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Embrenhada na leitura do primeiro dos dois

por Cristina Ribeiro, em 18.01.09

volumes sobre as duas guerras mundiais, fácil se tornou o extrapolar para o que em Portugal se passava à época: recorro à compilação dos fascículos, assinados por Aniceto Afonso  e Carlos de Matos Gomes, publicados pelo Diário de Notícias:

                      « A guerra não desatou o nó górdio. Também não foi a última das guerras. O mundo novo prometido não passou de uma grande ilusão. Os povos europeus, destroçados (...) , foram-se erguendo sobre os seus mortos».

 

A revolução da rotunda acontecera havia pouco tempo, e a participação de Portugal no conflito, através do Corpo Expedicionário Português, apenas visava os interesses dos próceres do Partido Republicano, que assim pretendiam a aceitação internacional, sem olhar a meios.

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publicado às 14:35


9 comentários

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De Margarida Pereira a 18.01.2009 às 15:58

Adoro História...
Sobretudo a nossa.
Bom domigo!
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De Cristina Ribeiro a 18.01.2009 às 19:42

Também eu, Margarida; toda.
Bom fim de Domingo :)
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De Helena Branco a 18.01.2009 às 18:23

A História a nossa então... é como um Bilhete de Identidade actualizado que devemos conhecer e preservar para não nos apagarmos no mapa do Tempo

È pedagógico ler e anunciar os títulos que possam acrescentar mais ao que sabemos da nossa tribo no que toca aos caminhos passados...é também un exercício de reflexão por isso Obrigada Cristina

Comigo...é mais a doença poética que me agarra ás palavras com sininho...Abraço sentido!
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De Cristina Ribeiro a 18.01.2009 às 19:48

Gosto muito0 de História, Helena; da nossa. claro, e da dos outros.
Sempre gostei ( acho que herdei esse gosto do meu pai ) estou para saber ainda hoje porque é que não segui por aí...
Abraço!
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De Nuno Castelo-Branco a 18.01.2009 às 21:00

... e só lê a propaganda oficial, quem quer! A IGM foi o que foi e parece-me um crime, enviar gente sem preparação, mal equipada e desanoimada para um frente, onde "apenas" estav o melhor exército do mundo. No campo oposto, claro.
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De Joana a 18.01.2009 às 21:22

E tão bem que é descrito o inferno dos soldados portugueses, na Flandres, no livro "A Filha do Capitão", de José Rodrigues dos Santos. Combatendo os boches, em trincheiras enlameadas, mal munidos e mal calçados com pares de botas rotas...
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De António de Almeida a 18.01.2009 às 21:48

a participação de Portugal no conflito, através do Corpo Expedicionário Português, apenas visava os interesses dos próceres do Partido Republicano,

-Pelo que fui lendo ao longo dos anos o envio do Corpo Expedicionário Português mais não foi que um homicídio por negligência, no mínimo!!! Dos lideres da I República tenho a pior das opiniões sobre Afonso Costa, não que os outros tivessem sido um exemplo a seguir, mas este superou-os!
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De Nuno Castelo-Branco a 18.01.2009 às 23:35

Joana e António Almeida:

as memórias/diários do João Chagas, são elucidativas: reserva mental, incompetência, desprezo pelo próximo, megalomania e sobretudo, uma total incompreensão daquilo que era então uma guerra moderna.
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De carlosbarbosaoli a 18.01.2009 às 23:51

É um período que por vezes avaliamos mal e foi decisivo para história do sécuo XX.

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