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                ( Planta francesa, onde figura o « Ban Portuguete », primeira feitoria portuguesa  de Ayutthaya,  antiga Odiá- 1516 ( ? )- )

 

 

estive na cidade de Odiá, que é a corte d'el rei. Afirmo-vos que é a maior coisa que  nestas partes vi».

Este o início do capítulo V do livro em que Maria João Avillez nos conta das marcas que os portugueses deixaram nesse mundo largo - é o excerto de uma carta, escrita em 1554, por Fernão Mendes Pinto, um dos homens que viram de perto o implantar dessas marcas.

                       Porque o tinha emprestado, só agora o revisito, não o tendo, por isso, podido fazer quando a leitura deste texto do Miguel mo pediu.

Com ela, através das palavras que escreveu à vista desses trilhos, das fotografias que fez, e, no mais, agarrando-me à imaginação, parti de Arzila, fui a Quíloa e a Mombaça, e aterrei na cidade que foi até ao século XVIII a capital do reino Siamês.

Segui então para Malaca e Goa, e cheguei até ao outro lado do mundo, a Sacramento, no Uruguai.

Por todo o lado o rasto dos passos do Portugal dos tempos idos se manterá indelével para todo o sempre.

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publicado às 18:55


3 comentários

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De Daniel João Santos a 11.03.2009 às 21:00

Fomos grandes e agora somos bons a denegrir a nossa própria imagem.

exige-se o regressar ao orgulho de sermos portugueses, do que fomos e do queremos ser.
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De LUIS BARATA a 12.03.2009 às 15:30

Passei o dia 17 de Fevereiro na Colónia de Sacramento, Uruguai, debaixo de uma chuvada, apesar de lá ser Verão, e foi emocionante visitar o centro histórico: ver o Museu Português, as pedras de armas, as ruínas do Convento de S.Francisco, e a Basílica da Santíssima Trindade. Um dia inesquecível.
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De Carlos Barbosa de Oliveira a 12.03.2009 às 19:11

Em Goa, senti orgulho, em Malaca emocionei-me com um porteiro que de um museu que arranhava prtuguês, me levou a sua casa e lamentou não poder ensinar português aos filhos, porque o governo português não lhes mandava os livros nem o professor que repetidamente pediam, em Sacramento espantei-me ao ver uma exposição de cartogarfia portuguesa do século XV que (creio...) nunca foi apresentada em Portugal.

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