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Tenho de voltar ao tema

por Cristina Ribeiro, em 17.02.09

de que ontem se falou no Prós & Contras, que, como já disse não vi ( a minha mãe só me chamou para ver o estilo " folclórico "- como já li algures na blogosfera-  da senhora jurista ), porque, e depois de ter lido o que, a propósito, o Samuel seleccionou, pareceu-me terem feito uma confusão que me atinge, também: quem não concorda com o casamento entre pessoas do mesmo sexo é logo rotulado de  homofóbico: pois bem, eu não concordo que algo que foi concebido para unir um homem e uma mulher seja " estendido " a homossexuais- isso não faz de mim homofóbica!

Não o posso ser, pois que cada um tem a liberdade de ser o que quer. Nessa liberdade eu acredito.

Concordo que deva haver um outro tipo de contrato, que assegure os seus direitos, que deverão ser iguais * aos de todas as outras pessoas, mas diferente,. Não misturar as coisas.

 

 

 

 

 

  Refiro-me, claro, aos direitos " stricto sensu ", v.g. os direitos sucessórios, porque há " direitos ", genérica e figuradamente falando, que são inseparáveis do instituto casamento, entre um homem e uma mulher...

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publicado às 19:17


10 comentários

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De Daniel Santos a 17.02.2009 às 20:37

E esse contrato não se pode chamar casamento civil?
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De Nuno Castelo-Branco a 17.02.2009 às 20:58

Este tema carece de bastante ponderação, dos dois lados. Primeiro, compreendo que o SIM peça o máximo, para obter depois qualquer coisa. O passado dita o uso e costume do nosso sector político. É que esta situação já podia ter sido resolvida há alguns anos e se não o foi, tal facto deve-se ao desinteresse e abespinhamento em TODAS as bancadas parlamentares. Lembro-me de Guterres dizer qualquer coisa do género ... "a minha mulher é que é psiquiátrica"...
Hoje em dia, serve de arma eleitoral, se é que vale alguma coisa?!

Os do NÃO, podiam ter usado 1 milímetro de testa e estrategicamente terem tomado a "generosa iniciativa" quando da discussão das uniões de facto. A nossa direita é assim mesmo e temos de aceitá-la: joga no imediato e não a pensar no futuro. Tal e qual como a sua irmã gémea da esquerda, o que importa é agitar as massas, fazer muito barulho. para no fim, a montanha parir o tal rato. Como é costume.

Se ontem ouvi esganiçamento de um lado, do outro também ouvi a velha conversa do costume, para que tudo fique como está. As trincheiras e os seus habitantes topam-se à légua...
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De Nuno Castelo-Branco a 17.02.2009 às 22:15

dizia, ... psiquiatra...
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De Cristina Ribeiro a 17.02.2009 às 21:00

Daniel, entendo que coisas diferentes requerem institutos diferentes...
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De JuliaML a 17.02.2009 às 21:57


sinto o mesmo, Cristina e tambem não vi para não me incomodar.

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De Cristina Ribeiro a 17.02.2009 às 23:03

Júlia, esta questão , para mim, resume-se a uma discussão do sexo dos anjos...
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De al kantara a 17.02.2009 às 22:52

"deve haver um outro tipo de contrato, que assegure os seus direitos, que deverão ser iguais aos de todas as outras pessoas, mas diferente". Se os direitos assegurados deverão ser iguais aos de todos os outros, onde é que reside a diferença do contrato ? No nome ?...
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De Cristina Ribeiro a 17.02.2009 às 23:01

Genericamente falando, Al kantara, no que à esfera jurídica se refere, v.g. direitos sucessórios: Para além dessa esfera outros pontos deverão, quanto a mim, beneficiar de " regulamentação " diversa, como diversas são as realidades em presença.
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De Lady-Bird a 18.02.2009 às 15:53

Concordo Cristina!

Beijinho
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De Cristina Ribeiro a 18.02.2009 às 18:09

Beijinho, Lady-bird

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