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A necessidade de reforçar a Marinha

por Samuel de Paiva Pires, em 09.03.09

 

(imagem picada daqui)

 

Ler o Jorge Wahnon Ferreira no blog da CPA/AJPA:

 

Um alargamento e modernização da marinha, desde que de forma ponderada, sem exageros, poderia em muito beneficiar Portugal, o seu papel na NATO e na UE. Especialmente quando o país aspira a aumentar a sua influência sobre o atlântico sul, nomeadamente a CPLP, e servir de ponte entre esta e a União Europeia e a NATO (lembre-se o apoio dado a Cabo Verde para a obtenção do estatuto de parceria especial da UE). Ora, não pode Portugal pretender ser um ponto de ligação entre o atlântico sul e a NATO ou a União Europeia sem dispor de uma marinha capaz. Quer para cooperação, patrulhas, crises ou "operações de charme" de diplomacia pública, tão bem conseguidas pelas visitas dos navios. Só assim será possível uma convergência económica, cultural e de defesa. Um real alargamento do atlântico sul.

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publicado às 23:13


4 comentários

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De Nuno Castelo-Branco a 09.03.2009 às 23:19

Conclusão que há muito tirei e que pressupõe até vantagens económicas, como a revitalização da construção naval. E temos nós a 6ª maior área económica exclusiva (marítima) do planeta Terra. Para quê?, pergunta-se...
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De Diogo a 10.03.2009 às 09:54

Perfeitamente de acordo com o texto. Só uma nota, que me perdoarás Samuel. Não era necessário especificar "desde que ponderada e sem exageros". É esse tipo de cedência, de comportamento receoso, que a Direita em Portugal sofre, quando afirma os seus valores. Vem do trauma do 25 de Abril e do medo permanente de ferir susceptibilidades. É como dizer que uma criança deve tomar vitaminas e rematar "de forma ponderada e sem exageros". É óbvio. Não tem que ser dito. Face à nossa história e geografia se não tivermos Marinha, que se veja, quem a deverá ter? Abraço.
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De Nuno Castelo-Branco a 10.03.2009 às 17:06

A dita esquerda não é muito coerente, pois os seus modelos extra-fronteiras compram armas em todo o lado e ainda procuram fabricá-las. Como podem os pc's e bloquistas ser contra as forças armadas, se o seu hipotético poder seria garantido por elas próprias? URSS, China, Cuba, RDA, Roménia, Polónia, Vietname, Corei do Norte e agora, até a Venezuela de Chávez as compra em quantidades espantosas.
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De Jorge Wahnon Ferreira a 10.03.2009 às 10:11

Obrigado pela referência Samuel, sinto-me lisonjeado!
Um abraço!

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