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De repente uma ideia assustadora:

por Cristina Ribeiro, em 14.04.09

 

com tão grande banalização do mal, metralhados que somos com notícias de abandono de idosos, da fome que grassa, de assassínios por dá cá aquela palha, de roubos violentos..., não correremos nós o risco de estarmos a virar a cara só para não vermos o surgir de uma sociedade totalmente desapiedada?

E lembro o comentário do Carlos, num post em que eu falava do grande sentido de solidariedade do meu avô materno, que, sendo ele um remediado que teve de emigrar para o Brasil a fim de granjear o sustento da  numerosa família, uma vez em Portugal não podia saber que alguém tinha fome, sem que logo o socorresse. Perguntava-se o Carlos se nos estaríamos a tornar piores pessoas.

                     Com efeito, foram tempos difíceis aqueles, mas solidários. Penso que ainda o somos, mas temo o futuro, tão arrepiantes são alguns sinais do presente.

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publicado às 21:49


8 comentários

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De Nuno Castelo-Branco a 14.04.2009 às 23:02

O mundo era então um lugar maior e as pessoas protegiam-se mais.
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De Cristina Ribeiro a 15.04.2009 às 12:16

Menos egoísmo, Nuno?
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De Carlos Barbosa de Oliveira a 14.04.2009 às 23:15

E já agora Cristina, lembro as crianças que foram recentemente abandonadas pelos pais adoptivos no Brasil, ou aquele casal que trocou o filho que adoptara, pelo cão.
Estes pais eram todos licenciados... Nem sei o que pensar, sinceramente.
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De Cristina Ribeiro a 15.04.2009 às 12:17

Coisas tão estranhas, a acontecer quase diariamente, Carlos...
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De patti a 15.04.2009 às 00:31

Eu temo que sim, Cristina. Cada vez mais olhamos em frente e pouco ou nada para o lado.
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De Cristina Ribeiro a 15.04.2009 às 12:20

Como diz o meu pai: um mundo cão, Patti.
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De Once a 15.04.2009 às 09:36

salvo raras excepções que felizmente fazem a diferença Querida Amiga estou convencida que já não somos .. nem solidários, nem parcos em necessidades como eram os nossos avós, nem temos a noção da senha, do racionamento, do bem comum e da ajuda humana .. simples, sem pedir nada em troca.
Eu que sou de uma utopia por vezes desesperante acabo por concluir que, infelizmente, assim é.

**
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De Cristina Ribeiro a 15.04.2009 às 12:21

Assustador, não Once?
**

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