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A ética republicana do roubar a toda a brida

por Nuno Castelo-Branco, em 26.05.09

 

   

 A ética republicana é como o Espírito Santo: não se consegue explicar exactamente o que é, nunca se avista mas acredita-se que opera milagres. Lembrei-me muito da ética republicana ao ver as imagens da demissão de Michael Martin, o speaker da Câmara dos Comuns. Tal como nos anos 70 era difícil explicar, em Portugal, as razões da demissão de Nixon, pois usar as polícias para espiar as campanhas dos partidos da oposição era então um direito adquirido do governo, também hoje surge como bizarro que este homem se tenha demitido não porque ele mas sim alguns deputados tenham utilizado dinheiros públicos, ainda por cima em quantias irrisórias, em benefício próprio ou mais propriamente em benefício dos seus jardins e casas. Isto é o que acontece nos países onde a ética é simplesmente ética e não uma basófia do regime.

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publicado às 14:31


3 comentários

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De António de Almeida a 26.05.2009 às 17:15

Nos EUA o resultado seria o mesmo, tem a ver com a cultura anglo-saxónica.
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De Ricardo a 26.05.2009 às 20:40

Pois claro que é um caso de cultura, e tem pouco a ver com o Regime. Mas lembre-se que no Reino Unido e na república dos EUA demite só quem é apanhado, mas casos de corrupção não faltam.

Antes viver numa república das bananas que num reino das bananas!
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De Nuno Castelo-Branco a 26.05.2009 às 23:51

Compreendo o que quer dizer Ricardo, mas nesta "república das bananas" (segundo as suas próprias palavras), os apanhados arriscam-se até a ser condecorados no 10 de Junho. E esta não é a exclusiva diferença.

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