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Todo o santo dia choveu, a intervalos,

por Cristina Ribeiro, em 16.04.09

 

em que o sol fez valer a sua força, é certo, mas agora que chego a casa e vejo a catalpa assim, na sua face Abrileira, ela que já nos mostrou tantas caras, desde a inusitada folhagem exuberante fora do tempo, outonal, até à completa nudez nos começos da Primavera, caprichosa como só ela, e assisto à correria das nuvens, para onde não sei, mas com a aparência de alguém que vai apressado e não quer chegar atrasado ao encontro marcado talvez com outra zona do céu, agora que esta parte dele vai ficando mais e mais azul, lamento não haver aqui um leito que as águas da chuva tivessem enchido; um rio e tudo seria melhor. Um rio para a partir dele navegar, nesta hora em que o sol ainda vai alto.

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publicado às 17:51


8 comentários

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De patti a 16.04.2009 às 21:46

E já valeu a pena essa chuva, que desaguou nestas palavras como gotas pesadas a deixar marca.
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De Cristina Ribeiro a 16.04.2009 às 23:27

Mas que nem enchem uma pocinha, Patti :)
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De Carlos Barbosa de Oliveira a 16.04.2009 às 23:47

Eu já nem preciso do rio, porque revi-me nele através das suas plavras, Cristina
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De Cristina Ribeiro a 17.04.2009 às 00:00

Simpatia a sua, Carlos :)
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De mike a 16.04.2009 às 23:58

Primavera... humprffttt! ;)
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De Cristina Ribeiro a 17.04.2009 às 00:02

Há dias de Primavera maravilhosos, Mike; bem sei que também os há que não o convidam para o mar :)
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De Once a 17.04.2009 às 11:30

a proximidade dos rios Querida Amiga tudo atenua não é? ora de caudal grosso a galgar margens ora de leito manso e corredio proporcionando verdadeiros momentos de prazer.

Esta fã de rios número dois ;) deseja-lhe um excelente fim-de-semana *
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De Helena Branco a 18.04.2009 às 11:45

Já tenho pena da catalpa ...toda despenteada pela chuva e pelo vento, lembra-me o mesmo que acontece aos nossos alisados cabelos que, de repente se revoltam sobre o rosto, tornando-nos madalenas arrependidas ou figuras grotescas de teatro ...
Enfim o tempo caprichoso a fazer das dele...e nós in-
capazes !

Um rio equilibraria as coisas, em vez de desarmonizar...conforte a catalpa por mim, Cristina que morro por árvores...ABRAÇO

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