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Mais vale tarde que nunca

por Samuel de Paiva Pires, em 24.02.09

 

(imagem picada daqui)

 

Eu se fosse José Saramago a partir de agora teria era cuidado com os amigos do PCP:

 

O escritor José Saramago comparou hoje os métodos das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) aos usados pelos exércitos medievais, sustentando que ninguém que se considere humano aprova o sequestro para alcançar objectivos políticos.

Numa entrevista publicada hoje no diário colombiano "El Espectador", o Prémio Nobel da Literatura fala sobre a sua visão do conflito colombiano, e aproveita para enviar uma mensagem de apoio aos reféns em poder das FARC, que classifica de terroristas.

"Não podemos libertá-los, podemos enviar-lhes a nossa solidariedade e a nossa impotência. Mas, quem sabe, muitas impotências juntas talvez façam uma potência: é bom que nos manifestemos todos. Para consolar, para pressionar, para salvar-nos da humilhação de haver gente sequestrada", afirmou ao jornal.

Para Saramago, as FARC "não nos oferecem mais do que o poder tem feito sempre, ao longo da história, que é exercer a força contra os mais fracos", e comparou-os aos exércitos medievais, que faziam uma "política de terra queimada".

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publicado às 22:07


2 comentários

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De Anónimo a 25.02.2009 às 18:06

Estas pessoas como Saramago, que tomaram opções partidárias de forma inequívoca, em dado período da sua vida, mesmo apercebendo-se de que confiaram demasiado em propagandas ( outros houve que verificaram in loco e arrepiaram caminho), chegam a uma idade em que não conseguem admitir, sob pena de se sentirem ideologicamente "despidos" e então vão repetindo e transmitindo aquilo que já diziam no seu passado aos 20, 30 ou 40 anos de idade. Neste momento Saramago prepara-se para a Morte e neste caminho de retorno talvez nos surpreenda.
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De Samuel de Paiva Pires a 26.02.2009 às 21:52

Eu que de Saramago nunca li nada e a sua personalidade não é por mim muito apreciada no que diz respeito à política, devo dizer que fiquei surpreendido. Vamos ver se de facto ainda há mais para surpreender...

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