais da
presença portuguesa são numerosos e muito visíveis. A influência portuguesa é sentida
também nos «pormenores». A doçaria, por exemplo, onde sobressai um saboroso doce, que dá
pelo peculiar nome de técula-mécula, é familiar ao nosso gosto alentejano.
Nesta jornada estiveram presentes alguns linguistas, portugueses e espanhóis, cujas
comunicações se revestiram de alto nível. Eduardo Ruíz Viéytez fez ressaltar a ideia de
que a defesa das línguas minoritárias, como o POrtuguês oliventino, é também uma questão
de Direitos Humanos e uma preocupação do Conselho da Europa. Juan Carrasco González
explicou as variedades linguísticas da fronteira. Lígia Freire Borges falou no papel do
Instituto Camões. José Gargallo Gil dissertou sobre fronteiras e enclaves na Península.
Manuela Barros Ferreira trouxe o MIrandês, a língua minortitária de trás-os-Montes.
Manuel Jesus Sánchez Fernández focou as dificuldades do Português oliventino. Servando
Rodríguez Franco mostrou exemplos de alterações toponímicas em Olivença, resultantes da
interpretação castelhana do POrtuguês. Domingo Frades Gaspar discorreu sobre a língua do
vale do Eljas. António Tereno, o único responsável político português presente, explicou,
por sua vez, as vicissitudes por que tem passado o processo de «classificação» do
«barranquenho».
Um momento especial foi a intervenção de José António Meia-Canada (querem apelido mais
alentejano?), natural de Olivença, que, na sua língua materna, deu genuíno testemunho do
Português oliventino.
Por fim, foi projectado um projectado um documentário sobre o Português de Olivença,
realizado a propósito. Após a projecção, com a noite já entrada, a Jornada terminou, no
meio de geral satisfação, pelo seu êxito e pela geral convicção de que se estão a
realizar acções profícuas no sentido da defesa do Português oliventino.
Uma palavra ainda sobre a Associação Além Guadiana. Ela tem o seu sítio na "net", onde
se podem encontrar notícias sobre as actividades que desenvolvem, para além de diversas
informações com interesse. Basta procurar no Google, ou ir directamente aos endereços
"http://wwwq.alemguadiana.com" e "http://alemguadiana.blogs.sapo.pt/". O Presidente da
Direcção é Joaquim Fuentes Becerra. Os restantes mebros são Raquel Sandes Antúnez,
conhecida de todos os que gostam de boa música e do grupo oliventino Acetre, Felipe
Fuentes Becerra, Fernando Píriz Almeida, Manuel Jesús Sanchez Fernández, Eduardo Naharro
Macías-Machado, Maria Rosa Álvarez Rebollo, José António González Carrillo, António
Cayado Rodríguez e Olga Gómez.
À laia de apelo, deixamos aqui uma nota final, dirigida especialmente às entidades
portuguesas responsáveis pela política cultural, para que, à semelhança do que fazem os
nossos amigos oliventinos, também em Portugal se preste atenção ao Português alentejano
de Olivença.


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