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Estes comentário deixado pelo Joshua, diz tudo aquilo que há para dizer.

 

Serenamente, há a dizer que os frutos da República, da 1.ª, da 2.ª e da 3.ª, falam por si. E o que dizem do nosso brio, independência económica, auto-estima, não é nada lisonjeiro e muito menos auspicioso num movimento descendente clamoroso, desde a violência incial à imoralidade e emporcalhamento presentes.

Se a obra de uma República são os novos pergaminhados de sangue colorido, saqueadores dentro dos lóbis instituídos da Política 'republicana', gestores e burocratas ignorantes e eticamente mal-formados, que põem e dispõem dos cidadãos, precarizando-os, explorando-os ignobilmente, estamos conversados acerca da capacidade da espécie humana, sob uma república, em fomentar tiranias de toda a sorte logo num país tão brando quanto historicamente com todas as condições para ser sólido - este Portugal actual perdido do Portugal de outrora. 

O grande paradoxo é que os políticos da República nos não salvaguardam nem defendem dos empórios abusadores. Pelo contrário, colaboram com eles, com toda a sorte de interesses ilegítimos, esvaziadores da nossa autonomia e afirmação. Cavaco, por exemplo, decorativamente caro como é, não serve de escudo nem de «basta» à deriva totalitarizante que o ignorantolas Sócrates personifica e que alastra sebosamente, lembrando o pior e mais sabujo do salazarismo, que não de Salazar. Cavaco, ele mesmo, titubeou enquanto PM na defesa firme dos nossos interesses, alinenando-os.

Talvez um Rei plebiscitado e aclamado sem dúvida olhasse melhor pela salvaguarda integral dos nossos interesses globais. Talvez protegesse e mantivesse intocáveis os cidadãos portugueses contra o que a Farsa Republicanesca hoje a 'reger-nos' e a fomentar cegueiras e obedencialismos irreflectidos, venal como é, pôde alguma vez aspirar.

Os argumentos inteligentíssimos e luminosos dos defensores fanáticos de uma organização regimental como a republicana são irrelevantes quando contrariados pela vida miserável em que afundam centenas de milhar de portugueses. Palavras e argumentos não chegam para defender-nos de homens sem escrúpulos alcandorados a representantes nossos, erros de casting, corruptos e sem credibilidade, e essas palavras e esses argumentos também não colocam sobre a nossa mesa vazia Pão, Dignidade e Justiça suficientes. 

O ataque do João a características superficiais em D. Duarte Pio não faz qualquer justiça ao conhecimento e amor que ele tem do Portugal total, um com desígnio e com Têmpera, assim como dos portugueses de todos os quadrantes, incluindo os da diáspora, excluídos perpétuos do direito a uma Pátria tão Carnal no território como Espiritual na majestosa Língua nossa.

Vejo por todo o lado demasiado respeito e consideração por bolas de sebo pensantes e por figuras de altíssima fealdade moral bem abonados de rendimentos e bem avençados por blaterar ilustres dejectos: de modo nenhum nelas se inscreve D. Duarte Pio. Todos têm direito a pronunciar-se ao menos uma vez desastradamente sobre um Regime Monárquico Restaurado, muito mais adequado às vicissitudes do nosso tempo calamitoso por muito que abominem esse único Êxodo com Êxito: nada obstará a que por fim a Monarquia Portuguesa se venha a impor com absoluta delicadeza e naturalidade, numa resdescoberta pela Doxa Nacional de caminhos novos que nos salvem da actual Decadência Moral Devorista Infrene da 3.ª República, a qual capturou quase toda a Política, muita Opinião a soldo, por sua vez sequestradas ambas pelo Dinheiro que compra consciências e subverte o recto pensar.

Hoje é preciso ter imensa Fé e Esperança para recusar o óbvio: que Portugal, no caminho que segue, esteja a extinguir-se. Marcha lenta. Marcha fúnebre. 

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Não venha este “Presidente” nas vésperas das próximas eleições apelar ao voto dos portugueses. Ele é que é o exemplo paradigmático da abstenção. Não tenho memória de alguém tão "abstido" como este (P)residente. Abstem-se em tudo, de tudo !
Tem-se na conta de que é um ser superior, o “Sol” da super estrutura do poder. Ensaia a presença, ávido de palco. O palco tem limites, quanto mais não seja o da bondade do actor. Já não há ária que nos cante com pretensa e pretensiosa máscara de seriedade que não seja objecto de riso, em harmonia e contraponto com alguns “conselheiros” ditos de Estado. Nisto, o actor (P)residente é exímio em palco.

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publicado às 23:59


3 comentários

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De Cristina Ribeiro a 21.05.2009 às 00:27

Sinceramente, não entendo a ideia que se preconcebeu acerca de um homem que todos, que conheço, e trataram com ele pessoalmente - inclusive o meu pai e um irmão - dizem ser uma pessoa boa, culta e patriota. Vá lá saber-se o porquê dessa imagem que do Duque fabricaram...
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De Nuno Castelo-Branco a 21.05.2009 às 00:33

Cristina, o que é que "eles" andaram a dizer de D. Carlos e de D. Amélia, dois seres que lhes eram infinitamente superiores?! A conversa continuará se nós deixarmos.
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De José Manuel Barbosa a 21.05.2009 às 05:37

Fico parvo, o que escrevi hoje foi antes de vir aqui.
Pois ... Há !
Curiosidades estéticas e a Alma Portuguesa.
Esta vive.
Brilhante post, como sempre.

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