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Constituição 2.0 - Mensagem de encerramento de D. Duarte

por Samuel de Paiva Pires, em 11.07.09

 

"Uma geração não é dona da História e não pode através do texto constitucional condicionar as vindouras"

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 14:02


17 comentários

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De LUIS BARATA a 11.07.2009 às 17:34

E o Estado Sentido está mais uma vez de parabéns pelo acompanhamento desta iniciativa.
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De Ricardo a 11.07.2009 às 19:39

"Nenhuma família não é dona da Nação e não pode através das suas fantasias querer submeter as gerações vindouras".

Viva Portugal livre e democrático!
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De Nuno Castelo-Branco a 11.07.2009 às 22:05

Estamos de acordo, Ricardo. É por isso mesmo que somos monárquicos.
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De João Pedro a 11.07.2009 às 23:07

Bom remate. Proveitosa manhã.
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De Cristina Ribeiro a 12.07.2009 às 00:13

Sim, bom remate.
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De Rei Faz de Conta a 11.07.2009 às 23:31

www.reifazdeconta.com

http://reifazdeconta.hi5.com
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De Podimerdi a 12.07.2009 às 01:33

As tramas e intrigas do triunvirato Olarioulé pode ser apreciado com uma boa gargalhada

http://reifazdeconta.blogspot.com

Fotos exclusivas :)
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De Nuno Castelo-Branco a 12.07.2009 às 18:20

O Scorsese não imaginaria melhor. Uma mescla de "estória" siciliana, com uma comédia de Totó! Não percam, vejam e divulguem, principalmente as fotos e os videos.
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De Podimerdi a 12.07.2009 às 18:54

Com os cumprimentos dos Liberais de Aveiro :)
Monárquico mas de Esquerda !
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De Nuno Castelo-Branco a 12.07.2009 às 20:33

Caro Podimerdi, não imagina o que eu ri com o seu nick. Para mim, monárquicos e esquerda não são novidade. ainda ontem estive com alguns e geralmente, passo os domingos com um: o meu próprio pai
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De José Manuel Barbosa a 12.07.2009 às 04:11

"Roubei" para o rosamarmore.

Abraço.

JMB
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De Daniel Nunes Mateus a 12.07.2009 às 18:28

Caro Ricardo, subscrevo o Nuno Castelo-Branco. Pois se nenhuma família pode ser, também não pode ser um grupo de especialistas, que se acham especiais em detrimento de todos os outros. É por isso que sou monarquico.
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De Nuno Castelo-Branco a 12.07.2009 às 20:32

Pois..., especialmente porque esses especialistas se dedicam especialmente a especiais actividades nas especializantes finanças que tão boas especiarias tem propiciado a Portugal. E o mais curioso é que esses especialistas provêm de famílias inteiras e não têm qualquer argumento válido para refutar a Monarquia. Têm um, apenas: uma grande lata!
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De Daniel Nunes Mateus a 12.07.2009 às 21:03

Se fosse só da área das finanças, seria apenas um problema isolado. Só que estamos a falar de todas as áreas, em que, se criam grandes genealogias politicas. E o mais escandaloso é que essa realidade é visível.
O cidadão comum, perante estes factos, sente-se impotente para fazer face a essa relação de parentesco. Olhar a Monarquia como sinónimo de despotismo, em que o poder encontra-se confinado a família reinante é uma ideia ridicula.
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De Lady-Bird a 13.07.2009 às 01:15

Desculpem-me meus caros,
Mas se assim fosse, então toca a queimar toda a legislação que existe, e ficariamos ao "Deus dará"... esta frase não é, no ponto de vista a mais feliz, as gerações actuais têm o dever de proteger o máximo possível as vindouras daquilo que no passado se demonstrou maléfico, e pois está claro que não se pode dar sem nada receber em sociedade, porque as leis do jogo o ditam...
A Constituição faz falta, não fosse ela a Lei Fundamental, contudo aqui e ali, tem algumas arestas que têm que ser limadas, mas tudo a seu tempo, e como este país anda um pouco lento, uma coisa de cada vez.
Nada contra monárquicos ou republicanos.
Saúde, Amor e Paz venha ele de onde vier.
um beijinho
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De Lady-Bird a 13.07.2009 às 01:18

ERRATA:
onde está "no ponto de vista"
leia-se "no meu ponto de vista"

desculpem
beijinho
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De Manuel Pinto de Rezende a 13.07.2009 às 14:51

Lady Bird, a questão não está em desproteger as gerações vindouras, mas tão somente em permitir-lhes um espaço de decisão sem condicionalismos ideológicos.

a Lei Fundamental da Nação, como muito bem diz a Lady, devia passar por mais do que um conjunto de ditames partidários. é a compilação da constituição material (as Leis Antigas) e a formal (as Leis Novas) que assinalem a identidade de um povo, mas numa esfera mínima.

o problema de uma constituição programática como a nossa, e bem o aponta Oliveira Ascensão, é que se esvazia o conteúdo das garantias dadas ao prevê-las constitucionalmente, não estivéssemos nós portugueses a viver em permanente inconstitucionalidade por omissão desde 1976.

a esquerda moderada, daqui a 10 anos, não terá nada de semelhante à esquerda moderada de há 3o anos atrás. o mesmo se passando com a direita.

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