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Se a ironia matasse...

por Samuel de Paiva Pires, em 17.02.09

...ou a incoerência ou a hipocrisia, escolham uma. Porque o desplante desta gente é tão grande que realmente qualquer coisa lhes serve.

 

Então não é que através do caríssimo Abel Cavaco fui descobrir que este senhor que estava no Prós e Contras, Miguel Vale de Almeida, ainda há uma semana escrevia isto no Jugular:


Como é que um ser humano normal se sujeita a ir ao programa de Fátima Campos Ferreira?
 
PS: Lembro-me de uma vez ter ido e de não ter tido tanto a sensação de estar numa feira popular (populista?). Ela - e a RTP - deve ter descoberto que quanto mais demagógico e caceteiro mais rende...

 

Assenta-lhe que nem uma luva o comentário de Helena Velho ao seu post:

 

como diz o Villa-Matas: o maior perigo desta sociedade é a "fome "de ser famoso...nem que seja numa feira rocambolesca.

 

Ironias, mas nada melhor do que deixar aqui parte do post de Abel Cavaco:

 

Pois é, caro amigo, pelos vistos, sujeita-se. A tudo.
Até se sujeita aguentar a namorada do Zézito, a doutrinadora oficial encorpada deste fait-divers para minorias e a uma sua imitadora insolente, que dá pelo nome de Isabel, sentada logo ao lado daquele que na semana passada se mostrava altamente indignado.
Indignado estou eu, com o sectarismo claro assumido pela Campos Ferreira.

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publicado às 00:55


4 comentários

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De João Amorim a 17.02.2009 às 13:44

Calma. Aquilo que passou na televisão não é para ser levado a sério! Se fossem os gay e lésbicas a estarem sentados na mesinha eu até não desligava a televisão, mas como o programa visa promover, constantemente, os blocos à esquerda só posso pensar que o extremismo também ajuda a vender o peixe.
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De Samuel de Paiva Pires a 17.02.2009 às 16:29

Pois, nem tinha pensado assim, a RTP lá saberá muito bem o que faz quando escolhe os interlocutores para estes programas...
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De Nuno Castelo-Branco a 17.02.2009 às 15:48

exactamente, calma! Tal como o João acima diz, este tipo de programas visa apregoar a bondade dos bloqueiros e nada mais. Evidentemente, envolve-se a mortal empada estalinista, com a massa tenra da trilogia de 1789. Não percebo é como gente ligada ao PS - que seriam as vítimas primeiras -, podem embarcar em certos "cancioneiros". Vi a metade da 2ª parte e toda a parte final e a conclusão é a mesma: encolhem os ombros ao essencial - a igualdade perante a lei, sucessões, impostos, etc - e dão primazia ao acessório. O carnaval está à porta. Divirtam-se...
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De Samuel de Paiva Pires a 17.02.2009 às 16:39

D'accord, para não variar :)

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